- Estou doente, Daniel. Ele não me pergunta o que houve porque internamente já sabe a resposta, me lança um olhar significativo. Sente culpa dentro dos ossos, se encolhe um pouco, subitamente apertado no banquinho estreito na sala. O mundo e ele têm sido ruins comigo e meu corpo esmoreceu. Fecho os olhos pedindo que passe logo, e o barulho dos carros lá embaixo, tão longe daqui, me dá uma certa paz.











