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Christopher: uh está tão na cara assim?
Christopher: KKKKKKKKKKKKKK não sou adepto dessa coisa mental
Christopher: o que posso dizer é: 2 é bom, mas 3 é melhor ainda rs
Freya: conheço sua garota há muito tempo, então, mais ou menos sim
Freya: hahahahhahahahahahahah you're fucking kidding me
Freya: está mesmo sugerindo um 3some, montgomery?
Freya: she'd choke me soon as i touch you
the unholy & the damned
In spite of all the heartache that you may cause me, I’ll do ANYTHING for you, anything you want me to, if you’ll be true to me.
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liespreaker:
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flashback
celwstcs:
“ — Just like everything you do. ” emendou a fala sobre aquilo ser sexy, soltando uma risadinha baixa, apesar de não ser nada mais do que a verdade. Poucas foram as vezes que se sentira tão atraída por alguém em tão pouco tempo, já que por já ter visto muito do mundo e do que as pessoas tinham a oferecer, Celestica havia se tornado alguém difícil de se impressionar. Freya, porém, emanava uma energia que havia puxado Kallitch para perto desde o primeiro momento, prova disso era o que acontecia ali. A loira não era o tipo de pessoa que ia a encontros, e muito menos convidava os outros para virem até sua casa. A bela exceção que estava a sua frente, porém, não permitia arrependimentos sobre aquilo. Observou-a beber mais do vinho com uma atenção ímpar, e quando os olhos alheios estavam longe de si, aproveitou para aproximar mais o corpo do dela. “ — Infelizmente, o que eu quero fazer só vai aumentar o risco de você acabar se apaixonando. ” comentou, convencida, ilustrando um sorriso de canto que deixava claro o quanto suas frases se equilibravam entre a brincadeira e o falar sério. Levou uma das mãos até o rosto da ruiva, virando-o delicadamente para si e aproveitando o toque para migrar os dedos até os fios avermelhados, enrolando-o uma mecha levemente por entre os dedos. “ — Vai de você decidir se vale a pena se arriscar ou não. ”
Riu nasalmente, abaixando a cabeça de modo que os cabelos caíram em cascata por seu rosto. Freya tinha conhecimento de sua excentricidade, de que desperta algumas reações estranhas nas pessoas por causa de seus comportamentos incomuns, até mesmo sobre a forma peculiar que tem de olhar para seus interlocutores e de articular as palavras. Não se sente tão esquisita na companhia da Kallitch, entretanto, como se estivessem ligadas por alguma semelhança pouco óbvia. E, havia mais, claro. A atração física. Especialmente a atração física. A Greene deixou a taça e se liberou para corresponder ao que acontecia ali sem nenhum acidente com o vinho caro de seu pai. Entreabriu sutilmente os lábios até transformar sua boca em um sorriso. O toque em seu cabelo era totalmente bem-vindo pela atmosfera que estabelecia. Frey se notava atenta a cada movimento e detalhe. “Do it.” Sussurrou sua decisão, nenhuma novidade ali, estava completamente disponível. “This cat can lick its own wounds if it gets too hurt.” Com essa brincadeira e a sombra do mesmo sorriso, inclinou-se na direção de Celly alguns poucos centímetros e esperou que a loira completasse a ação.
flashback
albertprstn:
As vantagens de conversar com a ruiva: não insistia em explicações suas. Não lembrava se da última vez que se encontraram havia o feito, mas estava bastante agradecido no momento por essa falta de interesse, talvez. Deixou seu plano de lado e caminhou atrás dela, como se tivesse esquecido que ia comprar algo ali. “Entendi…” Assentiu levemente com a cabeça. “Estou… Estou. Você vai beber onde? Quer dizer, não seria prudente beber aqui e depois dirigir…”
Freya não disfarçou o sorriso no rosto por constatar mais uma vez o quão certinho é o psicólogo. Tinha se esquecido disso. “Não consigo pensar em nenhum lugar que esteja livre desse bando de gente que veio para o festival.” Depois de terminada a compra, guardou tudo que precisava na bolsa, o cartão e o maço de cigarros e saiu abraçada com a garrafa da loja de conveniência. Girou para olhar para Albert, bufando enquanto pensava. A ideia veio de imediato e mesmo de costas como estava, Freya continuou caminhando. “O mirante, quem sabe? Não estamos tão longe assim. Posso te encontrar lá, se você também estiver de carro.” Propôs ao fazer soar o alarme da BMW só para mostrar que não estava à pé.
vmitford:
Sentiu seu corpo inteiro reagir em pura ansiedade, as mãos suado frio enquanto aguardava pela complementação que veio, como previsto, nem um pouco próximo ao que imaginava no melhor dos cenários. Ele quis rir, dizer que realmente não deveria tê-la beijado naquele dia… Nem ter tentado retomar algo que nunca tiveram. Estava inclinado para frente mas, conforme se tocava das coisas, inclinava-se para trás, deixando o corpo tenso relaxar e os olhos arderem levemente. “Right…” Engoliu em seco. Talvez estivesse interpretando errado. Muito precipitado, ela não havia dito nada ainda. Só que… Entendia o lado dele. “Então… O que faremos…? Voltamos a como era antes…?”
