✦ Nome do personagem: Asami Watanabe.
✦ Faceclaim e função: Gaeul - IVE.
✦ Data de nascimento: 23/09/2000.
✦ Idade: 23 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreana.
✦ Qualidades: Inteligente, fofa e carinhosa.
✦ Defeitos: Inocente, manipulável e ansiosa socialmente.
✦ Moradia: Asphodel Meadows.
✦ Ocupação: Bibliotecária na Athena’s Temple.
✦ Twitter: @AM00AW
✦ Preferência de plot: CRACK, FLUFFY, ROMANCE, SMUT.
✦ Char como condômino: Extremamente quieta e sempre parece fugir das pessoas desconhecidas quando tentam conversar com ela, parece sempre evitar qualquer tipo de interação social que não seja absolutamente necessária, porém sempre está tentando ajudar todo mundo e não hesita em fazer de tudo para que as pessoas sorriam.
TWs na bio: menção à prostituição, abandono parental e bullying.
Biografia:
Nascida na Coreia do Sul, Asami nasceu com o nome de “yuna”. Desde criança fora criada apenas por sua mãe – uma prostituta que engravidou de um de seus clientes anônimos, que desapareceu após descobrir que ela estava grávida. Após alguns anos sua mãe chegou a conclusão de que não tinha condições financeiras de criá-la, afinal ter uma criança em casa espantava clientes potenciais e, com 4 anos, fora deixada em um orfanato.
Yuna amava sua mãe que nunca deixou de ser carinhosa com ela, sempre fazia de tudo para conseguir dar de comer para a garota, mesmo não a tratando com tanto carinho. Por esses motivos, não entendeu o porquê havia sido “deixada” naquela casa cheia de outras crianças, nunca entendeu também o porquê nunca pode ver sua mãe de novo e também nunca entendeu o porquê não tinha um “pai”.
Por conta disso e também pelo fato de que o orfanato não era um lugar muito agradável de se viver – ela sofria na mão das outras crianças maiores, além do fato de que as cuidadoras simplesmente fingiam que não sabiam do que acontecia – Yuna desenvolveu uma condição: o mutismo seletivo.
Ela só conseguia se comunicar verbalmente com uma amiga do orfanato, ficando completamente muda e ansiosa na presença de outras crianças ou das cuidadoras que até tentavam forçá-la a falar, dito que quando havia chego no orfanato ela se comunicava normalmente. Ao completar 6 anos, Yuna havia sido escolhida para adoção.
Um casal japonês que morava na coreia do sul descobriu sobre a condição de Yuna e, por conta de que o homem era estéril, eles tinham certeza de que queriam adotar aquela garota. Ao verem-na pela primeira vez, o instinto materno de sua futura mãe clicou quase que instantaneamente.
Não foi uma adoção fácil, tendo em vista que ambos eram japoneses e Yuna era coreana, além de ser uma criança com uma condição tão complicada de lidar, mas que ambos eram psicólogos e também que o primeiro motivo para quererem adotar justamente Yuna era para tentar ajudá-la com o mutismo seletivo e dar um lar carinhoso e cheio de amor para ela foram pontos-chave para que a adoção desse certo.
Novamente foi um começo difícil: Yuna tinha 6 anos e havia estereotipado em sua cabeça de que o mundo estava contra ela. Seus pais foram extremamente pacientes, conseguindo fazer com que aos poucos Yuna se abrisse para eles. Não foi rápido, foi pelo menos um ano de adaptação, e então, em uma noite de inverno durante o jantar, finalmente suas primeiras palavras para seus pais ecoaram – “eu amo vocês.”
Pelo fato de ter sido adotada ainda nova, seus pais tiveram a oportunidade de mudar o nome da garota e naturalizá-la no japão e, após explicarem com calma o que o nome significava, e como isso a faria superar tudo o que havia acontecido até agora, Yuna fora renomeada “Asami”, recebendo também o sobrenome “Watanabe” de seus pais. Essa mudança marcou o momento em que Yuna – agora Asami – cortou relações com sua antiga vida e começou do zero. Era muito nova para entender essa situação ainda, mas seus pais sabiam que no futuro tudo faria sentido.
