Pode beber, oque mata é a saudade.
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Pode beber, oque mata é a saudade.
-M
We wanted to fuck with real love
Wanted it sweet, so pure and warm
Never only sleepin' over
We wanted to fuck like all the time
And when you got back from your flight
It was the first thing we did
And when you say you want it all, I know you want it all
Baby, take it all from me
And when you drag me on the floor and the blue tejano's on
You keep your eyes on me…
I don't wanna lose you, baby… But I can't play this game no more…
— Eu vou sentir sua falta…
— Eu acredito que sim.
As vezes as pessoas dizem a verdade, a gente que só queria que fosse diferente…
Querida,
Por mais que eu insistisse em negar, em me convencer de que não havia em mim um sentimento romântico por ti, sempre me surpreendia a curiosidade — ou seria uma espécie de felicidade inquieta? — que me invadia ao te ver. E então, como uma criança que espreita por uma fresta, perguntava-me se tu também sentias o mesmo. Agora, confesso, acho-me tola por não ter percebido antes que aquilo que nutro por ti é algo tão antigo e tão novo quanto o desespero juvenil dos primeiros desejos, da primeira vez que a pele arde sem saber por quê.
E ainda assim, toda vez que nossos corpos se entrelaçam, num frenesi que parece querer devorar o tempo, prometo a mim mesma que será a última. A última vez em que me deixarei arrebatar por esse prazer que me consome e me completa, que me faz sentir viva de um modo quase insuportável. Mas, ah, como sou fraca! Cada vez que te toco, cada vez que te sinto, descubro que te desejo mais — e que o prazer, longe de se esgotar, só cresce, como uma maré que não sabe retroceder.
Talvez seja por isso que, em todos os nossos encontros, a chuva cai. Será o céu a se alinhar ao nosso êxtase, a chorar de inveja pelo gozo que só tu me provocas? Ou será ele, desde o início, um aviso silencioso de que tudo o que é intenso demais carrega consigo o peso da impermanência? A chuva, então, não é apenas testemunha, mas parte de nós — um reflexo da tempestade que habita meu peito sempre que te vejo partir. E, no entanto, mesmo sabendo que cada gota é um prenúncio da saudade que virá, não consigo deixar de correr para ti, de me perder em ti, como se fosses o único porto seguro em meio a um mar que não cessa de agitar-se.
Querida, talvez eu nunca saiba se o céu chora por nós ou por mim, mas uma coisa é certa: enquanto houver chuva, haverá o desejo de te encontrar novamente, mesmo que seja apenas para, mais uma vez, dizer adeus.
A Garotina
Depois do gozo a maresia... Teu corpo Com gosto de mar....
Poeta.A