Azazel o anjo caído da Ira Azazel the fallen angel of wrath #Azazel #FallenAngel #anjoCaído #Wrath #art #SevenDeadlySins #setePecadosCapitais

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Azazel o anjo caído da Ira Azazel the fallen angel of wrath #Azazel #FallenAngel #anjoCaído #Wrath #art #SevenDeadlySins #setePecadosCapitais
Equipe dos renegados Renegades Team #anjo #angel #humano #human #afro #demon #devil #demonio #ciborg #cyborg #nephim #angeldemon #anjoCaído #FallenAngel
Música Baiana de qualidade,
(Paz)
pra você
(mais)
Paz
pra mim
Porque julgar é mais facil que entender? Cada pessoa tem seus motivos, cada pessoa sabe o que acontece, o que leva até aquilo! Muitos encaram isso como uma brincadeira, um ato bobo, ou até mesmo "modinha"; mas quando é que essa sociedade hipócrita vai entender que essa é a nossa forma de se aliviar, nossa válvula de escape!? É por isso que abaixamos as mangas, colocamos um sorriso no rosto e fingimos estarmos bem, para evitarmos discussões e julgamentos desnecessários!
IMT
Anjo Caído - Elizabeth Thompson
Atualmente
Coldwater
Eu estava indo para Coldwater. O avião partiu de manhã e já estávamos sobrevoando a pequena cidade em direção ao seu aeroporto. Era tão estranho que alguns séculos atrás eu tinha asas e com elas viajava mundos nunca antes explorados e agora eu tinha que ir para outro lugar com a ajuda de uma máquina criada pelo homem. Dois dias atrás eu estava na Alemanha quando recebi a informação de que três flechas celestiais permaneciam em uma pequena cidade esquecida da América. Essa informação, pelo que eu entendi, já havia chegado em muitos companheiros anjos caídos e nos ouvidos dos nossos inimigos. Me prontifiquei de procurar essas flechas e cá estava eu.
O ar estava gélido e a respiração saía como se fosse fumaça. Vesti três blusas de frio com um sobretudo por cima, duas calças, uma bota marrom e uma touca rosa. Carreguei o máximo de roupas possíveis dentro de duas malas, não queria prolongar a estadia. Quando desci do avião coloquei um fone de ouvido para tentar abafar as conversas humanas e me dirigi para a área externa em busca de um táxi. O lugar era pequeno e a movimentação baixa. Não havia muitos turistas indo para aquele lugar frio. Chamei um táxi e um senhor de idade que mascava chiclete me ajudou a colocar as malas no bagajeiro, mesmo eu insistindo que não precisava.
– Para onde senhorita?
– O hotel mais aconchegante possível, por favor.
– O Hotel Coldwater é o melhor que temos, com fogo na lareira e camas de linho quentinhas. É pra já. Muitos turistas estão chegando nesse mês – o táxista tirou o carro da vaga e começou o caminho. Devo ter aparentado uma cara de interrogação, pois ele acrescentou – Sim. De uns dias para cá estamos recebendo muitos jovens.
– E por qual motivo? – meu instinto dizia que essa imigração não era ocasional.
– Pra falar a verdade, não sabemos. Talvez a Coldwater High School esteja bem chamativa. O importante é que isso vai elevar os nossos negócios – ele começou a rir e ligou o som.
– Sim, deve ser.
Mas eu sabia que não era. Se várias pessoas estavam indo para Coldwater, isso queria dizer que muita gente já sabia das flechas. Observei a paisagem, desejando chegar logo no hotel e fazer uma reserva pra colocar o plano em ação. Estávamos literalmente em uma cidade de interior, não havia prédios e tudo parecia muito abandonado, com estradas entre florestas e comércios pequenos. A noite já estava chegando e o sol se pondo era uma grande imagem. Eu já estava acostumada com grandes imagens, mas a natureza sempre tinha um show para mostrar. A corrida não demorou muito e o preço foi baixo. O hotel parecia ser simples, mas era muito chamativo e atrativo. Tinha um restaurante ao lado, o estacionamento era em frente e o lobby também já estava na faixada. Agradeci ao motorista e lhe paguei com dólares, peguei minhas duas malas com a facilidade que um ser humano não teria e me direcionei ao lobby. Não havia nenhuma movimentação do lado de fora, o vento castigava as árvores e o frio era cortante. Um sino tocou quando eu abri a porta e lá dentro na recepção uma senhora de idade lia um panfleto. Ela logo se aprumou e sorriu.
– Olá! Gostaria de reservar um quarto? – é claro que eu gostaria. Sorri de volta.
– Sim. Devo ficar por duas semanas, tenho alguns assuntos a tratar e creio que não precisarei estender a estadia.
– Claro, claro. Para a sua sorte, temos ainda cinco quartos disponíveis.