Crescendo em um lar carinhoso e amável no Japão, Asami se sentia confortável com sua família, mas seus traumas do passado não a deixaram. O mutismo seletivo havia evoluído para um espectro específico da fobia social: Asami não conseguia falar com as pessoas normalmente, apresentava sintomas de ansiedade. O problema sempre foi a fala.
Seus pais encontraram um método para que Asami se comunicasse de forma não verbal: após aprender a escrever, recebeu um caderninho e fora instruída a tentar se comunicar escrevendo para as outras pessoas e, surpreendentemente, aos poucos deu certo. Sempre elogiavam sua caligrafia bonita e, ao menos até o fim de sua adolescência, seus pais sempre faziam questão de estar junto dela quando saia, para explicar para os outros qual era a situação. Ao completar a maioridade, Asami passou por outro de seus maiores desafios: sair sozinha de casa para fazer as coisas. Novamente se adaptando aos poucos, chegou o momento onde Asami conseguia explicar sua situação para quem quer que fosse através de seu amado caderninho. Por conta de estar sempre envolvida com palavras escritas, Asami desenvolveu um amor praticamente obsessivo por literatura. Livros são seu hiperfoco.
Desde então, Asami sempre usou seu caderninho (seus, pois comprava praticamente semanalmente) para comunicar-se com as pessoas. Até guardava algumas folhas para se lembrar das conversas que teve com certas pessoas. Conseguiu um trabalho em uma pequena livraria calma e quieta após ser indicada por sua mãe que sempre passava por lá. Algum tempo depois se mudou novamente com seus pais de volta para a Coreia do Sul no famoso complexo “Acrópolis”, onde completou sua faculdade de biblioteconomia, começou a trabalhar na Athena’s Temple como bibliotecária e aos poucos tem desenvolvido sua habilidade de comunicar-se com estranhos.
✦ Nome do personagem: Asami Watanabe.
✦ Faceclaim e função: Gaeul - IVE.
✦ Data de nascimento: 23/09/2000.
✦ Idade: 23 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreana.
✦ Qualidades: Inteligente, fofa e carinhosa.
✦ Defeitos: Inocente, manipulável e ansiosa socialmente.
✦ Moradia: Elysian Fields.
✦ Ocupação: Bibliotecária na Athena’s Temple.
✦ Twitter: @EF00WA
✦ Preferência de plot: CRACK, FLUFFY, ROMANCE, SMUT.
✦ Char como condômino: Extremamente quieta e sempre parece fugir das pessoas desconhecidas quando tentam conversar com ela, parece sempre evitar qualquer tipo de interação social que não seja absolutamente necessária, porém sempre está tentando ajudar todo mundo e não hesita em fazer de tudo para que as pessoas sorriam.
TWs na bio: menção à prostituição, abandono parental e bullying.
Biografia:
Nascida na Coreia do Sul, Asami nasceu com o nome de “yuna”. Desde criança fora criada apenas por sua mãe – uma prostituta que engravidou de um de seus clientes anônimos, que desapareceu após descobrir que ela estava grávida. Após alguns anos sua mãe chegou a conclusão de que não tinha condições financeiras de criá-la, afinal ter uma criança em casa espantava clientes potenciais e, com 4 anos, fora deixada em um orfanato.
Yuna amava sua mãe que nunca deixou de ser carinhosa com ela, sempre fazia de tudo para conseguir dar de comer para a garota, mesmo não a tratando com tanto carinho. Por esses motivos, não entendeu o porquê havia sido “deixada” naquela casa cheia de outras crianças, nunca entendeu também o porquê nunca pode ver sua mãe de novo e também nunca entendeu o porquê não tinha um “pai”.
Por conta disso e também pelo fato de que o orfanato não era um lugar muito agradável de se viver – ela sofria na mão das outras crianças maiores, além do fato de que as cuidadoras simplesmente fingiam que não sabiam do que acontecia – Yuna desenvolveu uma condição: o mutismo seletivo.
