Já era noite. Freya parou para abastecer o carro, depois de, com muito custo e ajuda do GPS, fugir de toda a muvuca do Sunfest. Vinha fugindo também de todas as mensagens que perguntavam por ela, até mesmo dos stories em que poderia vislumbrar a alegria tosca dos presentes. Estava amarga, sem graça, rude. Tanto que pegou um dos carros com o pretexto de colocar gasolina só para escapar dos parentes que chegaram na mansão. Enquanto abasteciam a BMW, Freya entrou na loja de conveniências e parou logo na prateleira onde estavam dispostas diversas garrafas de bebida alcoólica. Em determinado momento, indecisa entre as de rum e conhaque, resmungou sem calcular que seria ouvida, muito menos que a pessoa próxima seria @albertprstn. “Eu deveria levar as duas.”










