Os 7 Segredos da Autoestima: Episódio Completo - Capítulos 01 a 06
Este vídeo apresenta os 7 segredos da autoestima, um curso completo sobre como melhorar a sua autoestima e viver melhor consigo mesmo e com os outros. Você vai compreender o que é a autoestima e como ela é construída a partir do meio externo, mas como ela também pode ser desenvolvida a partir da sua intuição, da sua alma. Você vai aprender sobre como você absorve os conhecimentos das pessoas, que acabam se tornando seus juízes internos e como você pode se libertar desses juízes, vivendo pelos seus próprios princípios e melhorando a sua relação com as pessoas. Por fim, vai compreender a importância de comunicar-se com a sua alma por meio da intuição e da meditação, para que você sinta o amor próprio e amor pelos outros, tornando sua vida mais plena e expandindo continuamente a sua consciência.
Boas Vindas e Apresentação do Vídeo
Você tem problemas de autoestima? Você se sente rejeitado, inadequado e até mesmo ridículo? Está sempre tentando agradar as pessoas e tem a sensação de que ninguém gosta de você? Então fica comigo, pois eu vou revelar aqui 7 segredos para você melhorar sua autoestima e viver melhor consigo mesmo e com os outros.
Este episódio faz parte da série “Os Segredos da Alma”, do canal Alfarrábios da Alma, em que eu trago para você alguns toques que eu aprendi ao longo da minha vida como sannyasin, praticando, experimentando e vivenciando a espiritualidade no meu dia a dia, na minha rotina, de onde eu sempre procuro extrair o aprendizado para a minha alma.
Esses segredos também vêm de muitos livros, audiolivros, vídeos, cursos, palestras e dos muitos mestres da sabedoria que me orientaram e me ajudaram a seguir um caminho espiritual. Afinal, ninguém é uma ilha! E tudo que inventamos ou descobrimos é sempre proveniente daqueles que vieram antes de nós, os precursores do conhecimento e da sabedoria, desde os primórdios da humanidade.
Sou muito grata a todos aqueles que me ensinaram, por bem ou por mal, na alegria ou na tristeza, na facilidade ou na dificuldade, no trabalho ou na diversão, pela dor ou pelo amor! E sou grata a você por estar aqui comigo hoje!
E que eu possa ser útil a você, mesmo que você não concorde com o que eu digo! Mesmo que você discuta comigo! Afinal o seu arcabouço de conhecimentos e de experiências é diferente do meu, porque cada ser humano é único e especial! E isso é maravilhoso, pois cada um pode agregar ao outro mais conhecimentos e experiências! E assim todos vamos todos expandindo nossa consciência para nos unirmos à Existência!
Nesse episódio da série “Segredos da Alma”, nós vamos tratar dos “7 Segredos da Autoestima”. O episódio tem aproximadamente 1 hora de duração e está dividido em 6 capítulos, na playlist “Os 7 segredos da autoestima”, que está na descrição do vídeo. Se você chegou de paraquedas nesse capítulo e quiser assistir aos outros, é só adicionar às suas playlists!
E se você curtir esses segredos, deixe o seu like, para que o Youtube recomende para outras pessoas; inscreva-se no canal, para receber mais conteúdos como esse; e compartilhe com seus amigos! Você também pode deixar suas dúvidas e sugestões aí nos comentários, beleza?
1 Autoestima e a Outroestima
Neste capítulo, nós vamos falar sobre a Autoestima e a Outroestima. Você nunca ouviu essa palavra “outroestima”, não é mesmo? Mas você já deve imaginar do que se trata, não? Eu vou explicar direitinho o que eu quero dizer com essa tal de outroestima e o que ela tem a ver com a sua autoestima.
Autoestima é a estima que você tem por si mesmo. É a forma como você se vê e se ama, ou não se ama. Autoestima tem muito a ver com autoconhecimento, ou seja, conhecer a si mesmo, compreender como você é, como você está se desenvolvendo, evoluindo e então aceitar-se plenamente.