Ela só conseguia se comunicar verbalmente com uma amiga do orfanato, ficando completamente muda e ansiosa na presença de outras crianças ou das cuidadoras que até tentavam forçá-la a falar, dito que quando havia chego no orfanato ela se comunicava normalmente. Ao completar 6 anos, Yuna havia sido escolhida para adoção.
Um casal japonês que morava na coreia do sul descobriu sobre a condição de Yuna e, por conta de que o homem era estéril, eles tinham certeza de que queriam adotar aquela garota. Ao verem-na pela primeira vez, o instinto materno de sua futura mãe clicou quase que instantaneamente.
Não foi uma adoção fácil, tendo em vista que ambos eram japoneses e Yuna era coreana, além de ser uma criança com uma condição tão complicada de lidar, mas que ambos eram psicólogos e também que o primeiro motivo para quererem adotar justamente Yuna era para tentar ajudá-la com o mutismo seletivo e dar um lar carinhoso e cheio de amor para ela foram pontos-chave para que a adoção desse certo.
Novamente foi um começo difícil: Yuna tinha 6 anos e havia estereotipado em sua cabeça de que o mundo estava contra ela. Seus pais foram extremamente pacientes, conseguindo fazer com que aos poucos Yuna se abrisse para eles. Não foi rápido, foi pelo menos um ano de adaptação, e então, em uma noite de inverno durante o jantar, finalmente suas primeiras palavras para seus pais ecoaram – “eu amo vocês.”
Pelo fato de ter sido adotada ainda nova, seus pais tiveram a oportunidade de mudar o nome da garota e naturalizá-la no japão e, após explicarem com calma o que o nome significava, e como isso a faria superar tudo o que havia acontecido até agora, Yuna fora renomeada “Asami”, recebendo também o sobrenome “Watanabe” de seus pais. Essa mudança marcou o momento em que Yuna – agora Asami – cortou relações com sua antiga vida e começou do zero. Era muito nova para entender essa situação ainda, mas seus pais sabiam que no futuro tudo faria sentido.
Crescendo em um lar carinhoso e amável no Japão, Asami se sentia confortável com sua família, mas seus traumas do passado não a deixaram. O mutismo seletivo havia evoluído para um espectro específico da fobia social: Asami não conseguia falar com as pessoas normalmente, apresentava sintomas de ansiedade. O problema sempre foi a fala.
Seus pais encontraram um método para que Asami se comunicasse de forma não verbal: após aprender a escrever, recebeu um caderninho e fora instruída a tentar se comunicar escrevendo para as outras pessoas e, surpreendentemente, aos poucos deu certo. Sempre elogiavam sua caligrafia bonita e, ao menos até o fim de sua adolescência, seus pais sempre faziam questão de estar junto dela quando saia, para explicar para os outros qual era a situação. Ao completar a maioridade, Asami passou por outro de seus maiores desafios: sair sozinha de casa para fazer as coisas. Novamente se adaptando aos poucos, chegou o momento onde Asami conseguia explicar sua situação para quem quer que fosse através de seu amado caderninho. Por conta de estar sempre envolvida com palavras escritas, Asami desenvolveu um amor praticamente obsessivo por literatura. Livros são seu hiperfoco.
Desde então, Asami sempre usou seu caderninho (seus, pois comprava praticamente semanalmente) para comunicar-se com as pessoas. Até guardava algumas folhas para se lembrar das conversas que teve com certas pessoas. Conseguiu um trabalho em uma pequena livraria calma e quieta após ser indicada por sua mãe que sempre passava por lá. Algum tempo depois se mudou novamente com seus pais de volta para a Coreia do Sul no famoso complexo “Acrópolis”, onde completou sua faculdade de biblioteconomia, começou a trabalhar na Athena’s Temple como bibliotecária e aos poucos tem desenvolvido sua habilidade de comunicar-se com estranhos.
✦ Nome do personagem: Asami Watanabe.
✦ Faceclaim e função: Nana - woo!ah!.
