Tentei enxergar o brilho da lua que ilumina as noites de ansiedade. Mas enquanto todos adormecem lá dentro, eu perco o sono aqui fora.
Tentei ser o sol que renasce incessantemente todos os dias. Mas escondi-me por entre as nuvens, p’ra fugir do mundo.
Todas as noites deito a cabeça no travesseiro e meu coração tem a sensação de está vivendo em um corpo que não o pertence. Minha mente me perturba, e meus olhos que já estava segurando as lágrimas há alguns minutos, desabam como rios. Minha mão tremula dilacera mais uma vezes meus pulsos, enquanto me pergunto porque não consigo mais controlar a mim mesma.
Perguntas e mais perguntas... As vezes acho que não existem respostas para elas.
Elifábia Nogueira














