❛ relaxante e divertida , hm . ❜ voss ecoa as palavras alheias , um ligeiro toque de descrença escapando em seu riso nasalado . precisa confirmar com beni se houve teve algo assim no ano anterior , vez que ela própria quase não aproveitou nada do que foi oferecido naquela primeira semana , ainda desconfiada demais para se dar essa liberdade . e mesmo agora , quando se encontra quase frustrada com o quão normal a vara lhe parece , não pode deixar de duvidar muito da descrição oferecida a pesca mágica . vamos ser honestos , não é como se esses dois adjetivos sejam comuns em um lugar como basgiath ... ❛ e aí , qual a pegadinha ? você joga e aparece algum dragão aquático pra te abocanhar ... ? ❜
ou comente abaixo alguma atividade do evento para um starter fechado —— up to 4 .
O estômago de Avery protesta audível quando ela se dirige ao refeitório, uma trilha sonora involuntária de sua fome. O cheiro tentador da comida preenche o ar, e ela avança, ansiosa por satisfazer a necessidade após a intensidade das últimas horas.
Ao entrar no refeitório, Avery é surpreendida por um grupo que se coloca em seu caminho. No meio da multidão, ela reconhece Hale, o ex-melhor amigo de Mason. Uma mistura de emoções, desde o medo até a incerteza, percorre seu corpo ao se deparar com o rosto familiar, mas agora hostil, de Hale.
— Olha só quem sobreviveu. Eu esperava que o Parapeito tivesse eliminado os mais fracos, mas você ainda está aqui. — Hale provoca, um sorriso sarcástico brincando em seus lábios.
Avery sente a tensão no ar, e seu instinto de sobrevivência a alerta para a possível ameaça à sua frente. O medo se mistura à raiva, mas ela se esforça para manter a compostura. Onde está Quinn? A pergunta ecoa em sua mente, mas ela sabe que não pode depender da presença constante da irmã.
— O Parapeito não foi feito para todos, Hale. — Avery responde, sua voz firme, mas sua expressão revelando uma vulnerabilidade escondida.
Hale dá uma risada zombeteira e dá um passo mais próximo, como um predador se aproximando de sua presa.
— Surpreendeu-me ver você viva. Pensei que a fraqueza já teria feito você desistir. Onde está Mason agora, hein? Aposto que ele estaria envergonhado de ver o que você se tornou. — Hale provoca, seus olhos brilhando com um desejo aparente de confronto.
O medo de Avery cresce, mas ela se recusa a recuar. Ela mantém o olhar fixo em Hale, buscando forças para enfrentar a ameaça iminente.
— Mason se foi, mas eu ainda estou aqui. E eu não tenho medo de você, Hale. — Avery retruca, tentando manter a confiança em sua voz.
Hale parece prestes a pular em direção a Avery, a agressividade pairando no ar. A tensão atinge seu ápice quando os cadetes ao redor observam, alguns em silêncio, outros aguardando ansiosamente o desenrolar da possível briga.
Avery, consciente de que a batalha agora é não apenas física, mas também para manter sua integridade, aguarda a próxima jogada de Hale, determinada a não ceder ao medo que ameaça envolvê-la.
Esse starter é aberto e se passa durante o almoço no refeitório.
Todos os anos era a mesma coisa, e parecia ignorar o fato de já ter sido ele no lugar dos primeiros ano. Idiotas, pareciam ficar encantados até mesmo com a comida mediana que era servida, e Aksoy chegou a suspirar em descrédito quando um garoto anunciou que nunca em sua vida havia comido porpetas tão gostosas. Não era de bom tom insinuar que não mereciam estar ali, depois de superarem o parapeito, mas acreditava realmente que alguns só haviam tido sorte, e isso seria provado com o tempo. Ainda assim, não deixaria de cumprir suas responsabilidades como anfitrião. A mesa tremulou quando bateu com seu punho contra a madeira, atraindo a atenção dos que estavam sentados junto de si. Não era comum no restante do ano que ignorassem a pirâmide social e se sentasse com qualquer um, mas naquele dia, sim. ❝ À nova safra de cadetes. Que estejam preparados para as surpresas que Basgiath tem reservadas! ❞ Seu sorriso, embora sutil, carregava uma ponta de sarcasmo, como se estivesse antecipando os desafios que aguardavam os novatos ao brindar.
