O filho de uma égua: a história de um tipo ideal
O filho de uma égua: a história de um tipo ideal
Cartaz japonês do filme Satyricon, de Federico Fellini
E então eu tinha aí uns dezessete, dezoito, dezenove anos. Talvez uns trinta. De qualquer modo faz tempo. Mas eu falava?
Foi aí nos noventa (modos que esqueçam os dezoito e os dezenove) que passei a frequentar o sebo de Maurinho, que era um místico, um sábio, um anacoreta e um agitador cultural. E pernambucano, também.
Pois bem, Maurinho…
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