Você me olhava como se eu fosse rocha antiga, guardiã de um tempo que não se quebra. E isso me apertava o peito… porque dentro de mim, sou rio em cheia, sou tempestade que vem e leva. Desmorono em silêncios profundos, me refaço em rezas baixas. Sou templo que abriga, mas também sou terra que treme. Não sou inabalável — sou sagrada em movimento.
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