Está ai uma coisa que nunca saberei nem compreenderei - do que os humanos são capazes.
Morte, AMQRL.
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Está ai uma coisa que nunca saberei nem compreenderei - do que os humanos são capazes.
Morte, AMQRL.
Um par de guardas do trem. Um par de coveiros. No final das contas, um deles dava as ordem. O outro fazia o que lhe mandavam. A pergunta é: e se o outro é muito mais que um?
A Menina que Roubava Livros.
outros pequenos fatos
Às vezes eu chego cedo demais. Apresso-me e algumas pessoas se agarram por mais tempo à vida do que seria esperado.
-Porque ele tinha que morrer? - perguntou Liesel, mas Rudy não fez nada, não disse nada. Quando enfim ela terminou e se levantou, o menino pôs o braço em seus ombros, no estilo melhor amigo, e os dois seguiram caminho. Não houve pedidos de beijo. Nada disso. Você pode gostar do Rudy por isso, se quiser.
A Menina Que Roubava Livros.
A escuridão o atingiu.
A Menina que Roubava Livros.
Sua boca tremia. Seus braços frios estavam cruzados. Havia lágrimas cristalizadas no rosto da roubadora de livros.
A Menina Que Roubava Livros.
Uma definição não encontrada no dicionário. Não ir embora: ato de confiança e amor.
A Menina que Roubava Livros.
A menina não o produzia com frequência, mas, quando ele surgia, seu sorriso era faminto.
A Menina que Roubava Livros.