— Starter aberto: Competição de Arremesso de Dardos
De todas as atividades que aconteciam naquele dia, arremesso de dardos era uma das que Tarron mais se sentia confortável em participar e em que realmente se considerava bom. Anos e anos de prática com o arco tinham aprimorado suas habilidades de precisão e mira, transformando-o em um exímio arqueiro, e embora dardos fossem diferentes de flechas, as habilidades para atirá-los eram as mesmas.
Tarron concentrou-se no alvo, os olhos fixos com uma intensidade quase hipnótica, e segurou o dardo com cuidado. Com um movimento fluido e preciso, ele o atirou e o dardo cortou o ar com rapidez e precisão, atingindo o alvo e cravando-se no centro. Um sorriso discreto iluminou o rosto geralmente sério de Tarron e ele caminhou até a parede, retirou os dardos do alvo e os reuniu em sua mão.
O rapaz que competia com ele se afastou irritado por perder, mas ele não se importou com a falta de modos dele, apenas se virou para buscar por outra pessoa que quisesse jogar. — Quer tentar? — perguntou ao achar alguém olhando para o alvo na parede, ou para o placar com o nome do professor Emetterio no topo, pouco importava qual dos dois chamava a atenção da pessoa para Tarron. Separando-os dardos em duas partes de quantidades iguais em seguida, ele escolheu os seus e ofereceu os outros à pessoa. — Não é tão desafiador quanto a escalada, nem tão intenso as demonstrações que estão acontecendo no tatame, mas é divertido.
A adrenalina daquele dia era impensável, mas lhe lembrava que pelo menos já tinha dado inicio a toda aquela ideia maluca segundo seu pai, contudo, Bellona se considerava contente no momento de ela e a prima ainda estarem vivas. Claro, não seria nada fácil dali em diante, mas isso fazia com que a Hybern desejasse aproveitar o momento mais agradável que possuía naquele dia. Por isso decidiu que seria divertido participar da caça ao tesouro mágica, talvez fosse uma boa ideia se ela não tivesse ficado completamente perdida e incerta se estava lendo o mapa da forma correta. ❝Olá, você pode me ajudar um pouco?❞ Perguntou a muse assim que o viu passar, um sorriso gentil sendo ofertado. ❝Eu acho que acabei me perdendo, poderia me indicar no mapa onde estamos agora?❞
'bora começar os trabalhos? separei cinco situações pra fazer uma inter fechada com a varella então se quiser é só comentar o emoji + o nome do seu char!
🐉 corrida de dragões — para uma inter na corrida dos dragões.
🧗 parede da ascensão — para uma inter na escalada.
💪 demonstração de habilidades — para uma inter lutando/recebendo dicas
✨ festa clandestina — para uma inter na festinha
🔎 gruta dos ovos — para uma inter caçando ovos de dragões.
Avery desperta ao suave toque da luz da manhã filtrando através das cortinas do dormitório compartilhado com outros cadetes. Seus olhos, pesados de uma noite agitada, demoram alguns segundos para se ajustarem ao novo dia. A primeira lembrança que toma sua mente é Hanna, a imagem da silhueta decaindo pelo Parapeito, e uma lágrima solitária escorre silenciosamente por sua bochecha.
Determinada a ignorar seus pensamentos, Avery se levanta, a dor lançando-lhe a um momento de agonia, decidindo assumir a responsabilidade pela organização e limpeza do dormitório. O semblante determinado esconde o pavor que sente, enquanto ela se dedica a arrumar camas e a restaurar uma ordem bem-vinda ao espaço compartilhado.
Com a tarefa concluída, seu estômago urra e Avery decide ir tomar café da manhã. No refeitório, os cadetes se reúnem com os líderes de suas Asas, e Avery não pode evitar sentir um amargo rancor ao ver como eles se parecem com ele. O uniforme evoca memórias de Mason, e a dor da perda ressurge, misturando-se à frustração e à revolta.
