Can he hear us? We think so, yes.
ETHAN HAWKE as ARTHUR HARROW (MCU's Moon Knight, E03)
seen from Maldives
seen from United States
seen from France
seen from United States
seen from United States

seen from T1

seen from United States

seen from Maldives

seen from T1
seen from Norway
seen from United States
seen from United States
seen from Sweden
seen from Hong Kong SAR China

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
Can he hear us? We think so, yes.
ETHAN HAWKE as ARTHUR HARROW (MCU's Moon Knight, E03)
I went to the beach yesterday. While I only live a ten minute walk away from the coast, we don't have a beach, just a mudland with the occasional trolley half sunk and then lost to sea when the tide raises to the barrier. My city is already under sea level. So my brother and I went on a two hour bus journey. I ended up with sever sunburn on my nose and hands but least the views where nice.
Give 'em some love
5 de abril de 2025
Às vezes sou ranzinza. É mais forte do que eu. Vezenquando me toma uma estranha força extraterrestre, vinda do mais profundo de mim, que, como o titeriteiro, cadencia meus passos, meus gestos, minhas emoções. Não é desculpa, claro, eu sei, eu sei, você vai dizer não se deixe domar por essas emoções, uma pessoa equilibrada preza a razão às paixões, desse jeito você se perde, desse jeito sucumbe a mais primitiva versão de você mesmo, não sucumba, não se deixe sucumbir. E eu olharei no fundo dos seus olhos lamacentos, desacreditado e vencido, sem palavras para contra-argumentar, feito um idiota permissivo agradecendo ao carrasco pela guilhotina, pois não há o que dizer, eu vou dizer o quê?, que é estúpida essa ideia iluminista de separar corpo e mente, fruto de um idealismo barato que nos fode até hoje depois de quase cinco séculos?, que assim como me olha agora e roça os dedos nos meus é capaz de desmanchar meu corpo inteiro, ansioso que estava pelo seu toque, com o qual sonho noite após noite mergulhado em trevas cancerígenas, sabendo que agora é impossível estarmos juntos, pois à noite sucede o dia, e depois ao dia outra noite, e passado tanto tempo anoitecido nesse subúrbio triste, apartado da vida entre a miséria e o desvario, não passo de um animal ininteligível, torto, intransitivo, selvagem? Derrotado, cedendo aos caprichos do corpo, ao arrepio que torce minha pele feito parafuso, aos seus dedos tamborilantes desenhando sobre a manga do meu casaco espirais intermináveis, digo você tem razão, que bobagem a minha, e você responde mas é claro que tenho razão, alguma vez na vida errei? E por um instante o tempo se espreguiça, em silêncio nos olhamos como se decifrássemos uma língua morta, para sempre perdida nos trópicos imaginários de nossa história, à deriva sobre águas azul-turquesa, até naufragar em alguma ilhazinha distante e enfeitiçada, cujo entorno não se diferencia tanto assim de outros mares, e para onde dificilmente olharemos senão quando a lembrança um do outro por acaso vir à tona. E partindo o último resquício dessa coisa a que nem sei nomear, como quem desata um nó já frouxo num gesto quase burocrático, como o apagar de uma estrela há muito tempo morta, confidentes de um segredo apenas suspeito pelos outros, você fala agora tenho de ir, há quem me espere em casa, há quem precise de mim nesse momento, não posso mais me demorar aqui, desculpe, foi bom te ver, se cuida, fica bem, dê notícias, nos vemos por aí, e eu é claro, claro, até a próxima, quem sabe a gente se esbarra, foi bom te ver, mas eu queria ter dito que sonho contigo às vezes e acordo chorando, que sua partida me arrancou de mim mesmo um naco de carne do qual sequer eu tinha consciência, que sem você não me reconheço mais ao olhar no espelho, minha imagem me repele, desdenhosa do semblante que a encara, e tem sido excruciante viver, hoje é meu aniversário, você se lembra?, fica mais um pouco, é tão confortável ter você por perto, tão familiar, não vai embora, e eu quase disse, porra, quase disse, mas não tive coragem, as palavras morreram garganta, e refém e rendido, só me restou observar você partir por trás das lentes do óculos, afastando-se como num plano para longe da câmera, ganhando confiança a cada passo à proporção que sumia de minha vigília, sem olhar para trás, sabendo que se olhasse não teria mais volta a não ser sucumbir àquilo que não existe mais, que morreu em vida, que figura apenas como uma lembrança da lembrança da lembrança da qual nós quase nunca recordamos.
HAPPY BIRTHDAY ALEX!!!
we all say in unison
antiherosongic - a gender related to the song "anti-hero" by taylor swift; it may feel sad and angry, but doesn't have to
whosafraidsongic - a gender related to the song "who's afraid of little old me" by taylor swift; it may feel like a caged animal lashing out, but doesnt have to
tagging - @radiomogai
People see what they wish to see. And in most cases, what they are told that they see.
The Night Circus, by Erin Morgenstern
Bitte antworte mir! Ich brauche dich so dringend gerade! Ich brauche jemanden der mich versteht!