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|| open starter || Ceara
|| LOCATION || The Barnett Gemstone Ball
Somewhere along the way, Ceara lost sight of Kitty and decided to traverse the Barnett residence on her own. She wasn’t sure where to go or what would await every corner, but it was better than the strange tension between her and her supposed new friend. She hadn’t seen Tim, which worried her. And she had yet to see Dominic, which made her stomach turn uncomfortably. There wasn’t anyone she could turn to with a familiar face and, for the first time in seventeen years, her vulnerability was at an all-time high.
She fidgeted her fingers, eyes darting from corner to corner until she found an empty hallway to breathe in. Sagging against the wall, she finally took a deep breath. Perhaps this was a bad idea. She wasn’t fit for this sort of thing. Or maybe it was the fact that so much had happened leading up to this ball and her mind was warping all the things that could possibly go wrong.
Ceara began muttering an Irish lullaby to herself, recalling the one her mother used to sing. She hummed the tune, shutting her eyes until she felt another presence and softly said, “I found this hallway first. So, if you do not intend to share it with me, then I suggest walking away.”
Jedi Masters & Knights (Canon)
"Star Wars: The Secrets of the Jedi" is a Canon reference book written by Marc Sumerak, with illustrations by Sergio Gómez Silván, and published by Insight Kids and released on November 12, 2019.
Chevrolet Chevette e Chevrolet Brasil 3100
Vídeo de Leandro Porfirio
Entre o Céu e a Terra
Fortaleza - Ceará
Casa Tune, Cariri, Ceará, Brazil,
FB+MP Arquitetos Associados
“A Última Volta da Roda-Gigante”
Naquela noite de 24 de maio de 2007, a cidadezinha de Arco do Sul parecia suspensa entre dois tempos: o do passado, com suas tradições de festa junina, algodão doce e fogos de artifício; e o do futuro, que pousou silencioso sobre o céu escuro, em forma de disco prateado, com luzes que não piscavam — apenas respiravam.
O som da roda-gigante girando era como o tique-taque de um relógio velho, esperando o momento certo para parar. Ninguém o ouvia — até aquele momento. Quando o objeto surgiu no céu, ninguém gritou. Ninguém correu. Houve, no entanto, um silêncio do tipo que só se escuta nas pausas entre as batidas do coração.
Três crianças, munidas de celulares com câmeras VGA, gravavam o céu como se aquilo fosse apenas parte do espetáculo — mais um efeito especial patrocinado pela prefeitura. Os adultos também pararam. Alguns riram. Outros murmuraram orações. Mas ninguém saiu do lugar. Era como se uma força magnética os mantivesse ali, presos não ao chão, mas à curiosidade.
No meio da multidão, Dona Gertrudes — 84 anos, ex-professora de Ciências e escritora de cartas para mortos — murmurou em voz baixa:
— Eles voltaram.
Ninguém entendeu o "eles". Tampouco se lembraram, mais tarde, de tê-la ouvido. Mas uma criança, com um colar fluorescente no pescoço, perguntou:
— Eles quem, vó?
Ela não respondeu. Seu olhar estava preso à nave, como se reconhecesse nela um velho conhecido. Um velho desafeto. Um velho amor.
O disco flutuava, parado. Não fazia barulho. E ainda assim, havia nele uma espécie de som interno — uma frequência que tocava direto dentro do pensamento, onde as palavras não alcançam.
Então, sem aviso, a roda-gigante parou.
Não bruscamente. Ela apenas... congelou no ar. Como se quisesse observar melhor, como se também estivesse curiosa. As luzes da festa começaram a piscar, como se fossem olhos nervosos. Algumas barracas continuaram vendendo pipoca. Outras... desapareceram.
Literalmente.
Uma menina perdeu os pais. Um pai perdeu os olhos. Uma senhora começou a flutuar e ninguém notou, porque todos olhavam para o céu.
— Isso já aconteceu antes — sussurrou um velho que vendia peixinhos dourados. — Em 1954, na Romênia. Mesma nave. Mesmo silêncio.
E então, com um lampejo mudo, o objeto desapareceu.
A roda-gigante voltou a girar. As luzes acenderam como se nada tivesse acontecido. A banda retomou sua música brega. A multidão seguiu sua festa. Mas algo havia mudado.
No dia seguinte, os jornais não noticiaram o caso. As câmeras dos celulares estavam inexplicavelmente apagadas. As fotos, corrompidas. As pessoas? Elas lembravam... mas embaçado. Como se o evento tivesse sido um sonho coletivo — ou um delírio gripal.
Mas uma coisa era certa: ninguém mais ousou subir na roda-gigante.
Ela continuava lá, silenciosa, brilhando à noite, como se fosse uma irmã terrestre daquele disco que visitou a cidade. Às vezes, os mais atentos juravam ouvir uma música metálica vindo de dentro dela, mesmo desligada. Uma canção repetitiva. Hipnótica.
Como se algo ainda estivesse girando por dentro.
Algo que nunca mais pararia.
Por: Bernardo Dal Pubel