Arquivo obtido em um site do gov americano datada de 13/03/2014:
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CONFORMED PERIOD OF REPORT: 20140331
COMPANY DATA:
COMPANY CONFORMED NAME: PETROBRAS - PETROLEO BRASILEIRO SA
STANDARD INDUSTRIAL CLASSIFICATION: CRUDE PETROLEUM & NATURAL GAS [1311]
BUSINESS ADDRESS:
STREET 1: AVENIDA REPUBLICA DO CHILE 65
CITY: RIO DE JANERIO RJ BR
STATE: D5
ZIP: 20035-900
MAIL ADDRESS:
STREET 1: AVENIDA REPUBLICA DO CHILE 65
CITY: RIO DE JANERIO RJ BR
STATE: D5
ZIP: 20035-900
FORMER COMPANY:
FORMER CONFORMED NAME: BRAZILIAN PETROLEUM CORP
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<DESCRIPTION>PETROBRAS CONFIRMS DEEP-WATER DISCOVERY IN POTIGUAR BASIN
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<P align=center><FONT color=#000000 size=2 face=Arial>Indicate by check mark whether the registrant files or will file annual reports under cover Form 20-F or Form 40-F. </FONT></P>
<P align=center><FONT size=2 face=Arial>Form 20-F ___X___ Form 40-F _______</FONT></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT style="FONT-SIZE: 12pt" lang=EN-US face="petrobras sans,sans-serif">Rio de Janeiro, March 12<SUP>th</SUP>, 2014 – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras announces that it has completed drilling wildcat well 1-BRSA-1205-RNS (1-RNS-158), located in deep-waters of the Potiguar Basin. The results confirm the discovery of intermediate oil (24º API), as previously announced to the market on December 17, 2013.</FONT></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT style="FONT-SIZE: 12pt" lang=EN-US face="petrobras sans,sans-serif"></FONT> </P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT style="FONT-SIZE: 12pt" lang=EN-US face="petrobras sans,sans-serif">The well, informally referred to as Pitu, is located at a water depth of 1,731 meters, 55 km off the coast of the state of Rio Grande do Norte. </FONT></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT style="FONT-SIZE: 12pt" lang=EN-US face="petrobras sans,sans-serif">Petrobras is the operator of concession BM-POT-17, with an 80% interest, in partnership with Petrogal Brasil S.A., which holds 20%.</FONT></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT style="FONT-SIZE: 12pt" lang=EN-US face="petrobras sans,sans-serif"></FONT> </P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT style="FONT-SIZE: 12pt" lang=EN-US face="petrobras sans,sans-serif">As a result of the on-going farm-out process and after obtaining the necessary approval from Brazilian authorities, BP Energy do Brasil Ltda will join as a concessionaire and the interests of the consortium members in BM-POT-17 will be as follows: Petrobras - 40% (operator), BP Energy do Brasil Ltda - 40% and Petrogal Brasil S.A - 20%.</FONT></P>
Agora um trecho retirado do site da própria Petrobrás no período indicado 13/03/2014:
A Petrobras informa que concluiu a perfuração do poço pioneiro 1-BRSA-1205-RNS (1-RNS-158), localizado em águas profundas da Bacia Potiguar. Os resultados comprovaram a descoberta, já divulgada em 17 de dezembro de 2013, de óleo médio de 24º API.
Denominado informalmente de Pitu, o poço localiza-se em profundidade d’água de 1.731 metros, a uma distância de 55 km da costa do estado do Rio Grande do Norte.
O poço atingiu a profundidade final de 5.353 metros e constatou uma coluna de hidrocarbonetos de 188 metros. Foi realizado teste de formação que confirmou as boas condições de permeabilidade e porosidade do reservatório.
A partir dos resultados obtidos, o consórcio dará continuidade às atividades exploratórias previstas, com objetivo de propor a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) um Plano de Avaliação da Descoberta para a área.
A Petrobras é a operadora da concessão BM-POT-17, com 80% de participação, em consórcio com a empresa Petrogal Brasil S.A., que detém 20%.
