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Os Estados Unidos cancelaram todos os vôos na data de hoje. A FAA cancelou todos os vôos devido uma falha no sistema, problema na geração e atualização do plano de vôo onde todas informações de rota não estão sendo processadas. Entretanto para segurança de vôo foi necessário interromper toda os vôos até a resolução do problema. Até o momento não sabemos até que horas o problema será corregido. As pessoas quem tem vôos programado para os Estados Unidos entrar em contato com a companhia aérea fins evitar transtornos. 🟰🟰🟰🟰🟰🟰🟰🟰🟰🟰🟰🟰🟰 Gostaria de participar do nosso grupo no Whatsapp? É só enviar uma mensagem para o número que enviaremos o Link 🔗👇🏻 📞 (73) 99957-8730 #aviation #avgeek #estadosunidos #voocancelado #airplane #aircraft #usa #aviationdaily #aviationgeek #faa #aviationworld #aeroportoonline #aviacao #aviacaocivil #aeroporto #aviation #piloto #instaaviation #aviationpics #airport #instaplane #pilot #aviationlife #helicopter #crewl (em United States) https://www.instagram.com/p/CnSHvy1pqnS/?igshid=NGJjMDIxMWI=
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Os 40 anos do Caso do Voo 169 da VASP e o dia em que o piloto Gerson Maciel de Britto se encontrou com o coronel Uyrangê Hollanda, da Operação Prato
Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga
O relato de um avistamento de OVNI por um comandante de um Boeing 727 sob o título “Objeto estranho no céu” foi o destaque do Jornal da Tarde de 9 de fevereiro de 1982. Naquele dia, a capa do jornal levou seus leitores para dentro da cabine do avião. A ousada e inovadora diagramação da primeira página foi feita com uma grande área em branco que colocava o desenho do objeto voador não identificado feito pelo piloto Gerson Maciel de Britto ao alto e em perspectiva com a foto dele apontando a direção em que o objeto se movia.
O Brasil foi varrido por uma onda de proporções gigantescas em 1982, só comparável às de 1954, 1957, 1968 e 1986. No Carnaval, os radares da Base Aérea de Anápolis detectaram um OVNI a 50 quilômetros de Goiânia. O CODA (Centro de Operações de Defesa Aérea) colocou um caça Mirage em seu encalço. A perseguição terminou a 12 quilômetros de altura, já que o OVNI continuou a subir em direção ao espaço. Em Presidente Prudente, oeste do estado de São Paulo, um objeto sem forma definida, emitindo luzes multicoloridas, com predominância do verde, surgiu num sábado à noite e desapareceu velozmente deixando um rastro luminoso. O controlador da Rádio Patrulha da cidade, cabo Torres, o avistou às 21h10. Soldados de plantão nas unidades de Regente Feijó, Rancharia, Lins e Tupã, e funcionários de aeroportos, também testemunham o fenômeno.
Às vésperas do Carnaval daquele ano de 1982, na madrugada de segunda-feira, 8 de fevereiro, o Boeing 727 da VASP (Viação Aérea de São Paulo), Voo 169, decolou do Aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza, com destino a São Paulo. Decorridos exatos 82 minutos, às 3h12, quando sobrevoava os arredores de Petrolina e Bom Jesus da Lapa, sul da Bahia, à altitude de 10 quilômetros e velocidade de 975 km/h, o comandante Gerson Maciel de Britto (1936-2016), então com 45 anos, piloto há 30 anos e funcionário da VASP desde 1960 – na qual acumulara uma experiência de cerca de 17 mil horas de voo –, avistou à esquerda “uma sinalização luminosa”. Surpreso, contatou o Cindacta (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo) de Brasília, que lhe certificou não ter detectado tráfego na rota assinalada. O objeto emitia luzes em tons variados – vermelhas, alaranjadas, azuis e brancas.
Os comandantes de um Boeing das Aerolineas Argentinas, com o mesmo prefixo da VASP, e de um jato da Transbrasil, de prefixo 177, entraram na frequência informando que também observavam o fenômeno. Sobre Belo Horizonte, o OVNI atingiu o ápice da aproximação, sendo detectado pelos radares de Brasília. O controlador notificou que havia captado um objeto a 12 quilômetros da aeronave, ambos no quadrante 9 horas.
Leitor ávido de revistas de ufologia, essa era a quarta vez que Britto vivenciava uma experiência do gênero. No segundo semestre de 1978, ao decolar de Belo Horizonte, ele e os pilotos de um jato da Panamerican, da Transbrasil e de um Learjet da Líder, avistaram uma luz semelhante. Por esse motivo, estava “psicologicamente preparado”. Com insistência, tentou estabelecer uma comunicação, piscando alternadamente os faróis, mas não foi correspondido.