Sentindo uma dor persistente em seus ossos, Avery anseia por um local para refletir. A ideia de encontrar um lago, um lugar sereno para reunir seus pensamentos, toma forma em sua mente. No entanto, a necessidade de conquistar os dragões, de provar sua valentia, a impede de sucumbir à dor. Cada passo em direção ao grupo de cadetes é uma renúncia à própria fraqueza.
Ela percebe os olhares em sua direção e quando atravessa o pátio ela ouve.
Traidora.
Ao chegar ao local de formação, Avery espera ansiosamente que chamem seu nome. Ela não entra Quinn em lugar algum. No entanto, à medida que cada nome é proferido, ela fica para trás, sendo a última a ser reconhecida. A sensação de ser relegada ao final da lista atinge-a como uma punição, mas Avery mantém a cabeça erguida, decidida a provar seu valor.
Na plataforma do topo da torre, a fila de candidatos se agita nervosamente enquanto o vento aumenta, sussurrando presságios mal intencionados. A luz confusa da manhã tenta iluminar a cena. A tempestade rugia com intensidade, o céu escurecido, impregnado de nuvens. A massa corpórea é barulhenta e um calor orgânico surge no meio da multidão.
— Próximo. — Uma voz ressoa, chamando a atenção para a mesa de madeira onde repousam os pergaminhos dos Cavaleiros do Dragão. O cavaleiro desconhecido, com marcas distintivas, está ao lado de um semblante familiar, enquanto o Comandante Sutton, com suas sobrancelhas arqueadas, observa com olhos experientes. — Avery Ovard? — Pergunta o homem.
Concordando com a cabeça, Avery pega a pena, assinando seu nome na próxima linha do papel envelhecido. No entanto, surpresa enruga a testa de Sutton. — Pensei que você viesse apenas no ano seguinte. — Ele diz suavemente.
Incapaz de encontrar as palavras, Avery é salva pela explicação de Mira, a irmã mais velha de Briar. — A criança está na idade, John. — Mira fornece, enquanto a apreensão enche os olhos do Comandante. O desprezo do cavaleiro ao lado é direcionado para a silhueta menor. Avery poderia ouvir seus pensamentos, mas os ignora por hora.
— Você é a irmã mais nova do Mason? — No instante em que Avery é atingida pelo nome, o peito arde.
— Vamos, Avery. — Mira agarra o seu braço lhe poupando da pergunta.
Enquanto a notícia de sua presença se espalha, o clima muda, e os candidatos se transformam em olhares furiosos. Avery e Mira se dirigem para a porta escura da torre, onde o Comandante Sutton aponta o caminho. A escuridão parece ameaçadora, mas Avery engole o medo enquanto cita uma canção.
Quando a neve cair, vou estar com você.
E quando a neve se for vou lembrar de você.
Faça chuva ou sol, vou sorrir ao pensar que a levo em meu coração.
※
O branco intenso da neve cobre o campo vasto, uma criança pequena irradia pura alegria enquanto corre desenfreada. Seus passos rápidos deixam pegadas marcadas no tapete de neve macia, e sua risada cristalina preenche o ar frio. Seu pai, um homem robusto e afetuoso, corre atrás dela, seus olhos cheios de amor. A menina, envolta em um casaco vermelho que se destaca contra o cenário monocromático, gira enquanto corre, os flocos de neve dançando ao redor dela como estrelas caídas.
Ela olha para trás, vendo o pai sorrindo enquanto tenta alcançá-la. O amor entre eles é palpável, uma conexão indelével que transcende o frio do inverno. Contudo, à medida que a criança se aventura um pouco mais à frente, o céu limpo é interrompido por uma figura colossal. Um dragão negro, de asas imponentes, surge majestosamente nos céus. Seu rugido ecoa, cortando o silêncio da paisagem gélida. O sorriso da criança desvanece, substituído pelo medo em seus olhos inocentes.
