(...) comecei a pensar em quanto tempo da minha vida eu gasto debatendo de um lado para o outro como um peixão procurando ar, ou desvencilhando-me de alguma preocupação desconfortável, ou então saltitando alegremente em direção de mais prazer ainda. E me perguntei se poderia ser útil para mim (e para aqueles que carregam o fardo de me amar) se eu conseguisse aprender a ficar parada e suportar um pouco mais, sem me deixar sempre arrastar pela estrada esburacada das circunstâncias.
Comer, Rezar, Amar – Elizabeth Gilbert
















