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A noo artikle ha dunben wrote uhn www.giterdonegossip.com
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The Care and Nurturing of the Gifted Child
Nairy ever youngn who enters thishere worl is wantid. But fer thems who air, thar futures air instantlee callt into questchun. Sum parnts air content simplee a'knowin at thar newbern is heelthy. Utherns immediatelee start fantasizyun' about thar offspryun'’s college skoolin an'...
Introdução a Educação Criadora!
Esta semana participei de um curso aqui em Barcelona que falava sobre a Educação Criadora (também conhecida como Expressão Livre ou Expressão Criadora) de Arno Stern na Europa. Por isso resolvi escrever sobre ela aqui no blog. A Educação Criadora se baseia no trabalho de Arno Stern com um grupo de órfãos na 2ª Guerra Mundial. Sem saber muito bem como manter a atenção das crianças, Arno lhes colocou a desenhar e aí se originaram as condições de trabalho que ele realiza até hoje. Finalizada a guerra, em 1949, abre em París seu atelier de pintura "Academie du Jeudi", atualmente Le Closlieu. Durante os anos 60 rodou o mundo investigando sobre o desenho e a pintura e descobriu que existe um código universal e autônomo que aparece sob condições muito específicas, a este código Arno chama A formulação. Atualmente ele continua trabalhando no seu atelier en París, impartindo cursos de formação por toda Europa e criou o "Institut de Recherche en Semiologie de L’Expressión".
A Educação Criadora estabelece umas condições em que todas as pessoas possam sentir-se seguras e afirmar-se sem depender de modelos. O desenvolvimento desta capacidade criadora para qualquer circunstancia da vida se baseia na possibilidade do reencontro com todo o que se tem de diferente, original e pessoal, sem inibições e longe de exibição. Longe de comparações e juízos o medo desaparece, os limites se rompem e se pode evoluir mais além do que imaginamos sermos capazes.
Condições para que tenhamos um Espaço Creativo: começamos por ter um grupo heterogêneo que tenha manifestamente claro suas diferenças, para que quando alguém entre possa sentir-se realmente diferente aos demais. Com essa mensagem não-verbal de que sou diferente permite que não aconteça a competividade nem comparações. Assim, é possível exercer o direito a ser uma pessoa única. Pois acredita-se que quando as pessoas são agrupadas por idades e lhes colocam em um mesmo programa de aprendizagem, se lhes uniformiza e a comparação acontece de forma inevitável. Quando ninguém espera nada de ninguém todos podem manifestar-se como são, sem necessidade de fabricar imagem que terão que suportar depois. Esse é o primeiro principio para expressão criadora, fazendo possível a manifestação das nossas diferenças, onde podemos ser pessoas únicas, e não pertencentes a um grupo (profissional, escolar, etc). Assim criamos um espaço de não-julgamento: ao contrario do que acontece na sociedade, em que se busca aceitação dos demais, se opina sobre tudo, durante o atelier são falados variados assuntos exceto sobre o que se trabalha ali (e aí entra a importancia de saber a diferença entre arte e de criatividade). Se não existe o erro, o medo desaparece e pode surgir as autenticas necessidades. Por isso o papel do educador neste ambiente não é de julgar, nem de ensinar, nem de interpretar. Seu papel é apenas de apenas de assistir e estabelecer relações, mas não relações de poder, e sim de assistência. O educador não chega com nenhum projeto educativo, pois para Arno Stern, tudo que se precisa para aprender é jogar. Mas o que é jogar? O contrario de ensinar! Por exemplo, uma criança pode perguntar com que cores de tinta se faz o verde, e poderíamos responde-la, mas estaríamos roubando seu descobrimento, por isso o que devemos dizer é “testa as cores”, porque se não lhe estaríamos fazemos dependentes.
O jogo (jogar, investigar, trabalhar, criar) dispara a aprendizagem até lugares insuspeitáveis e o papel do educador é indispensável para viabilizar as capacidades criativas, mas os reais protagonistas são aqueles que vêm a jogar.