Logo também tem a ver com auto aceitação, que significa que você se aceita completamente, com todas as suas virtudes e defeitos. Que você não se condena, não se critica, mas se observa e analisa, na medida das condições que você tem para se modificar, se melhorar e para se aceitar ainda mais.
Isso parece bem fácil quando nós olhamos no espelho, quando afirmamos para nós mesmos, quando estamos fechados em nossos próprios pensamentos, em nosso quarto, sem ninguém.
Ocorre que nós não vivemos sozinhos. E quando o outro entra no jogo, as coisas ficam um pouquinho mais complexas, porque aquele conceito de autoestima que só depende de você mesmo já não funciona tão bem.
Quando o outro entra em sua vida, você provavelmente vai querer ser aceito pelo outro. Se não, você estará fadado a viver sempre em conflito com o outro. E o outro pode ser muita gente. A começar pelos seus pais, seus irmãos, seus tios e tias, os primos e primas, os amigos, os da sua igreja, da sua escola, do seu trabalho, os amigos da balada, seu namorado ou namorada, seu marido ou esposa e assim a lista vai aumentando. E “o outro” pode ser só um conceito genérico para representar todo mundo. Porque, às vezes, não importa para você quem é o outro, você quer ser bem visto por todos na sociedade e ponto.
Desde pequenos, somos acostumados a viver em sociedade, o que significa que a nossa auto-qualquer-coisa, ou seja, autoestima, autoconhecimento, autoaceitação e outros autos e baixos, vai ser testada vigorosamente.
O que acaba acontecendo é um descompasso. Porque simplesmente não sabemos lidar com isso. Não conseguimos manter o equilíbrio entre o que oferecemos a nós mesmos e o que oferecemos ao outro.
Quando éramos bebês, tudo era para nós. Bastava chorar e fazer beicinho e todo mundo estava lá para trazer o seu leitinho. Todos te agradando! Você era o centro do mundo!
Mas você foi crescendo e veio o irmãozinho. E você já não é mais o queridinho. E se torna, de certa forma, uma competição. A primeira competição da sua vida! Com seu próprio irmão!
Se você não tem irmão, ainda pior, porque você é filho único e só vai ter sua primeira experiência de competição na escola, porque a professora não dá conta de te dar a mesma atenção que sua família.
E assim começam aqueles sentimentos chatinhos: ciúmes, inveja, melindres. E sua autoestima começa a tremelicar, feito uma chaleira fervendo. "E o anel que tu me deste era vidro e se quebrou. E o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou."
Pronto! Agora seu ego entrou para te defender. Porque essas emoções, esses sentimentos machucam e você precisa reagir de alguma forma. Mas você não sabe muito bem como agir. Então, qual a nossa tendência? Agir como os outros! E o jogo da comparação começa a acontecer.
Esses sentimentos negativos do ego são a base da “baixa autoestima”, que é o contrário da “alta autoestima”. Lembre-se: alta de altura, contrário de baixa. Auto com "u" quer dizer "por si mesmo". Então, você pode ter “alta autoestima” ou “baixa autoestima”.
E que sentimentos são esses de onde surge a baixa autoestima? São vários! Da separação, da comparação, do ciúmes, da inveja, da carência, da rejeição, da necessidade de agradar o outro para ter mais valor! Porque, ao conviver com os outros, você passa a acreditar que você só tem valor se os outros te valorizam. Que você não tem valor por si mesmo. E observe: todo sentimento de autoestima tem a ver com os outros. Na verdade, deveria chamar “outroestima” e não autoestima.
Enfim, vejam que jogo difícil esse da vida! Se eu vivo em família, em sociedade, é necessário que eu ceda um pouco para poder conviver com o outro. Mas eu também não posso me anular completamente pelo outro. Uma parte de mim deve permanecer como realmente é, para que eu não perca minha identidade!
