(insp)
taylor price
Alisa U Zemlji Chuda

JVL
todays bird

Janaina Medeiros

shark vs the universe
h
trying on a metaphor
Monterey Bay Aquarium

JBB: An Artblog!
sheepfilms
he wasn't even looking at me and he found me
$LAYYYTER
Stranger Things

No title available

tannertan36
Lint Roller? I Barely Know Her

#extradirty
d e v o n
Mike Driver

seen from Netherlands

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Malaysia

seen from Malaysia

seen from United States

seen from Türkiye
seen from China

seen from United States

seen from Venezuela
seen from Venezuela

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
@bm-clyde
(insp)
*** your father’s
down in flames
info: 14.19.17, período da tarde em alguma área externa do colégio.
@bm-aurora
o aglomerado é em outra direção. as opiniões, risadas e animação, nenhum deles estão naquela parte dos territórios do colégio. e é exatamente por isso que clyde está ali - sua cabeça só cooperaria com o festival se fosse para estraga-lo. a conversa com julia havia aliviado certa parte, mas não mudado o sentimento. por dezessete anos, nunca tivera que viver aquilo. em san diego, ninguém falava sobre aquilo. de repente, é enfiado em um plano e em uma escola. e esta escola, aparentemente, se move para chegar ao dia que o faz lembrar de tudo que deu errado em sua vida. ou quase, porque na verdade sequer teve uma vida. quer ficar sozinho, colocar em ordem as verdadeiras prioridades.
ele não espera encontrar outro alguém. tampouco que este alguém fale com um... réptil. os pés congelam, bem como fizeram quando abriu a porta do quarto e encontrou a cobra. clyde, naquele momento, consegue esquecer aquilo que havia tentado durante caminho. honestamente, nunca se sentiu mais interessado e aliviado em encontrar uma garota falando com bichos. — a última vez que vi uma cobra, foi no meu quarto e eu queimei. — mente. claro que não a queimou (mas provavelmente só pois não tinha como criar fogo). — brincadeira.
Cén áit a stopadh tú, mo ghrá?
( w: @bm-clyde ~ Madrugada de quinta, 150917 / Idade média. )
Continuar lendo
taste like death
bm-ricky:
Parte de si estava dividido naquele maldito sentimento de culpa, a outra parte estava tranquila em não ter feito nada errado demais. Quer dizer, Clyde ainda estava vivo, as coisas poderiam ter sido piores se não houvesse parado a tempo. Mas vê-lo daquela forma… Não devia ter cedido àquela vontade, o americano poderia ter lhe pedido infinitas coisas, mas não aquilo. Ainda havia vitalidade ali, poucas, mas era melhor que nada. Os dedos que corriam pelo rosto de Clyde não demoraram a secar as lágrimas que escorriam, sequer conseguindo medir quanta dor ele sentia e o quanto aquele ato podia ser doloroso. Mas não podia demorar ali, sabia bem, por isso deixou o mais novo quietinho ali no chão enquanto se vestia devidamente e arrumava a mochila, que na verdade consistiu em socar tudo ali dentro de qualquer jeito e fechar como pôde.
Ajoelhado novamente ao lado do rapaz, a audição fora novamente ao seu peito para ter certeza de que o mais novo ainda estava ali, por mais que pudesse sentir seu espírito ainda. E frágil como Clyde estava, teve todo cuidado ao pegá-lo no colo, observando seu rosto pálido por algum tempo antes de selar sua bochecha, sentindo-a tão fria que esperava que o calor do próprio corpo pudesse aquecê-lo e, na mais inocente das hipóteses, devolver ao americano sua força vital. Mas não era um herbae, muito pelo contrário, e talvez seus pais sempre estiveram certos quando diziam que sua magia era uma maldição. Quão terrível era poder sugar a energia de alguém até a morte? Suspirou, enfim, apertando um pouco mais o corpo alheio contra si enquanto buscava no fundo da mente a localização da enfermaria. Poucas vezes tinha ido até lá, então o caminho não lhe era bem conhecido.
Foi preciso alguns instantes pensando, até finalmente se recordar do trajeto. Não que fosse andando, mas a magia do teleporte fazia necessário conhecer o local para onde se iria. Foi num piscar de olhos que todo o cenário mudou e tudo o que Maverick fez foi procurar o enfermeiro mais próximo, colocar Clyde sobre a maca e explicar tudo o que havia acontecido. Sabia que provavelmente tomaria uma bronca pelo que havia feito, ou algo pior, mas não era capaz de mentir. Ficou parado ao lado da maca, os dedos percorrendo os fios escuros do americano num afagar breve, desejando não ter causado tanto mal ao rapaz. Mas agora já estava feito e só podia torcer para que ele se recuperasse logo.
