O Basgiath War College dá as boas-vindas a TAHIN DROĞAN AKSOY, um TERCEIRO ANO que mostrou-se disposto a desafiar o parapeito para incorporar o Riders Quadrant. Vindo da província de TYRRENDOR, ele possui VINTE E SEIS anos, e foi recrutado para a SEGUNDA ASA, encontrando-se atualmente na SEÇÃO CHAMA e fazendo parte do 1º ESQUADRÃO. Esperamos que algum dragão reconheça que é ARTICULADO e ARROGANTE, ou esse cavaleiro estará morto.
Resumo em breve
CONEXÕES
TRIVIA
BASIC
HABILIDADES NOTÓRIAS E ARMA DE PREFERÊNCIA: Desde a infância, Tahin foi treinado com dedicação para seguir o caminho dos cavaleiros, desenvolvendo proficiência excepcional no manejo de espadas. Além de suas habilidades com a lâmina, também é reconhecido por sua destemida equitação de dragão. Montado em sua majestosa criatura alada, ele desafia os céus, coordenando movimentos precisos entre cavaleiro e dragão. Ademais, o corpo de Tahin é forjado em batalhas, moldado pela disciplina e treinamento rigoroso. Seu físico imponente reflete a força bruta de um guerreiro habilidoso, capaz de enfrentar desafios com coragem e determinação. Sua arma preferida é a bota com lâmina, onde o estender ou retrair da lâmina é uma derivada de simples movimentos. Quando a lâmina está retraída, o deslocamento de Tahin não é afetado; mas quando está estendida, correr fica complicado. Além delas, acessório usado para atravessar o parapeito, ele gosta de cestus, uma luva de couro com espinhos, usada por pugilistas e brigões de rua — exatamente como ele.
DRAGÃO VINCULADO E SINETE: Ciorstag (“poderosa” no gaélico escocês) é uma rabo de adaga vermelha, fêmea, que pode ser facilmente descrita como selvagem e independente. Apesar do vínculo com Tahin, o dragão fêmea é imprevisível, e não aceita de forma alguma ser tratado como mero animal. Ela exala uma aura de nobreza e poder através de seu corpo robusto e musculoso, coberto por escamas reluzentes que variam de tons profundos de vinho e vermelho. Ela possui longos chifres curvados que adornam sua cabeça, acrescentando uma presença imponente, e garras afiadas que são habilidosas tanto para a caça quanto para a defesa, proporcionando uma vantagem formidável em situações de combate. Fiel ao seu cavaleiro vinculado, Ciorstag age com agressividade em relação aos inimigos de Tahin, já tendo amputado o braço de um cavaleiro que o incomodava, com uma mordida. Hemocinese: É capaz de manipular sangue a partir de si mesmo, de outros seres ou de seus arredores, também é capaz de sentir batimentos cardíacos a quilômetros de distância, transformar o sangue em vapor ou pedra e também estourar veias do corpo de um ser-humano ou animal. De uma certa forma o usuário consegue “controlar” seres vivos manipulando o seu sangue. Mas a distância pode anular tal habilidade, além de ter hemorragias quando manipula sangue por muito tempo.
BIOGRAPHY
Quão leais à Navarre são os militares de Tyrrendor, que não se envolveram diretamente nas batalhas da rebelião?
Lealdade é um comprometimento profundo, enraizado no tecido da confiança mútua, onde as promessas são cumpridas não por obrigação, mas por um vínculo intangível; uma qualidade que transcende palavras e se manifesta em ações silenciosas. Lealdade não é apenas uma virtude, mas uma expressão de perseverança. Lealdade não está à venda, mas pode ser mascarada. Lealdade é algo que Serkan possuía com o Coronel Festus Hoff, incumbido de permanecer por trás das cortinas da rebelião, para que desse apoio aos descendentes caso tudo desse errado. Como aconteceu.
Festus era o ‘plano B’ dos traidores — ou pelo menos o de Serkan, que impedia o amigo de comparecer nas reuniões e se envolver ativamente ao grupo, alegando que ele precisava estar vivo para se casar e cuidar do afilhado Tahin. Festus, então, injetava dinheiro para aquisição das armas, mapeava locais que seu amigo pedia e ministrava tudo por trás das cortinas. Por isso sobreviveu, e foi devido ao sentimento de culpa que responsabilizou-se pela criação de Tahin e alguns outros jovens órfãos. Órfãos, sim, pois ainda que não tenha sido mencionado em nenhum livro oficial, não foi apenas o familiar cavaleiro que as crianças perderam naquela rebelião - o Aksoy, por exemplo, além de assistir o pai ser incinerado por Codagh, também presenciou a mãe engasgar com seu próprio sangue ao ter a garganta cortada.
Depois dos horrores que presenciou, o padrinho não teve muito trabalho para semear a ideologia rebelde em Tahin. Eram as outras pessoas que faziam isso por ele, sempre que sussurravam entre si e lhe dirigiam olhares de suspeita e desconfiança. Sua relíquia chamava a atenção e revelava o passado de seu pai, julgado como desonroso. As marcas, espalhando-se por suas costas, envolvendo seu pescoço como uma fantasmagórica mão negra a tentar enforcá-lo, no entanto, eram exibidas com orgulho pelo Aksoy. Apesar de refletir as transgressões de seu pai, também era símbolo de sua coragem para lutar pelo que acreditava — ou era nisso o que o órfão passou a acreditar.
Na intenção não apenas de cumprir sua obrigação, pois não se importava o suficiente com as regras daquele governo, seu ingresso em Basgiath foi fundado em uma forma de vingança. Achava absurda a ideia de um governo eliminar qualquer pessoa que ousasse o questionar, e acreditava que era isso o que haviam feito com seu pai. Por desde jovem ter sido submetido a treinamentos, superar o parapeito ou os desafios que vieram depois dele, não foi um obstáculo. Na verdade, até se exibiu nessas ocasiões, cruzando grande parte do parapeito correndo. Durante os desafios, tornou-se ousado, chegando a quebrar o braço de um cadete na segunda vez em que entrou na arena e, depois disso, o pescoço de um. Se Basgiath queria transformá-los em máquinas de matar, era sensato começar cedo para que aquela sensação de choque não atrapalhasse quando estivesse em batalha.
Independente do seu bom desempenho, contudo, quando a colheita acabou, Tahin recebeu o rótulo de não vinculado. Zombarias retornaram a serem feitas com ele de alvo, alegações de que dragões prezavam a honra e jamais se vinculariam com determinados marcados o alocando em um nível inferior. Um nível que ele detestava. E por isso não demorou muito para agir, aproveitando-se dos vínculos ainda enfraquecidos para livrar-se de um cavaleiro, provando que era mais forte e conquistando seu dragão. Se tornando um cavaleiro. A insígnia de líder de asa veio no terceiro ano, sendo natural seu carisma e poder de convencimento. Também apresenta uma aptidão para fazer com que as regras sejam seguidas, embora não se incomode em quebrar algumas delas, afinal, o caminho certo nem sempre é o único caminho. E foi essa a premissa que o levou a fundar um clube secreto de luta, espalhando a notícia aqui e ali, como um vírus, sem jamais reivindicar os créditos para tal, já que seria contra as regras.