✦ Data de nascimento: 23/09/2000.
✦ Idade: 23 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreana.
✦ Qualidades: Inteligente, fofa e carinhosa.
✦ Defeitos: Inocente, manipulável e ansiosa socialmente.
✦ Moradia: Elysian Fields.
✦ Ocupação: Bibliotecária na Athena's Temple.
✦ Twitter: @EF00WA
✦ Preferência de plot: CRACK, FLUFFY, ROMANCE, SMUT.
✦ Char como condômino: Extremamente quieta e sempre parece fugir das pessoas desconhecidas quando tentam conversar com ela, parece sempre evitar qualquer tipo de interação social que não seja absolutamente necessária, porém sempre está tentando ajudar todo mundo e não hesita em fazer de tudo para que as pessoas sorriam.
TWs na bio: menção à prostituição, abandono parental e bullying.
Biografia:
Nascida na Coreia do Sul, Asami nasceu com o nome de “yuna”. Desde criança fora criada apenas por sua mãe – uma prostituta que engravidou de um de seus clientes anônimos, que desapareceu após descobrir que ela estava grávida. Após alguns anos sua mãe chegou a conclusão de que não tinha condições financeiras de criá-la, afinal ter uma criança em casa espantava clientes potenciais e, com 4 anos, fora deixada em um orfanato.
Yuna amava sua mãe que nunca deixou de ser carinhosa com ela, sempre fazia de tudo para conseguir dar de comer para a garota, mesmo não a tratando com tanto carinho. Por esses motivos, não entendeu o porquê havia sido “deixada” naquela casa cheia de outras crianças, nunca entendeu também o porquê nunca pode ver sua mãe de novo e também nunca entendeu o porquê não tinha um “pai”.
Por conta disso e também pelo fato de que o orfanato não era um lugar muito agradável de se viver – ela sofria na mão das outras crianças maiores, além do fato de que as cuidadoras simplesmente fingiam que não sabiam do que acontecia – Yuna desenvolveu uma condição: o mutismo seletivo.
Ela só conseguia se comunicar verbalmente com uma amiga do orfanato, ficando completamente muda e ansiosa na presença de outras crianças ou das cuidadoras que até tentavam forçá-la a falar, dito que quando havia chego no orfanato ela se comunicava normalmente. Ao completar 6 anos, Yuna havia sido escolhida para adoção.
Um casal japonês que morava na coreia do sul descobriu sobre a condição de Yuna e, por conta de que o homem era estéril, eles tinham certeza de que queriam adotar aquela garota. Ao verem-na pela primeira vez, o instinto materno de sua futura mãe clicou quase que instantaneamente.
Não foi uma adoção fácil, tendo em vista que ambos eram japoneses e Yuna era coreana, além de ser uma criança com uma condição tão complicada de lidar, mas que ambos eram psicólogos e também que o primeiro motivo para quererem adotar justamente Yuna era para tentar ajudá-la com o mutismo seletivo e dar um lar carinhoso e cheio de amor para ela foram pontos-chave para que a adoção desse certo.
Novamente foi um começo difícil: Yuna tinha 6 anos e havia estereotipado em sua cabeça de que o mundo estava contra ela. Seus pais foram extremamente pacientes, conseguindo fazer com que aos poucos Yuna se abrisse para eles. Não foi rápido, foi pelo menos um ano de adaptação, e então, em uma noite de inverno durante o jantar, finalmente suas primeiras palavras para seus pais ecoaram – “eu amo vocês.”
Pelo fato de ter sido adotada ainda nova, seus pais tiveram a oportunidade de mudar o nome da garota e naturalizá-la no japão e, após explicarem com calma o que o nome significava, e como isso a faria superar tudo o que havia acontecido até agora, Yuna fora renomeada “Asami”, recebendo também o sobrenome “Watanabe” de seus pais. Essa mudança marcou o momento em que Yuna – agora Asami – cortou relações com sua antiga vida e começou do zero. Era muito nova para entender essa situação ainda, mas seus pais sabiam que no futuro tudo faria sentido.