Paguei á vista todo o preço da estadia. A senhora ficou surpreendida, seu nome era Margareth e ela era a dona do lugar. Eu tinha muito mais dinheiro, mas mantinha tudo em uma conta no banco. Só andava com o necessário e o necessário era o suficiente pra comprar dois continentes. Recebi a chave e fui direto para o quarto que ficava no segundo andar. Era bem simples, tinha uma cama de casal, uma lareira apagada, uma televisão de tela plana, uma escrivaninha e uma varanda que dava para a vista de toda a Coldwater. Joguei as malas em cima da cama e peguei notebook, pois precisava saber um pouco mais sobre a cidade. O céu estava escuro e milhares de estrelas desabrocharam no céu, alguns grilos começaram a cantar e tudo parecia calmo, mas eu sabia que se vampiros e anjos caídos viessem procurar as três flechas perdidas, essa paz acabaria. Entrei em uma página de notícias da cidade e a primeira manchete me alarmou.
"Motorista de táxi morto por animal"
A notícia dizia que as investigações estavam acontecendo, mas a morte tinha ocorrido por causa de uma mordida que fez o homem agonizar até a morte. Isso não era obra de animais. Anos de experiência me diziam que aquilo era um vampiro e todos os fatos voltavam para essa certeza. Lembrei de Marcus e meu coração acelerou de ódio. É claro que não era ele, devia ser algum infectado imprudente pra cometer um crime desses em uma cidade pequena como Coldwater. Segundo a notícia, não havia provas para confirmar as suspeitas. Suspirei. É claro que não havia, eles não deixavam ser pegos.
(O INÍCIO) Anjo Caído - Elizabeth Thompson
1800
Casta dos anjos guardiões
Europa
Tudo começou quando eu me prontifiquei a matar uns vampiros. Eu estava cansada de ver todos os meus amigos guardiões terem a chance de matar uns sugadores de sangue na Terra enquanto eu ficava em minha casta esperando ser chamada.
– Permissão para falar? – perguntei cordialmente ao nosso Mour. Era ele que recebia as orientações de Deus diante de todas as castas.
– Permissão concedida – sua voz grossa em um tom elevado dizia muito de seu temperamento.
– Gostaria de descer a Terra e enfrentar o inimigo! – minha voz aparentava muito mais coragem.
E foi assim que consegui descer. Ao chegar a Terra, me deparei com todos os pecados mundanos, mas como minha mãe, eu tinha a mente limitada e consegui passar por todos os obstáculos. Naquela época eu havia descido em um lugar ao sul da então Europa onde dois vampiros faziam suas vítimas. Peguei todas as informações possíveis e já sabia o que me esperava. Tentei ao máximo me camuflar durante os dias que permaneci tentando seguir os rastros. Vestia as mesmas vestimentas dos seres humanos e ignorava os pecados. Minhas asas não se incomodavam em ficar escondidas já que conseguíamos apertá-las contra a nossa carne. E fiquei assim durante um bom tempo até ter a primeira oportunidade.
Ao andar em uma das ruas lamacentas depois do toque de recolher, observei dois homens entrando em um galpão abandonado. Fiquei na espreita com as flechas no arco, mas já sabendo que aqueles dois eram as minhas presas. Um era alto e esguio com uma musculatura avantajada, cabelos loiros e olhos dilatados. Havia olheiras cinza e sua pele era mais pálida do que a neve. O outro era baixo e corpulento com as mesmas características vampirescas de quem havia sido infectado. Fui me aproximando, mas senti um aperto sufocar meu pescoço. Mãos fortes me agarraram e eu senti o meu pescoço virar. Entrei em desespero e tentei ao máximo acertar com uma flecha aquele terceiro vampiro que eu não havia calculado.
– Por Deus, me largue criatura asquerosa! – consegui exclamar por entre silvos. Senti o cheiro de cigarros e sangue.
– Por que deveria pequena anja? – sua voz era melodiosa, mas tinha um toque de raiva.
Consegui me desviar do seu aperto e saltei da calçada, conseguindo pairar com as asas sobre ele. A visão de um anjo celestial pode tê-lo recuado, mas a fome ainda estava impregnada em seu rosto. Apontei o arco pronto para lançar a arma que o mataria, mas um pedido de súplica chegou aos meus ouvidos.
– Não! Deixe-me viver! – fiquei impressionada com a sua beleza. Cabelos loiros e olhos verdes dilatados. Uma pele branca, mas com um toque escuro. Porte de militar e coragem de ferro. Sempre pensei que os próprios vampiros gostariam de morrer, já que viviam com fome e com aquela aparência inumana.
– Por que deveria?
– Eu lhe ajudarei. Eu lhe ajudarei a matar os dois vampiros naquele galpão e você me deixará livre.
E esse foi o meu grande erro. Por mais que eu não tenha caído na tentação carnal ou nos pecados mundanos, eu ajudei o inimigo a sobreviver. Resultado? Fui expulsa do céu na mesma época em que Deus decretou que não haveriam mais descidas de anjos celestiais e que nenhum anjo caído teria a sua redenção. Foram-me arrancadas as asas porque tive piedade daquilo que antes fora um ser humano.
Seu nome era Marcus. Ele havia recebido a infecção de um amigo na Ásia, onde servia ao exército dos Estados Unidos. E essas são as únicas informações que eu possuo daquele vampiro que nunca mais vi. A minha desgraça.
What are u? on We Heart It http://weheartit.com/entry/113006096/via/naughty_vamp