Freya poderia vomitar se insistisse só um pouquinho. Possivelmente, se não tivesse passado pela eficaz lavagem cerebral dos Hansen não daria conta de terminar aquela conversa. Além disso, havia sua sanidade. A decisão extrema e absoluta de não voltar a usar tanta merda pra se proteger do mundo como fez, o que acabou jogando a ruiva na reabilitação. “Pedi ajuda a um amigo. Ele é advogado e vai...” Fuck. Precisava terminar o que tinha começado. “...nos ajudar com o divórcio. Se estiver okay para você.” Não foi por esquecimento ou distração que não respondeu a pergunta do Mitford. Freya duvidava muito que poderiam voltar a ser Vince e Frey como antes. “Ainda não sei se vou voltar à America, Vince.”
flashback
celwstcs:
Com as próximas palavras da ruiva, a expressão de Celly acentuou-se aos poucos, até um vinco pequeno surgir no cenho da garota. Era um lado das coisas que ela ainda não havia parado pra pensar. “ — Ok, não é tão legal quanto eu pensei. ” comentou, soltando uma risadinha sem muito humor. “ — Eu cresci com pessoas tão liberais e abertas pro mundo o tempo todo que às vezes eu esqueço que ainda existe um grupo grande de gente com a mente fechada. Você leva uma vida dupla, então? ” tudo o que falava tinha um tom leve, apesar de estarem tratando de um assunto sério. Tinha uma dificuldade natural em encarar as coisas com seriedade, mas ali, em especial, não queria que tópicos delicados estragassem a boa dinâmica que as duas estavam mantendo. “ — De qualquer forma, eu não me importo de ser o seu segredo. ” comentou, por fim, rindo baixinho. Notando a direção que o olhar alheio traçou, Celestica umedeceu os lábios de forma propositalmente lenta, um sorriso de canto sendo perceptível em seus lábios ao que negava levemente com a cabeça. “ — Eu sou uma péssima cantora… Mas sou muito boa em algumas outras coisas que podem te interessar. ”
Pronto, tinha provado seu ponto e, apesar do fôlego ligeiramente cortado pela sequência frenética de palavras, valeu a pena. A sensação de ser sincera com Celestica foi estranhamente agradável. “Acho que você pode dizer que sim.” Que leva uma vida dupla. “É meio sexy, se pensar bem.” Defendeu-se por brincadeira, abrindo um sorriso mais largo, que só aumentou quando Celly concordou com a privacidade da relação delas. De fato, era um tanto excitante manter as coisas em segredo. Respirou mais fundo à provocação: a língua da loira devagar deslizando pelos lábios dela, igualmente atraentes; era o suficiente para encher a Greene de pensamentos pouco inocentes. Levou um gole de vinho para dentro do sistema antes de responder, afastando a taça para a peça de centro. “Acho que você deve me mostrar alguma coisa, você sabe, antes que eu desista e vá embora com medo de me apaixonar perdidamente por você.”
albertprstn:
Aquele tipo de reação nunca deixaria de ter graça, isso poderia confirmar no instante que ouviu a pergunta que escutara desde… Bom, desde que descobriram que ele estava pela cidade. “Greene.” A cumprimentou com um leve acenar de cabeça, esboçando um sorriso curto. “Longa história… Está planejando ficar bêbada?” Questionou, pulando completamente seu lado da história para focar nela. Seu olhar abaixou para suas vestimentas, levando automaticamente sua mão para a cabeça, coçando brevemente antes de responder. “Supôs certo… Foi bom, muito bom. Quer dizer, a música estava boa… Você não foi por algum motivo especial ou?”
“Yeap.” Ela respondeu, sem realmente se importar em não escutar a explicação de Albert sobre os motivos que o levaram de volta à cidade. Tanto tempo havia se passado; ela mesma era outra pessoa se fosse comparada àquela que transou com o Preston na cozinha da casa dele. Caminhou para o caixa, onde separou também um maço de cigarros para levar. “Nah, só estou sem saco mesmo. Sem clima pra muita gente e fotos e... você sabe como é.” Estendeu seu cartão de crédito ao homem atrás do balcão. “Quer beber comigo? Algo me diz que você ‘tá tendo uma semana meio bosta.”
vmitford:
Por mais que quisesse muito ouvir aquelas palavras, o efeito não foi como imaginava. Não sentiu alívio algum, mas uma preocupação de que aquelas palavras estivessem saindo da boca para a fora. Desconfiado, era assim que estava. A afirmação seguinte foi mais esquisita ainda, o deixando confuso. “Sim, estou conseguindo… Mas, por que está me perguntando isso? C’mon, você é mais importante do que minha carreira.” Fez uma careta, sendo aquela a única conexão que achou entre as duas coisas, nem reparando como segurava seu celular, com uma força acima do necessário.
Freya pressionou os lábios, um contra o outro. Sempre soube que fazer a coisa certa nem sempre é fácil, mas também não achou que seria tão difícil. “Eu sou, claro que sou.” Concordou, baixinho. “I’m yours, Vinnie. I’ll always be. But it doesn’t mean we need to be together... you know, as a couple. Você estava certo em poupar sua carreira naquela entrevista... agora posso enxergar isso.” A ruiva fez uma careta por detrás do telefone. Era abençoada por estarem separados, assim ele não veria o que o rosto dela dizia para além das palavras. A mão livre apertava o lençol ao lado sem nem perceber que o fazia.