Crescendo em um lar carinhoso e amável no Japão, Asami se sentia confortável com sua família, mas seus traumas do passado não a deixaram. O mutismo seletivo havia evoluído para um espectro específico da fobia social: Asami não conseguia falar com as pessoas normalmente, apresentava sintomas de ansiedade. O problema sempre foi a fala.
Seus pais encontraram um método para que Asami se comunicasse de forma não verbal: após aprender a escrever, recebeu um caderninho e fora instruída a tentar se comunicar escrevendo para as outras pessoas e, surpreendentemente, aos poucos deu certo. Sempre elogiavam sua caligrafia bonita e, ao menos até o fim de sua adolescência, seus pais sempre faziam questão de estar junto dela quando saia, para explicar para os outros qual era a situação. Ao completar a maioridade, Asami passou por outro de seus maiores desafios: sair sozinha de casa para fazer as coisas. Novamente se adaptando aos poucos, chegou o momento onde Asami conseguia explicar sua situação para quem quer que fosse através de seu amado caderninho. Por conta de estar sempre envolvida com palavras escritas, Asami desenvolveu um amor praticamente obsessivo por literatura. Livros são seu hiperfoco.
Desde então, Asami sempre usou seu caderninho (seus, pois comprava praticamente semanalmente) para comunicar-se com as pessoas. Até guardava algumas folhas para se lembrar das conversas que teve com certas pessoas. Conseguiu um trabalho em uma pequena livraria calma e quieta após ser indicada por sua mãe que sempre passava por lá. Algum tempo depois se mudou novamente com seus pais de volta para a Coreia do Sul no famoso complexo “Acrópolis”, onde completou sua faculdade de biblioteconomia, começou a trabalhar na Athena's Temple como bibliotecária e aos poucos tem desenvolvido sua habilidade de comunicar-se com estranhos.
Temas de interesse: Angst, crack, fluffy, romance, smut.
Faceclaim: Jiheon - Fromis_9.
Twitter: MV00AW.
OOC: +18 ele/dele.
TW: Nenhum.
TW: Menção à prostituição, abandono parental e bullying.
Nascida na Coreia do Sul, Asami nasceu com o nome de “Yuna”. Desde criança fora criada apenas por sua mãe – Uma prostituta que engravidou de um de seus clientes anônimos, que desapareceu depois de descobrir que ela estava grávida. Após alguns anos sua mãe chegou a conclusão de que não tinha condições financeiras de criá-la, afinal ter uma criança em casa espantava clientes potenciais e, com 4 anos de idade, fora deixada em um orfanato.
Yuna amava sua mãe que nunca deixou de ser carinhosa com ela, sempre fazia de tudo para conseguir dar de comer para a garota, mesmo não a tratando com tanto carinho. Por esses motivos, não entendeu o por que havia sido “deixada” naquela casa cheia de outras crianças, nunca entendeu também o porque nunca pode ver sua mãe de novo e também nunca entendeu o porque não tinha um “pai”.
Por conta disso e também pelo fato de que o orfanato não era um lugar muito agradável de se viver – Ela sofria na mão das outras crianças maiores, além do fato de que as cuidadoras simplesmente fingiam que não sabiam do que acontecia – Yuna desenvolveu uma condição: O mutismo seletivo.
Ela só conseguia se comunicar verbalmente com uma amiga do orfanato, ficando completamente muda e ansiosa na presença de outras crianças ou das cuidadoras que até tentavam forçá-la a falar, dito que quando havia chego no orfanato ela se comunicava normalmente. Ao completar 6 anos de idade, Yuna havia sido escolhida para adoção.
Um casal japonês que morava na Coreia do Sul descobriu sobre a condição de Meifeng e, por conta de que o homem era estéril, eles tinham certeza de que queriam adotar aquela garota. Ao verem-na pela primeira vez, o instinto materno de sua futura mãe clicou quase que instantaneamente.
