down in flames
info: 14.19.17, período da tarde em alguma área externa do colégio.
@bm-aurora
o aglomerado é em outra direção. as opiniões, risadas e animação, nenhum deles estão naquela parte dos territórios do colégio. e é exatamente por isso que clyde está ali - sua cabeça só cooperaria com o festival se fosse para estraga-lo. a conversa com julia havia aliviado certa parte, mas não mudado o sentimento. por dezessete anos, nunca tivera que viver aquilo. em san diego, ninguém falava sobre aquilo. de repente, é enfiado em um plano e em uma escola. e esta escola, aparentemente, se move para chegar ao dia que o faz lembrar de tudo que deu errado em sua vida. ou quase, porque na verdade sequer teve uma vida. quer ficar sozinho, colocar em ordem as verdadeiras prioridades.
ele não espera encontrar outro alguém. tampouco que este alguém fale com um... réptil. os pés congelam, bem como fizeram quando abriu a porta do quarto e encontrou a cobra. clyde, naquele momento, consegue esquecer aquilo que havia tentado durante caminho. honestamente, nunca se sentiu mais interessado e aliviado em encontrar uma garota falando com bichos. — a última vez que vi uma cobra, foi no meu quarto e eu queimei. — mente. claro que não a queimou (mas provavelmente só pois não tinha como criar fogo). — brincadeira.