Então vem a adolescência, em que a pessoa passa a maior parte do tempo tentando saber que identidade é essa, não é? O adolescente se esforça para enfatizar sua identidade, para esfregar na cara de todos que ele tem uma personalidade. E sua rebeldia é uma forma de se impor, porque ele quer muito ser alguém e ser respeitado! Ele começa a pensar que não tem que agradar ninguém. E até mesmo se isola, se sente um estranho.
Nessa fase da adolescência, nosso ego se fortalece ou se estatela de vez. Alguns saem dela equilibrados, mas muitos saem dela pelos extremos: ou muito obedientes aos outros, ou muito rebeldes. Não existe o meio-termo para esses.
E você começa a viver uma briga interna, sem saber como resolver esse dilema, esse descompasso: se agrada o outro, ou se agrada a si mesmo. Você precisa se equilibrar, saber como agir em cada situação.
Mas você não sabe como chegar no caminho do meio. Algumas vezes, nem mesmo percebe com clareza qual é o seu problema. E na maior parte das vezes, direciona o problema para uma ou duas pessoas, como se o problema fosse culpa delas!
Em geral, pessoas próximas se tornam os nossos bodes expiatórios: a mãe, o pai, um irmão marrento, uma irmã melindrosa. O padre, o pastor, o chefe, o professor. Alguém passa a ser o seu juiz, o julgador das suas atitudes. Às vezes, uma comunidade inteira, um grupo que você faz parte. A sua igreja, os colegas do seu bairro, a tchurma, a classe do 1º ano, a namorada, a família do namorado ou esposo. Enfim, alguém se torna o seu inferno, ou melhor, se torna aquele que vai te condenar ao inferno!
E é assim, ao meu ver, que surgem os problemas da autoestima!
2 Autoestima baixa: de quem é a culpa?
Na verdade, a sua dificuldade em lidar consigo mesmo e de lidar com os outros não é culpa deles! E também não é culpa sua! Porque a culpa não é um bom sentimento para lidar com as situações. É simplesmente não saber dosar o que damos a nós mesmos e aos outros. E se torna um problema de autoestima.
O problema é simplesmente não saber dosar o que damos a nós mesmos e o que damos aos outros. E isso se torna um problema de baixa autoestima. E, agora, fica mais fácil de entender! Porque a baixa autoestima é um pequeno desajuste entre amar a si mesmo e amar ao outro. Entre a sua capacidade de se respeitar e respeitar o outro. De se valorizar e valorizar o outro. E mais: de dar amor a si mesmo ao invés de esperar pelo amor do outro.
Aí você vai dizer: mas meu pai é realmente assim, é exigente comigo e não me deixa fazer nada. Não sou eu! É meu pai que me reprime! É a escola que tem regras! É a igreja que tem princípios! E eu tenho que seguir, tenho que fazer o que me mandam! “Tenho que”, “tenho que”. Se você é uma criança ou adolescente que ainda depende dos pais, até é compreensível você dizer isso. Mas se você é um adulto, talvez seja essa atitude que está diminuindo seu amor próprio, que é sua autoestima.
Então, pense comigo: se você cresce e amadurece atribuindo tudo que acontece com você aos outros, você está dando todo o poder aos outros de fazerem tudo o que quiserem com você! Geralmente, é exatamente isso que fazemos. Não colocamos os limites e o meio-termo, a linha divisória que separa os outros de nós mesmos.
Muitos aceitam essa falta de limites e se conformam em ser submissos. Outros se tornam rebeldes e não querem aceitar nenhuma interferência do outro em sua vida. Alguns submissos se analisam e decidem mudar, dizendo: “de agora em diante, vou ter autoestima, não vou mais me submeter a ninguém!!!"
E alguns rebeldes, ao contrário, decidem mudar e dizem: “de agora em diante, vou me comportar melhor, ser mais bonzinho, aceitar tudo que os outros fizerem comigo, ser condescendente e generoso com todos!"