Não foi uma adoção fácil, tendo em vista que ambos eram japoneses e Yuna era coreana, além de ser uma criança com uma condição tão complicada de lidar, mas o fato de que ambos eram psicólogos e que o primeiro motivo para quererem adotar justamente Yuna era para tentar ajudá-la com o mutismo seletivo e dar um lar carinhoso e cheio de amor para ela foram pontos chave para que a adoção desse certo.
Novamente foi um começo difícil: Yuna tinha 6 anos de idade e havia estereotipado em sua cabeça de que o mundo estava contra ela. Seus pais foram extremamente pacientes, conseguindo fazer com que aos poucos Yuna se abrisse para eles. Não foi rápido, foi pelo menos um ano de adaptação, e então, em uma noite de inverno durante o jantar, finalmente suas primeiras palavras para seus pais ecoaram – “Eu amo vocês.”
Pelo fato de ter sido adotada ainda nova, seus pais tiveram a oportunidade de mudar o nome da garota e naturalizá-la no Japão e, depois de explicarem com calma o que o nome significava, e como isso a faria superar tudo o que havia acontecido ate agora, Yuna fora renomeada “Asami”, recebendo também o sobrenome “Watanabe” de seus pais. Essa mudança marcou o momento em que Yuna – Agora Asami – cortou relações com sua antiga vida e começou do zero. Era muito nova para entender essa situação ainda, mas seus pais sabiam que no futuro tudo faria sentido.
Crescendo em um lar carinhoso e amável no Japão, Asami se sentia confortável com sua família mas seus traumas do passado não a deixaram. O mutismo seletivo havia evoluído para um espectro específico da fobia social: Asami não conseguia falar com as pessoas normalmente, apresentava sintomas de ansiedade mas conseguia conviver normalmente com elas. O problema sempre foi a fala.
Seus pais encontraram um método para que Asami se comunicasse de forma não verbal: Após aprender a escrever, recebeu um caderninho e fora instruída a tentar se comunicar escrevendo para as outras pessoas e, surpreendentemente, aos poucos deu certo. Sempre elogiavam sua caligrafia bonita e, ao menos até o fim de sua adolescência, seus pais sempre faziam questão de estar junto dela quando saia, afim de explicar para os outros qual era a situação. Ao completar a maioridade, Asami passou por outro de seus maiores desafios: Sair sozinha de casa para fazer as coisas. Novamente se adaptando aos poucos, chegou o momento onde Asami conseguia explicar sua situação para quem quer que fosse através de seu amado caderninho.
Desde então, Asami sempre usou seu caderninho (seus, pois comprava praticamente semanalmente) para comunicar-se com as pessoas. Até guardava algumas folhas para se lembrar das conversas que teve com certas pessoas. Conseguiu um trabalho em uma pequena livraria calma e quieta após ser indicada por sua mãe que sempre passava por lá. Algum tempo depois se mudou com seus pais para a Coréia do Sul, agora na ilha de Ulleung-gun, na qual fora indicada para trabalhar na Floraison, e aos poucos tem desenvolvido sua habilidade de comunicar-se com estranhos.
Temas de interesse: Angst, crack, fluffy, romance, smut
Faceclaim: Gyuri - Fromis_9
Twitter: MV98AW
OOC: +18 ele/dele
TW: nenhum
TW: Abandono parental e bullying
Nascida na Coreia do Sul, Asami nasceu com o nome de “Yuna”. Desde criança fora criada apenas por sua mãe – Uma prostituta que engravidou de um de seus clientes anônimos, que desapareceu depois de descobrir que ela estava grávida. Após alguns anos sua mãe chegou a conclusão de que não tinha condições financeiras de criá-la, afinal ter uma criança em casa espantava clientes potenciais e, com 4 anos de idade, fora deixada em um orfanato.
Yuna amava sua mãe que nunca deixou de ser carinhosa com ela, sempre fazia de tudo para conseguir dar de comer para a garota, mesmo não a tratando com tanto carinho. Por esses motivos, não entendeu o por que havia sido “deixada” naquela casa cheia de outras crianças, nunca entendeu também o porque nunca pode ver sua mãe de novo e também nunca entendeu o porque não tinha um “pai”.