O pai acelera o passo, correndo em direção à sua filha assustada. A criança, agora paralisada, vê o dragão negro pairando no céu, suas escamas reluzindo sob a luz do sol invernal. O rugido do dragão ecoa novamente, fazendo a pequena tremer.
Ele envolve a criança em seus braços protetores. Os soluços da menina misturam-se ao rugido do dragão, criando um contraste emocional na paisagem. O homem, seguro em sua determinação de proteger sua preciosidade, levanta o rosto da criança com ternura nas mãos.
— Pequena, não tenha medo. Ele está aqui por você. E lembre-se, quando a neve cair.
※
As pedras, já escorregadias pela chuva persistente, testavam a habilidade do fugitivo em manter o equilíbrio. O som dos passos ecoava no ar, misturando-se ao rugido do vento e às gotas de chuva que se chocavam contra as superfícies irregulares do terreno. As muralhas da cidadela, imponentes e cinzentas, erguiam-se como guardiãs impassíveis, desafiando qualquer tentativa de fuga.
À medida que Avery se aproximava da torre, o nervosismo se intensifica, alimentada pela iminência do que a aguardava além daquelas altas paredes de pedra. O vento sibilava entre as ameias, ecoando a tensão no ar. Quando finalmente alcançou a entrada da torre, seus olhos encontraram os de uma jovem candidata que compartilhava a mesma jornada rumo ao Parapeito. Ela, com seu olhar baixo, parecia mais distante do que qualquer outro.
— Sai da frente, traidora! — Uma voz desconhecida surge e em seguida Avery sente um ombro combater o seu. Ela dá um passo para trás e inspira, o peito subindo com dificuldade. — Sua irmã pode ter conseguido passar do Parapeito, mas com esses braços, aposto que você não passa do primeiro andar da torre. — A voz é carregada de escárnio e há um grupo ao redor rindo.
Avery permanece em silêncio.
Ela não é uma traidora.
Ele não era um traidor.
— Não se importe com eles. — A jovem cabisbaixa diz, fixando suas urbes esverdeadas em Avery.
— Eu não me importo com nada além daquilo hoje. — Avery responde, a nuca lançada em direção a torre.
— Você vai conseguir. — Talvez não, ela pensa instintivamente. Céus, como Avery queria que sua irmã estivesse ao seu lado! Mas apenas de imaginar como seria se ambas tivessem a mesma idade… Quinn faria de tudo para protegê-la.
— Você também vai. — Ela diz antes de um nome ser chamado e a silhueta diante dela responder. Seu nome era Hanna.
Chegando ao topo, o Parapeito se revela, e a fila avança para a plataforma exposta. O vento aumenta, as nuvens obscurecem o céu e a iminência paira sobre todos. Avery observa os outros candidatos atravessarem quando são chamados, alguns com coragem, outros com hesitação. Ela sente seu corpo ruir, os músculos desistem antes mesmo dela ouvir seu nome. Avery imaginou inúmeras formas de como morreria. Via claramente a tonalidade do seu sangue colorir o chão rochoso diante da torre.
Enquanto a ansiedade cresce e o Parapeito aguarda, ela, entre a incerteza e a coragem, enfrenta a prova que decidirá seu destino como Cavaleira.
— Avery… Ovard. — Uma mulher de feições mais velhas grita o nome de Avery como um insulto. — Boa travessia, cadete. — Outra mulher ri, compartilhando alguns sussurros com a companheira. Os outros candidatos começam a surgir e Avery compreende. Não há para onde fugir. Ou ela seria uma Cavaleira ou morreria tentando.
Sua determinação diminui quando, de um instante para outro, uma silhueta robusta cai do segundo andar e o som do seu corpo preenche o ambiente. Houve mais duas antes dela seguir.
O vento uiva sobre a torre enquanto Avery, impulsionada pelo medo, abandona a segurança do interior e avança em direção ao parapeito. Cada passo é uma batalha contra a vertigem, o coração pulsando como um tambor ensurdecedor em seus ouvidos. O conselho de Mason ressoa em sua mente, instando-o a manter os olhos fixos nas pedras à frente e a resistir ao impulso de olhar para baixo.
