Meu Deus, cê veio! Não tava esperando te ver por aqui, sério mesmo. Mas e aí, o que cê achou? O show foi legal? Eu mandei bem, né?
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Meu Deus, cê veio! Não tava esperando te ver por aqui, sério mesmo. Mas e aí, o que cê achou? O show foi legal? Eu mandei bem, né?
— o quê? você quer jogar aqui na máquina de donkey kong? eu acabei de sair do meu turno... quero jogar um pouco! preciso manter a primeira posição.
você tem um cigarro aí? o meu acabou, não tô afim de fumar essa erva agora. aproveita e senta aí pra gente jogar papo fora, a rua tá vazia mesmo. aposto que não deve ter nada melhor do que conversar com um desgraçado.
Eu to morrendo de preguiça, mas eu quero tanto beber... Pega uma bebida pra mim?
tá aí o que você pediu, gat@. se alguém perguntar onde você conseguiu isso aí, é só falar meu nome, não esquece.
⁘ ⁙ — Papo errado, pessoa errada, lugar errado. — Sorriu de canto, sentindo uma leve ardência do caralho nos lábios por conta do corte; mas após tantas porradas recebidas ao longo dos anos, Tan já estava acostumado. Estava com a cara toda arrebentada pós uma briguinha que tivera na noite passada saindo do Neon Lights, nada fora do usual. — Mas meu murro na cara dele foi certeiro. Se está impressionadx com a minha cara, é porque não viu a dele.
— ╰☆╮ ❝ ‘tá, vamos logo ao que interessa... o que você quer? espero que não tenha me chamado aqui atoa, não desperdice o meu tempo. ❞
⁘ ⁙ Festas, definitivamente, não eram seu estilo: mas Minkyu precisava de uma mudança de ambiente para tentar se livrar de um bloqueio criativo. Só faltavam cinco páginas na nova edição de Jeoggiui Bogsu e a garota— ou Kyuhyun — não conseguia decidir como Hiro descobriria sobre o passado de Giri. Não queria nada muito dramático, mas também não queria muito simples; e, além disso, precisava ainda desenhar cada quadro de maneira que expressasse exatamente sua imaginação. Suspirou, bebendo um gole do soju em mãos. Ser quadrinista não era uma tarefa fácil e nem ganhava bem pra isso. Botou um bico nos lábios, olhando as outras pessoas dançando e se divertindo ao seu redor. Escolhera um cantinho daquele apartamento e ficar plantada ali desde que chegara, que nem uma decoração. Dançar não lá era sua praia (menos quando estava bêbada e começava Maddona ou aquela música sobre garotas quererem se divertir que Minkyu não sabia quem cantava), e queria evitar pagar uns micos com seu jeito desastrado. O problema era que seu cantinho estava começando a ficar cheio de casaizinhos se pegando de maneiras indevidas e a menina sentiu as bochechas ficando ligeiramente avermelhadas. Foi ao se virar para se esquivar de um casal que estava empolgado demais nas beijocas que Minkyu acabou escorregando, caindo sobre alguém que estava atrás de si. Sentiu o rosto inteiro esquentando, virando a cabeça para trás com a destra sobre a boca. — Desculpa... — Murmurou baixinho, mentalmente desejando que pudesse desaparecer naquele instante. — Não foi minha intenção...