Mas esses são os extremos opostos!
E como já dizia Buda há 2500 anos, o melhor caminho é o do meio!
Então precisamos olhar para as pessoas dentro de nós e colocá-las nos seus devidos lugares! Não precisamos brigar com as pessoas, nem culpar ninguém pelo que nós sentimos! Não precisamos agredir, nem violentar as pessoas. É apenas uma mudança na atitude interna, um pequeno ajuste, que muda nossa postura com os outros.
Pense em uma máquina com muitas porcas e parafusos. Se você apertar demais, vai espanar. Se apertar de menos, vai afrouxar, certo?
Então é uma sintonia fina que você faz. Você não vai obedecer ninguém, como uma criança submissa, mas você também não vai se rebelar, como uma criança birrenta.
Você vai se compreender, fazer uns pequenos ajustes na sua mente, no seu modo de pensar, e vai ver as pessoas como elas realmente são, sem as emoções e sentimentos negativos que vinham norteando você.
Exatamente como nós falamos na Meditação Guiada para Melhorar a Autoestima. Pequenos ajustes em sua mente para deixar de ver os reflexos das pessoas que estão distorcidos na sua mente, pelos seus sentimentos e emoções negativos.
Na verdade, as pessoas à nossa volta simplesmente continuam sendo elas mesmas e o que elas fazem não é contra você, é somente a favor delas mesmas.
O mesmo sofrimento que você sente, elas também estão sentindo, com ligeiras modificações na frequência. Mas elas também estão agindo para se defender do mundo. Não é nada contra você!
E quando você entende isso, eureka! Você entendeu tudo! Você se tranquiliza!
“Mas a minha mãe faz isso comigo!”, você vai dizer. E eu repito: ela não faz isso contra você, é apenas o jeito de ela ser. Esse é o melhor que ela consegue ser! Não exija dela o que ela não é capaz. E tudo que você dá você recebe de volta, lembre-se disso. Então, não exija de ninguém que seja o que não é. E ninguém vai exigir isso de você. A vida vai ficar mais leve desse jeito.
Se você tem dificuldade com alguém, se é impossível conviver com esse alguém, então é melhor você manter uma certa distância dessa pessoa. Não tente impor que ela seja alguém que ela não é. “Mas é minha família”. Tudo bem, mantenha uma certa distância. Até mesmo em uma mesma casa, você consegue se manter um pouquinho afastado. Em outro cômodo, falando menos, evitando assuntos conflituosos, sendo mais diplomático. Não batendo de frente. Isso vai tornar sua vida mais amena, mais fluida. Seja como a água, que flui pelas frestas mais insignificantes!
Você está vendo os defeitos do seu pai, da sua irmã, do grupo que você participa, porque estava achando que ele era o responsável pela sua miséria. Mas quando você entende que ninguém é responsável pela sua miséria a não ser você mesmo, você pode ver as pessoas como elas realmente são e aceitar elas mais facilmente.
E então você pode equilibrar sua autoestima, porque ela não depende mais dos outros! Você vai continuar gostando dos outros, porque somos todos uma família universal e todos estamos aqui juntos evoluindo! Você vai continuar fazendo coisas pelos outros, porque o amor é um bem bolado, no qual você ama a si mesmo e aos outros. Mas você vai aprendendo a fazer a sintonia fina entre gostar de si mesmo e gostar dos outros, fazer por si mesmo e fazer pelos outros.
E quando você estiver com a autoestima equilibrada, você vai ver o outro com olhar diferente, despido daquelas emoções negativas do ego! E isso vai ser fantástico! Você vai notar que as pessoas são diferentes! Você vai ver as pessoas com mais compaixão, com mais perdão, com mais carinho. Porque você vai ver as pessoas nelas mesmas, sem se misturarem com os seus sentimentos e emoções negativos.