Avisados por Britto, os 140 passageiros disputavam as janelas para ver o OVNI. Apenas três não se levantaram das poltronas: Dom Aloísio Leo Arlindo Lorscheider (1924-2007), cardeal-arcebispo de Fortaleza, Dom José Terceiro, bispo-auxiliar de Fortaleza, e Dom Milton, bispo de Crato (CE). “O comandante falou de um objeto que nos seguia, pelo lado esquerdo. Como eu estava do lado direito, quase dormindo, pensei: deixa esse disco voador para lá”, declarou Lorscheider, que rumava a Itaici para participar da 20ª Assembleia Geral da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), um agrupamento de tendência marxista dentro da própria Igreja Católica. Ao desembarcar, fugiu ao assédio da imprensa e se recolheu a um dos apartamentos do mosteiro, onde descansou por recomendações médicas – cardíaco, Lorscheider já havia implantado uma ponte de safena.
A passageira Silésia Barbosa Paes del Rosso, por sua vez, foi a que mais se deslumbrou, tendo feito a seguinte descrição aos jornalistas aglomerados no Aeroporto de Congonhas: “O objeto lembrava um lustre achatado, virado para cima, e brilhava como uma dessas lâmpadas de vapor de mercúrio que iluminam as vias públicas.”[1]
O OVNI acompanhou o Boeing durante 1 hora e 25 minutos. Três minutos antes da escala programada na Pista 14 do Aeroporto do Galeão, Britto viu o OVNI pela última vez, alertando a torre. Uma esquadrilha da FAB decolou imediatamente da Base Aérea de Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro, sem resultados. Antes de seguir para São Paulo, o comandante foi informado de que há dois dias uma luz estranha vinha sendo observada e que por isso os caças estavam de prontidão para qualquer eventualidade.
Mílton Missaglia e Mário Pravato, comandantes do Boeing 727/100 da Transbrasil, que fazia a rota Manaus-Rio de Janeiro, com escala em Brasília, confirmaram Britto. Missaglia, 30 anos, voava há 10 anos pela empresa e acumulava 8 mil horas de voo: “Era uma viagem de classe econômica e tudo transcorria normalmente até que passamos a observar aquele objeto luminoso sobre Belo Horizonte. De início, pensei que se tratava do planeta Vênus. Porém, mudei de opinião ao saber que o Centro de Radares de Brasília havia detectado o ponto a 12 quilômetros do Boeing da VASP.”
“Equilibrado psicologicamente, [...] sem criar tumulto ou atropelo, conclamei o restante da tripulação e os passageiros à presenciarem aquela aproximação do OVNI, em todo o seu esplendor [...] coincidentemente ou não, o Cindacta detectou um ponto na posição 9 horas e há 15 quilômetros da nossa aeronave”, escreveu Britto em seu relatório de voo (169/0802-10/2/1982) encaminhado ao comandante Wladimir Vega, gerente do Departamento de Operações da VASP. O comandante da Base Aérea de Santa Cruz, coronel Luís Carlos Picorelli, negou por meio do Serviço de Relações Públicas que algum jato da esquadrilha tivesse levantado voo na madrugada de segunda-feira.
Em 4 de fevereiro, um outro Boeing, desta vez da Swissair (companhia aérea suíça que cessou a operação após o colapso do grupo SAirGroup, em 2001), havia sido seguido de perto por um OVNI. Tal fato jamais chegaria ao conhecimento público não fosse o esforço de ufólogos europeus, em especial do major dinamarquês Hans C. Petersen, amigo de Britto na Dinamarca.[2]
O encontro entre Britto e Uyrangê
Oficiais do Comando Aéreo de Belém, impressionados com a repercussão internacional do caso, resolveram levar Britto para conhecer aquelas instalações. Introduzido em uma das salas, exibiram-lhe horas de filmagens espetaculares e deixaram que examinasse fragmentos de OVNIs. Quem eram esses oficiais? Ninguém menos do que dois veteranos em ufologia: o suboficial João Flávio de Freitas Costa, chefe da equipe A2 da Operação Prato, e o coronel Uyrangê Bolívar Soares de Hollanda Lima, chefe do Serviço de Intendência do I COMAR, chefe do Serviço de Operações de Informação e comandante da Operação Prato.
Britto conta que durante o Voo 282 com destino a Belém do Pará, foi procurado na cabine de comando por um senhor de nome “Flávio”, portando uma credencial. Confidenciou-lhe ser egresso da FAB, onde desempenhara a função de controlador de voo no Cindacta, e que agora fazia parte de um grupo de pesquisas ufológicas sediado em Belém (I COMAR), integrado por oficiais, suboficiais, sargentos e especialistas de diversas áreas, tais como fotógrafos, cinegrafistas, topógrafos, etc. Possuíam um arquivo sem igual, que incluía desenhos, fotos, filmes em Super-8 e laudos de laboratórios fotográficos. Nessas imagens, naves-mãe apareciam liberando naves menores que efetuavam uma espécie de reconhecimento do leito do Rio Amazonas, sem falar de tantas outras coisas que soavam fantasiosas e inacreditáveis.
