O sobrenome com tonalizante francês Ecoara mais alto que o corante que usas Em cavalaria de farmácia Desinformava cachos A reza do teu senhor Fora a emancipação do braço armado Porém, terás que aguardar a audiência como a todos Além das tarifas e tabloides de advogados Travesso que foram, as crias Ousaram transcender-se Escondendo suas joias em figuras de papel machê O peso da matéria o fizera cair em um dos temíveis sete infernos À cortesias, lhe dou o grande dilatar Dei poros às esposas e pupilas às filhas Às noivas, deixei poemas e compilações As abandonei no altar sim, pois aderi ao niilismo Danificara abandonos Com tua dialética romântica Que fetichizava como cura toda a ferida Amor, mãe, filho e bênção de padrinho O consultor expirara Fórmulas para alcançar-te o coração Verta-se à coluna vertebral de tua espécie Com teus ídolos e grilos cíclicos Os românticos de hoje São os saudosistas de amanhã Saudade de minha época quando o rock não errava Adormecia somente em melodias cacofônicas de outrem Esconda-te na sombra do corpo que desmatara O verão já estás há uma esquina de distância Abraça-te o câncer de pele, porém pouco importa Terás uma poltrona para recostar até a morte, além da estética de tua sala...
Palmeira Plastificada Não Balança, Pierrot Ruivo