E quando você aceita os outros, você também aceita a si mesmo e vice versa. Quando você perdoa a si mesmo, fica mais fácil perdoar os outros, porque nós refletimos para o mundo o que temos dentro de nós.
3 Como funciona a autoestima
Veja, se você tem um pacote de pipoca, o que você vai oferecer aos outros? Uma barra de chocolate? Não, porque você não tem uma barra de chocolate, você tem delicioso saco de pipoca! Então, você só pode oferecer pipoca, não é?
E se você tem perdão dentro de você, o que você vai oferecer aos outros? Perdão! Não é lindo isso? Mas você se perdoa e não perdoa os outros, talvez seja porque você está cheio de ódio e de vingança dentro de você. E de onde vem isso? Esses sentimentos negativos pelos outros? Vem do seu cachorro? Do seu peixe? Da sua gata? Não, esse sentimento vem de você. Está dentro de você.
Então a pergunta que não quer calar? Como você tem tanto ódio e vingança dentro de você? E porque está direcionando para essa pessoa? Porque tem alguma coisa que te aconteceu e que você sentiu ódio, sentiu vontade de se vingar, e guardou isso em você! Agora, tem essa energia ruim acumulada em você, atraindo pessoas, para você poder descontar esse ódio e vingança.
E se você não jogar isso em cima de outra pessoa, se você reprime essas emoções, é ainda pior, porque isso vira contra você, na forma de doença ou vício ou de algum desequilíbrio, que se manifesta de alguma forma.
Assim, você precisa compreender o sentimento que está em você, mas que você reflete nas pessoas, achando que o problema são as pessoas. Na verdade o problema está só na forma como você vê as coisas, as pessoas e principalmente a si mesmo.
Se você conseguir entender o que te levou àquela situação de ódio, de vingança ou qualquer outro sentimento negativo, você poderá eliminar ou transformar ou, melhor ainda, transcender esses sentimentos.
E como você vai fazer isso?
Primeiro vamos entender como a autoestima funciona.
A autoestima pode vir do seu ego ou da sua alma. Normalmente, é um misto de ambos. E o que isso significa?
A parte da autoestima que vem do seu ego é construída a partir das suas experiências sensoriais, ou seja, tudo aquilo que você recebe de informações dos seus 5 sentidos: visão, audição, tato, olfato e paladar. De tudo que você aprendeu do meio externo e das relações com as pessoas.
A parte da autoestima que vem da sua alma é obtida a partir da sua intuição, ou seja, do seu sexto sentido. São aqueles insights que você recebe, que te dão a certeza de que você não é apenas matéria, não é apenas um corpo, você é muito mais que isso! Você é uma centelha do Fogo Divino! É um espírito de luz em expansão! E você sente que tem alguma coisa lá em cima, um Deus, uma Existência, uma Força Superior que está olhando por você e mantendo tudo na mais perfeita ordem aqui embaixo.
Acontece que a autoestima que vem do seu ego nem sempre é uma alta autoestima. Ficou estranho isso, não é? Então, sua autoestima construída a partir do ego vai depender muito das experiências que você teve ao longo da vida e das relações com as pessoas. São muitas as regras e princípios que você deve seguir para se adequar às pessoas e viver em sociedade.
E é aí que a porca torce o rabo! O problema de você seguir o ego é que você não vai conseguir agradar a todos. Sempre haverá aqueles que você vai desagradar. Eu diria que em torno de 50% das pessoas com quem a gente convive, não conseguimos agradar. Mas quando a gente vive em sociedade, desenvolvemos ideais, desejos e metas de quem desejamos ser, para sermos aceitos. É, você achou que aquele sonho que você tem de ser alguma coisa é seu, não é? Pense bem! Será que é mesmo seu ou é só um modo de agradar alguém ou ser aceito?
Vamos dar alguns exemplos: primeiro, queremos agradar nossos pais, fazer o que vai deixar eles felizes.
Read the full article