[ finished ]
· are you alright?
bm-alba:
「 with: @bm-clyde 」 170915 19:30 @ old mother jung.
A mente de Alba era pura preocupação. Apressou-se ao sair de suas atividades rotineiras na OMJ e rumou para uma loja de conveniência qualquer, onde comprou doces e guloseimas dos mais diversos tipos e sabores — era por uma causa nobre, Clyde merecia.
Não parou de pensar nenhum segundo enquanto caminhava em passos pequenos e rápidos até a enfermaria. O que podia ter acontecido para que ele tivesse que pernoitar na enfermaria? Será que estava bem?
Isso tudo martelava na cabeça de Alba enquanto a distância até a enfermaria diminua. A menina apertou o saco repleto de guloseimas em suas mãos e rumou para a salinha onde Clyde se encontrava, não aguentava mais esperar.
Ao chegar na grande porta da tal enfermaria, adentrou rapidamente sem pensar duas vezes e logo avistou a figura conhecida em um dos leitos que lá tinham. Seguiu até a cama onde o mais velho estava, parando de frente para ele e lhe estendendo os doces que comprara.
— Fiquei na dúvida em quais comprar, então peguei uma de cada e vim correndo. Como se sente agora? — Alba diz tudo de uma vez, deixando a ansiedade e a preocupação transparecerem todas juntas enquanto sentava-se na ponta da cama.
eu rosto parece ser algo que melhorou: há certa coloração. ele não pode dizer o mesmo quanto ao gosto amargo na boca - e não sabe se veio do fato de ter dormido do dia anterior até o seguinte (ou seja, hoje) ou se tem algo a ver com a poção qual tentam convencer ser algum chá. o motivo realmente não importa, porque não muda sua vontade de enfiar açúcar na língua.
clyde se senta na cama e apoia as costas na parede. o suspiro não é só pelo cansaço que ainda carrega, mas também pela falta de paciência que ter de ficar ali o trás. “você tem sorte” ou “mas também foi forte” as enfermeiras dizem toda vez que termina mais um momento (terapia? tratamento? como chamar isso?) no qual deixar herbaes o revitalizar com suas habilidades. não é como se estivesse em qualquer condição de negar qualquer coisa que o fizesse ter mais forças para pelo menos sentir os membros. só quer poder sair dali.
no momento, porém, poder ver alba o acalenta suficientemente. e quando a vê, ele sente o peso voltar - afinal, ela foi um dos motivos pelo qual se pegou tão dedicado à viver. poder vê-la ali é como entender parte da importância da vida. ele não pega os doces, tampouco a responde, não à priori. ao invés disso, clyde põe as pernas para fora da maca só para poder puxar a garota e, enfim, abraça-la. não é a melhor posição, uma vez que a tem entre as pernas, mas aquilo é a última coisa que o importa naquele momento. — feliz. — mas a feição continua uma incógnita. mesmo quando a solta para segurar o rosto dela em suas mãos. — eu sei que não parece, mas estou. porque você está aqui. nem toda felicidade precisa de um sorriso... né?
mother nature
bm-julia:
Julia deu um passo para trás quando o mais velho explodiu. Respirou fundo com os olhos fechados para novamente olhar para ele, que parecia como uma bomba-relógio. Mesmo que ele possa se tornar agressivo, a garota tornou a se aproximar. Coloca-se entre a árvore e o menino, olhando diretamente nos seus olhos.
“Todos queremos alguma coisa, Clyde.”, a garota tentou levantar a voz para que ele a escutasse, mas ainda mantendo o tom calmo para que não deixasse-o ainda mais exaltado. “E eu tenho certeza que a sua mãe não iria querer que você estivesse desse jeito.”
Desviou o olhar por um segundo para olhar para o horizonte. Engoliu em seco e tirou uma mecha do cabelo que caía em seu rosto. “Algum dia nós também vamos ir embora. Você iria querer que alguém querido pra você se sentisse como você está sentindo?”
47/♡ gifsets of jjk
taste like death
bm-ricky:
Um riso curto preencheu o ambiente ao ouvir aquela pergunta. Maverick foi cínico o suficiente para olhar em volta longamente e ainda dar de ombros com aquilo. — Não tem ninguém aqui pra reclamar, ué. Por que não posso tirar a camisa? — Claro que não havia feito aquilo durante o treinamento com outros alunos, mas uma vez sozinho e com o treinamento intenso feito, não viu nada demais naquilo. Apanhou a toalha na bolsa logo depois, secando a pele ainda úmida, assim como os cabelos que estavam nem bagunçados e o pentear dos dedos sequer ajudava a mantê-los longe dos olhos. Desistiu da luta e focou sua atenção em Clyde, aquele pedido que era tão perigoso quanto tentador. Sua falta de tato normalmente não o faria pensar tanto, mas tinha certo apreço pelo garoto e não podia machuca-lo. Não daquele jeito. Mas a feição tão decidida do outro até mesmo o surpreendeu.
Então, que os jogos começassem. Secou o rosto uma última vez antes de deixar a toalha sobre a mochila novamente, pendendo a cabeça para o lado conforme encarava o rapaz diante de si, abrindo um sorriso pequeno conforme os dedos passaram a deslizar sobre o rosto alheio, o polegar deslizando sobre o lábio inferior alheio antes daquela mão seguir até a nuca do americano. Foi se aproximando pouco a pouco, a mão livre percorrendo a cintura do rapaz num simples joguinho de sedução que, apesar de saber não ser necessário ali, queria ter sua vítima em seu total domínio. Um suspiro se fez audível quando a boca se colou ao ouvido de Clyde para um breve mordiscar da cartilagem antes do olhar voltar até o rosto alheio. — Tirando a terrível sensação de ter sua vida sendo sugada, você vai ficar cansado e fraco. — Sabia que para chegar à sensação que o outro queria, precisaria ir além do que costumava ir.
Ambas as mãos tomaram as laterais do rosto alheio para si, encurtando a distância de uma vez para o juntar dos lábios. Diferente do habitual, o toque era calmo e até mesmo carinhoso, como um beijo da morte devia ser, mas não demorou a ganhar intensidade, assim como a força vital de Clyde ia diminuindo conforme o toque avançava. Não havia força no segurar do rosto alheio, sequer precisava daquilo para o quão fraco o americano já se encontrava. Notar o fraquejar do corpo alheio foi questão de tempo, e assim foi deitando o rapaz no chão com todo cuidado possível sem sequer romper o contato entre os lábios. Era terrível, sentir a vida de alguém se esvair era a pior sensação possível, mas estava feito. Mal podia ver Clyde respirando, e por um momento se preocupou de realmente ter passado dos limites. Por isso deitou a cabeça sobre o peito dele, o ouvido colado em seu peito procurava pelos batimentos cardíacos que, ainda que fracos e falhos, estava ali. Sorriu em alívio, mas não orgulhoso do que havia feito. Os dedos fizeram um carinho breve nos fios escuros do garoto, que ainda demoraria algum tempo para se recuperar daquilo. — Mas você é doido mesmo… — Murmurou para si mesmo, já sabendo que precisaria carregar Clyde até a enfermaria.
( soubesse que qualquer sorriso fosse ser trocado por dor, teria sorrido por mais um tempo. teria brincado mais uma vez; teria feito alguma pergunta boba. soubesse que sentiria o que viria, teria levado mais tempo para chegar à conclusão de que queria aquilo - queria saber como é ter um fio segurando-o entre a vida e a morte ). os dedos em seu rosto o pega de surpresa; não esperava carícia. não entende aqueles toques, o cenho franze. estava ricky brincando ou achando que era brincadeira? não o havia levado à sério? o olhar do americano mostra o óbvio: confusão e curiosidade. principalmente quando os corpos colam. rir. — isso faz parte? — é uma pergunta com um leve tom humorístico. também é uma pergunta coerente, afinal, para quem pensou mil e uma vezes aquela cena. em sua cabeça, era como naqueles filmes do harry potter. logo, não teria o provocando de tal forma; o olhando com aqueles olhos; tampouco mordidinhas. a quietude sobe sua espinha quando as palavras tocam seu ouvido. ele já sabia, daquilo ele já sabia - na teoria. a prática, no entanto, que é sempre diferente. clyde devolve o olhar que recebe, questiona mudo o que significa tudo aquilo; se é alguma forma que o alemão pensou de relaxa-lo ou amenizar.