Os músculos tensionados, ele se equilibra nos degraus irregulares, concentrando-se para desviar o olhar de suas botas. A chuva, o vento e a queda iminente de duzentos pés tornam a tarefa muito mais desafiadora do que as práticas no pátio com Mira. Cada passo é um teste de coragem, e sua mente luta para manter a calma.
Ela alcança o ponto mais alto, mas não pode se dar ao luxo de pensar nisso. O pânico ameaça paralisá-la, mas ela luta contra a ansiedade, recitando informações sobre a escalada que ouviu nos últimos dez anos. Cada ato pronunciado parece estabilizar sua respiração, diminuindo a tontura.
A visão da marca do primeiro andar está à frente, onde Hanna de repente surge, o que incentiva Avery a continuar. Contudo, o vento a faz perder o equilíbrio, agarrando-se ao parapeito para não cair. Ela poderia ter caído. Avery fecha os olhos e arrisca pensar por um momento. O primeiro andar é o mais difícil, ela precisa apenas segurar firme por alguns metros.
TW: MORTE E SUÍCIDIO.
— Não temos chance! — Hanna urra e por um motivo desconhecido, Avery consegue ouví-la por debaixo da tempestade.
— Você consegue, estamos quase lá! — As palavras buscam alcançá-la, mas antes do seu pulo aproximar mais suas silhuetas, Avery percebe uma mudança drástica no rosto de Hanna.
— Eu não vou conseguir. Eu… sou fraca. — A dor irrompe no seu peito, as palavras descreviam o que sentia em seu âmago e se esforçava para ignorar. — Eles nos possuem. Possuem nossos corpos, nosso destino. — Ela solta um dos pés e seu corpo pende por míseros centímetros. Avery avança, mas uma pequena roche se solta e ela precisa se agarrar a outra para não cair. — Mas eles não podem possuir nossa morte.
— Por favor... — As lágrimas queimam e se misturam com as gotas de chuva cortantes.
— Espero que você consiga se libertar. — Hanna sussurra antes de lançar todo seu corpo. Ela cai e por um instante, Avery pensa em fazer o mesmo.
Ela encarou a cena diante de seus olhos, determinada a não sucumbir aos pensamentos que pairavam sobre ela. Agarrando os lados da pedra com firmeza, distribuiu seu peso cuidadosamente, confiando nas pedras lisas para sustentar seu equilíbrio. Com a perna esquerda balançando para cima, a sola do pé encontrou a passarela, marcando um momento crucial. O primeiro andar, o segundo, o terceiro…
A partir desse ponto, sua mente estava em um turbilhão, sem força para estabilizar seus pensamentos. A necessidade de colocar o pé direito com precisão era imperativa, pois uma escolha errada poderia levá-lo a descobrir o frio mortal ao lado de Hanna.
Ao se afastar da pedra, recitou a canção silenciosa, esperando que suas botas encontrassem o caminho enquanto se punha de pé. Mesmo se caísse, aceitaria o erro como seu próprio, mas não o faria deliberadamente. Optar por enfrentar a vida ao invés da morte, era a escolha lógica. Ela sabia que era fraca e que precisaria se esforçar mais do que todos para sobreviver, mas não se perdoaria por deixar Quinn antes de lutar.
Restavam apenas três metros fora das imponentes muralhas da cidadela. Seu pé esquerdo escorregou, desencadeando um momento de desequilíbrio, mas ela se recuperou rapidamente, perdendo apenas uma batida do coração antes de retomar. A fortaleza, esculpida na montanha, erguia-se majestosamente atrás das espessas muralhas, formando uma configuração em forma de L. As construções robustas resistiam ao fogo, evidenciando a precaução.
As paredes imponentes ao redor do pátio da cidadela, com três metros de espessura e dois metros e meio de altura, estavam diante dele, com uma única abertura. Ele estava lá, sobre ela. Um soluço de alívio escapou quando pedras se ergueram dos lados, indicando que ela havia conseguido.