Por conta disso e também pelo fato de que o orfanato não era um lugar muito agradável de se viver – Ela sofria na mão das outras crianças maiores, além do fato de que as cuidadoras simplesmente fingiam que não sabiam do que acontecia – Yuna desenvolveu uma condição: O mutismo seletivo.
Ela só conseguia se comunicar verbalmente com uma amiga do orfanato, ficando completamente muda e ansiosa na presença de outras crianças ou das cuidadoras que até tentavam forçá-la a falar, dito que quando havia chego no orfanato ela se comunicava normalmente. Ao completar 6 anos de idade, Yuna havia sido escolhida para adoção.
Um casal japonês que morava na Coreia do Sul descobriu sobre a condição de Yuna e, por conta de que o homem era estéril, eles tinham certeza de que queriam adotar aquela garota. Ao verem-na pela primeira vez, o instinto materno de sua futura mãe clicou quase que instantaneamente.
Não foi uma adoção fácil, tendo em vista que ambos eram japoneses e Yuna era coreana, além de ser uma criança com uma condição tão complicada de lidar, mas o fato de que ambos eram psicólogos e que o primeiro motivo para quererem adotar justamente Yuna era para tentar ajudá-la com o mutismo seletivo e dar um lar carinhoso e cheio de amor para ela foram pontos chave para que a adoção desse certo.
Novamente foi um começo difícil: Yuna tinha 6 anos de idade e havia estereotipado em sua cabeça de que o mundo estava contra ela. Seus pais foram extremamente pacientes, conseguindo fazer com que aos poucos Yuna se abrisse para eles. Não foi rápido, foi pelo menos um ano de adaptação, e então, em uma noite de inverno durante o jantar, finalmente suas primeiras palavras para seus pais ecoaram – “Eu amo vocês.”
Pelo fato de ter sido adotada ainda nova, seus pais tiveram a oportunidade de mudar o nome da garota e naturalizá-la no Japão e, depois de explicarem com calma o que o nome significava, e como isso a faria superar tudo o que havia acontecido ate agora, Yuna fora renomeada “Asami”, recebendo também o sobrenome “Watanabe” de seus pais. Essa mudança marcou o momento em que Yuna – Agora Asami – cortou relações com sua antiga vida e começou do zero. Era muito nova para entender essa situação ainda, mas seus pais sabiam que no futuro tudo faria sentido.
Crescendo em um lar carinhoso e amável no Japão, Asami se sentia confortável com sua família mas seus traumas do passado não a deixaram. O mutismo seletivo havia evoluído para um espectro específico da fobia social: Asami não conseguia falar com as pessoas normalmente, apresentava sintomas de ansiedade mas conseguia conviver normalmente com elas. O problema sempre foi a fala.
Seus pais encontraram um método para que Asami se comunicasse de forma não verbal: Após aprender a escrever, recebeu um caderninho e fora instruída a tentar se comunicar escrevendo para as outras pessoas e, surpreendentemente, aos poucos deu certo. Sempre elogiavam sua caligrafia bonita e, ao menos até o fim de sua adolescência, seus pais sempre faziam questão de estar junto dela quando saia, afim de explicar para os outros qual era a situação. Ao completar a maioridade, Asami passou por outro de seus maiores desafios: Sair sozinha de casa para fazer as coisas. Novamente se adaptando aos poucos, chegou o momento onde Asami conseguia explicar sua situação para quem quer que fosse através de seu amado caderninho.
Desde então, Asami sempre usou seu caderninho (seus, pois comprava praticamente semanalmente) para comunicar-se com as pessoas. Até guardava algumas folhas para se lembrar das conversas que teve com certas pessoas. Conseguiu um trabalho em uma pequena livraria calma e quieta após ser indicada por sua mãe que sempre passava por lá. Algum tempo depois se mudou novamente para a Coréia, agora na ilha de Ulleung-gun, na qual fora indicada para trabalhar na Floraison, e aos poucos tem desenvolvido sua habilidade de comunicar-se com estranhos.