e funciona. ao menos nos primeiros segundos. quando os lábios tocam os seus, e os olhos fecham automaticamente, o suspiro que solta pelo nariz parece levar junto o nervosismo. relaxa, sim. clyde leva as mãos para o quadril do mais velho e parte sutilmente os lábios. e é confuso, sim, porque ele não sabe se a falta de ar é pelo beijo ou porque torna realmente difícil de respirar. ele não sabe se o coração acelerado é pois o ato de beijar acelera ou porque seu corpo, de repente, sente-se em perigo. clyde só percebe o que está acontecendo quando os braços pesam o dobro e mesmo assim o corpo o faz tenta empurrar ricky, ainda que pelo estômago. ainda que falhe miseravelmente. só percebe o que está perdendo a vida, porque sua mente entra em estado de alerta - o latejar no peito grita; a sonolência surge; os músculos doem. tentar escapar é uma reação involuntária.
vai morrer, então vem o medo. e ele percebe que não quer; não pode. e que não vem droga de LUZ nenhuma. não quer morrer, ainda que já tenha achado que sim. ele reluta, sim, e o que dizem ser o filme de sua vida nada mais é que momentos quais você tenta (tem que) se agarrar para não cair. é a beira do abismo que você precisa segurar os dedos cravados. são as lembranças de pessoas ou momentos que te faz querer tentar e resistir o sono. como se estivesse na cama, aos oito anos, brigando com os próprios olhos que pesam, porque já é seu horário de dormir, mas ainda não terminou o seu desenho predileto - e você tenta focar neles, nos personagens, nas vozes, no colorido. só que quando o sono é mais forte, você perde sem perceber. os olhos de clyde enchem sem perceber no momento que perde, sem perceber. o corpo cede, não há mais força nas pernas bambas. os dedos deslizam na pele do mais velho ao que os braços caem. não tem mais força. sequer está presente.
é isso. em um momento, sente dor. no outro, simplesmente não está mais ali. não há porra de luz nenhuma; não há rosto nenhum. a visão é escura, como naquele momento em que os olhos cedem, você dorme e a tv fica ligada.
mother nature
bm-julia:
Todas as vezes que Clyde falava sobre aquela que a deixou marcado pelo sentimento amargo da saudade parecia como se fosse a primeira vez. Ver alguém que a brasileira considerava tão próximo estando tão triste cortava o seu coração sempre. Mas estava tudo bem, Julia estava lá para ajudá-lo nem que fosse só para dar um ombro amigo.
“É aquilo de novo, não é?”, disse. “Algumas coisas nunca vão embora…”
De certa forma, a menina entendia o mais velho. Perdera o irmão mais velho, alguém tão querido para ela. As lembranças eram dolorosas. Olhava para Clyde com as sobrancelhas contraídas, queria deixá-lo feliz de algum jeito.
“As coisas são feitas para vir e ir.”, transferiu o olhar para a frente. “A primavera também vai embora, mas nós podemos ver a beleza no verão também.”
as palavras delas são como uma chave para o sorriso - infelizmente, não é um de graça. ele escapa com um bufar, faz os ombros balançarem e o peito doer, porque clyde termina rindo da própria situação. é rir para não chorar, pois as coisas vão embora, menos quando essas coisas são sentimentos. o garoto funga e segue por roer o lábio inferior - e isso deixa óbvio qual é a resposta para a pergunta da loira.
algo naquilo que ela segue dizendo (esse algo seria, duh, a verdade ?!) o faz queimar por dentro. faz querer fulminar. — eu não quero isso. — ele grunhe. — ESSA É A QUESTÃO! EU NÃO QUERO ISSO! — e explode. as palmas batem no tronco de madeira, fazendo vibrar, ao que ele afasta o corpo. o que vai, volta. clyde dá as costas para a brasileira, levando as mãos para a cabeça e escorregando pelo cabelo. ele toma seus três segundos para acalmar. — eu não quero primavera. eu não quero olhar para os lados e- e — os olhos ardem e porque a visão se torna turva, é preciso piscar repetidamente. assim, a primeira lágrima cai. — e a ver em tudo. eu odeio isso. eu odeio isso. — e o que pareceu ter sido calmaria, de repente explode novamente em um movimento repentino onde ele joga o caderno que segura. acerta e amassa algumas flores, como levantar e espalha um pouco da terra. algumas das folhas sem pauta do caderno voam e este cai aberto.
é uma reação exagerada, provavelmente. é um momento sensível demais, também. mas é a consequência de muito guardado dentro de si por tanto tempo. não consegue ser maduro como julia, não neste quesito.
taste like death
bm-ricky:
Para quem conhecia um pouco do alemão, sabia que não era novidade alguma vê-lo até depois do horário no clube de duelos. Já havia tirado a camisa há tempos, e até mesmo os sapatos, sua mobilidade melhorava de uma forma absurda sem eles. E suado como estava, o excesso de roupa apenas iria atrapalhar. Mas já estava na hora de uma pequena pausa, mal conseguia respirar e também precisava guardar suas adagas. Vinha melhorando sua habilidade de combate, uma vez que sabia bem que não devia confiar apenas na magia. Queria ser o melhor, em absolutamente tudo. Bebeu um longo gole de água, girando a karambit no indicador. Mas não demorou a ficar inquieto, as orelhas se remexeram pela sensação de ser observado. No fundo, estava acostumado àquilo, afinal, havia sempre um espírito carente lhe rondando querendo papo. Deixou a garrafa no banco novamente, suspirando fundo antes de voltar a girar a lâmina no dedo. Ficou um tempo olhando as cores da arma, mas foi instantâneo se virar com a lâmina em punho até ver a feição de Clyde ali. E a expressão agressiva não demorou a se tornar mais tranquila, passando para curiosa com aquele pedido tão repentino. Não era exatamente perigoso, não iria machucar Clyde, mas com certeza não era a melhor das sensações. O cenho se franziu algumas vezes, guardando a karambit no estojo antes de se voltar novamente para o americano. — Tem certeza, Clyde? — Não havia feito aquilo muitas vezes na vida, ainda que soubesse perfeitamente até onde podia ir com aquilo. — Pode ser um tanto desconfortável, e você vai ficar fraco por uns dias.
o espaço que havia deixado entre ambos, por motivos que nem mesmo ele saberia explicar, diminui ao que decide por vez se aproximar do mais velho. suspira. uma mão vai à gravata que puxa para folga-la, a outra desfaz o penteado no cabelo. clyde leva um tempo para responder. os olhos passeiam pelo salão e seguem para os materiais que acreditava ser o que mavericky estava usando. é claro que nota o tronco nu do alemão; é claro que perguntas surgem à mente junto às sobrancelha que sobe. — eles deixam tirar a camisa? — a pergunta é boba (é uma tentativa humorística para tentar deixar a situação mais leve para si), pois há um tempo que o clube terminou. não acha que deixem os alunos tirarem a roupa durante.
clyde mais uma vez suspira. — eu sei. — fala. — mas eu preciso. — mente. não precisa de fato, mas sua botou na cabeça que sim. é algo pessoal; é uma batalha interna. é provar à si e para si. parte de si, no entanto, sabe o quão é estúpido; que não precisa chegar àquilo, mas ele ignora. está perdido. — eu quero que você me faça sentir... perto da morte. — é preciso piscar diversas vezes para tentar amenizar o frio na barriga. — quais seriam as consequências? fora, duh, a morte.
taste like death
info: por volta das 18h30min, na sala do clube de duelos. (140917)
@bm-ricky
nunca poderia fazer parte daquilo, embora muito quisesse. estar fora do clube de duelo foi um requisito; uma regra - só mais uma das coisas a somar à máscara que precisa usar todos os dias. em old mother jung, ele é o garoto visto até como fofo - e assim tem que ser. assim significa que está a seguir aquilo que seu pai espera (e que ignora os próprios sentimentos). mas não estar no clube, e em outras atividades que pudessem levantar questionamentos, não significa que fique parado. e quanto à isto, ainda que seu pai seja um à culpar, clyde também o é.
em algum momento, passou a maltratar o próprio corpo e espírito.
achar mavericky não é tão difícil, e não só pela conexão mental. não há mais ninguém no grande salão escuro onde acontece os treinos e duelos. quanto para mais perto caminhava, mais alta ficava a mente do alemão. não a estava lendo, mas simplesmente sentindo o atividade. clyde adentra o salão com passos mais lentos, porém, decididos. os olhos facilmente acham a figura tatuada e o americano inspira e expira. — found you. — murmura baixinho, enfim hesitando caminhar. só que não tem mais o que repensar, já havia decidido. — eu tenho pensado... e eu... — a língua umedece os lábios; as mãos enfiam-se no bolso da calça da farda. — aquele... lance de vitalidade. a sua habilidade, digo. vitalidade, certo? — pigarreia. os olhos duros miram os alheios. — poderia usar em mim?
moodboard (1/?): clyde ko
when all of this end, i'll be needing stitches.
tinted moisturizer, plum wine, origami paper.
tinted moisturizer: what always makes you laugh?
umm... alguns vines nunca perdem a graça.
plum wine: what are you afraid of?
desapontar.
origami paper: do you fidget or have nervousness tics?
não, não. tenho tocs, tho.