Ao menos uma vez por mês, ainda de acordo com Flávio, realizavam pesquisas de campo em locais como a Enseada do Sol, no desaguadouro do Rio Amazonas. Flávio trazia um convite do grupo, em nome de um tal de major Hollanda, para que Britto comparecesse a uma das reuniões secretas. Bastaria que indicasse a data e convocariam os demais. No dia estipulado, o major Hollanda disse que todos haviam acompanhado com atenção o seu caso, só não interferindo porque a farda os impedia. Em compensação, iriam mostrar os trabalhos até então feitos pelo grupo.
Trouxeram-lhe três volumes, cada qual com 10 centímetros de altura, o que deixou Britto perplexo. Os documentos estavam meticulosamente organizados em sequência cronológica. As fotos e os filmes, acompanhados dos dados técnicos respectivos – abertura do diafragma, fotômetro, distância, luminosidade, etc. Havia fotos de marcas no solo, de OVNIs pousados nas margens e de tantas outras coisas incríveis. O que deixou Britto mais feliz foi o que lhe revelaram ao término da reunião:
“Além da farda, existe o zelo do caráter e da dignidade humana, por isso não poderíamos deixar de tranquilizá-lo em meio a esse conflito de opiniões. Existe em Brasília outro grupo de pesquisas bem mais documentado e organizado do que o nosso. Em seus arquivos, armazenam gravações insólitas captadas pelos radares do Cindacta, entre elas a conversa que manteve a 130 quilômetros de Belo Horizonte.”
Por fim, pediram que não declinasse seus nomes em público de modo a não comprometê-los. Ao procurarem-no, queriam pelo menos saldar parte da dívida moral que acumulavam por esconder a verdade do público. Em respeito às suas posições, Britto comprometeu-se a manter o segredo de seus nomes.
Os esclarecimentos definitivos de Rodrigo Moura Visoni sobre o Caso do Voo 169
O pesquisador, ufólogo, escritor, arquivista e militar Rodrigo Moura Visoni (nascido em 21 de março de 1980), bacharel em Arquivologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ) e primeiro-tenente da Aeronáutica, autor dos livros Geniais inventores: brasileiros à frente do tempo (2016), Francisco João de Azevedo e a invenção da máquina de escrever (2018) e Roberto Landell de Moura - o precursor do Rádio (2018), por sua própria posição teve acesso a informações privilegiadas e a fim de acabar de vez com todas os boatos, mal entendidos e análises equivocadas, me fez esclarecimentos definitivos sobre o Caso do Voo 169 (bem como em seu alentado artigo "40 anos Caso Vasp Voo 169", publicado na edição nº 12, ano V, de março de 2002, da revista OVNI Pesquisa, p.14 a 19), os quais repasso a todos agora. De acordo com Visoni:
Não procede que Britto abandonou o comando do avião para comunicar aos passageiros da presença do OVNI. Ele fez a comunicação pelo alto falante da aeronave.
Não procede que Britto mentiu em dizer que pôde ver Vênus e o OVNI simultaneamente no céu. Uma fotografia feita por uma passageira da aeronave mostra que tanto o planeta quanto o objeto não identificado ficaram sim visíveis no céu ao mesmo tempo nos minutos finais da viagem.
Não procede que Britto foi demitido ou aposentado da VASP por haver falado publicamente acerca do incidente com o OVNI ou por atitudes tomadas durante o voo. Essa afirmação não passou de um boato da época devidamente desmentido pelo jornal Tribuna da Imprensa de 29 de abril de 1982, na matéria "Piloto que viu disco não perdeu o emprego", à página 6. Na reportagem, o comandante informava que continuava a voar e que só falou a respeito do OVNI com a imprensa depois de autorizado pela VASP.
Não procede que o OVNI fosse Vênus. Além da prova fotográfica mencionada, que mostra o planeta e o OVNI ao mesmo tempo no céu, o objeto aéreo anômalo começou a ser observado às 3h12, muito antes do nascente de Vênus, que ocorreu por volta das 4h da madrugada daquele dia. Isso pode ser conferido com o auxílio de quaisquer programas computacionais simuladores da mecânica celeste.
Notas
[1] 9-2-1982: “OVNI segue Boeing da VASP da Bahia até o Rio”, in Jornal do Brasil, Rio de Janeiro; “OVNI é visto de três aeronaves”, in Folha de S. Paulo; “Objeto Voador Não Identificado”, in Jornal da Tarde, São Paulo. [2] Britto, Gerson Maciel de. “Caso VASP, voo 169: um avião, seus tripulantes e passageiros tomam contato real com emissários de civilizações extraterrestres”, in Ufologia Nacional & Internacional, Campo Grande, CPDV, nº 8, abril de 1986, p.14.
[transcrição] -Papai! Eu devo me atualizar sempre nas linguagens de programação? -Pra quê se preocupar com isso, filhão? -Linguagens de programação ditas da moda nunca foram as queridinhas das empresas de aviação. Emprego nunca vai faltar... [fim da transcrição]
Latinha de Manteiga Aviação com 3 e 5 furos - Janeiro 2019 / 3 and 5 pinholes butter tin camera - São Paulo/Brazil
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