Em decorrência de processo de farm-out, em andamento, e depois de obtida as aprovações governamentais necessárias, a BP Energy do Brasil Ltda. se tornará concessionária e as participações das consorciadas no BM-POT-17 serão dispostas da seguinte forma: Petrobras - 40% (operadora), BP Energy do Brasil Ltda. - 40% e Petrogal Brasil S.A - 20%.
PETROBRAS DEMITIU 4 MIL PETROLEIROS E VENDEU ATIVOS NA BACIA POTIGUAR
Considerada uma das maiores cadeias econômicas do Rio Grande do Norte, a produção de petróleo hoje segue movimento descendente. O estado fechou 2014 com leve queda de 0,2% na produção diária em relação ao ano anterior. Nos últimos quatro anos, o rendimento não chega a 60 mil barris de petróleo por dia. A redução acumulada também causa a perda de competitividade junto à maior exploradora do país. De acordo com o Sindicato dos Petroleiros do RN, a redução de investimentos da Petrobrás já levou a demissão de quatro mil petroleiros. No ano passado, a estatal também deu entrada na venda de participação de duas reservas em águas profundas recém-descobertas na Bacia Potiguar.Nos últimos anos, a Petrobrás voltou os olhos para a exploração da camada pré-sal em detrimento de investimentos nos chamados campos maduros, concentrados no Nordeste. Estes campos possuem uma produção menor e ainda exigem investimentos contínuos em recuperação, com injeção de gás e adensamento de malha para estabilizar a produtividade. Em 2013, a estatal chegou a apresentar um plano de investimento de R$ 1,8 bilhão nos 82 campos do RN até 2018.Entretanto, o escândalo da Operação Lava Jato, que envolveu o superfaturamento de obras da estatal pelo Brasil, pode barrar ou atrasar a chegada de investimentos, na avaliação de entidades da cadeia petrolífera potiguar. De acordo com informações colhidas pela reportagem junto às empresas prestadoras de serviço, a média de perfurações nos últimos anos caiu de 800 para 100 por ano.
Segundo o Sindipetro, o temor são justificados pelo crescente número de demissões e realocações de equipe nos últimos cinco anos. Levantamento do sindicato mostra que 250 funcionários da estatal foram realocados para campos em outros estados – notoriamente onde se encontram as maiores reservas da camada pré-sal; outros 350 assinaram acordo de demissão voluntária, mas não foram reaproveitados para outras funções na empresa; e quatro mil foram demitidos por terceirizadas vinculadas à estatal. “A visão da estatal não é mais contratar o homem-hora, mas por serviço as empresas. Neste caso, o que a empreiteira faz é reduzir o número de trabalhadores que tinha. Isso está afetando o Brasil todo”, afirma o diretor de previdência do Sindipetro, Belchior Medeiros. “Agora está piorando a situação. Com a Lava Jato, o cerco está apertando.”Em janeiro, a então presidente da Petrobrás, Graça Foster, anunciou que empresa diminuiria o ritmo de investimentos. No último final de semana, o jornal O Globo noticiou que a empresa adiaria R$ 11 milhões em licitações que estariam previstas para o primeiro semestre.Para Medeiros, uma das causas dessa redução é a revisão de contratos de empreiteiras por parte da estatal. “Essa revisão geral já está afetando, é geral, dos menores aos maiores contratos. Temos empreiteiras atuando na refinaria, na perfuração de poços, em quase todos os setores”, afiançou.Venda
Outro sintoma da redução de investimentos por parte da Petrobrás é o processo de venda dos poços de Pitú e Araruna, primeiras reservas em águas profundas descobertas no RN. De acordo com informações da Agência Nacional de Petróleo, os poços terão participação cedida à British Petroleum do Brasil. Em outubro do ano passado, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou a venda das fatias de participação. Para ambos, a Petrobrás reduziu a participação de 60% para 40%; outros 40% ficaram com a BP e 20% com a companhia portuguesa Petrogal. A estatal brasileira continua como a operadora do consórcio.Localizado em profundidade d’água de 1.731 metros, a uma distância de 55 km da costa potiguar, Pitú foi a primeira reserva a ser divulgada pela Petrobrás, em 2013. No ano passado, as foram descobertos ainda os poços de Tango e Araruna. Nenhum deles teve a capacidade de produção divulgada.