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New Quilts, Crazy Kitties
Wow...it’s (again) been forever since I’ve posted. Since the last post, I’ve finished several quilts and the kitties are getting along famously. I’ve also been on 2 trips and am getting ready for another quilt retreat. Fun,fun, fun!
So...I finished the Labyrinth Walk quilt, and had it quilted by a terrific long arm quilter named Ed Olivier. He chose the perfect pattern for the quilting (pebbles!) and did them all free-hand.
I personally would NOT have had the patience to quilt this pattern, and am so glad Ed quilted it for me.
I also finished a “block swap” quilt from 2014. I belong to a group of quilters, online, who swap blocks on our birthdays. These had been sitting for almost two years, and I NEEDED to get them into a quilt! I chose a BQ2 (Big Quilt 2) pattern to set the blocks, and quilted it with a pantograph meander.
I designed and finished a fun quilt as a Christmas gift. It might look a little weird to some, but each element in the quilt has specific meaning to the recipient. Since they live in Alaska, the northern lights and Denali (Alaska Range) were prominent, purple is her favorite color, the hippo and owl designate her children’s nicknames, and a lilac bush denotes her mother’s memory. This one was quilted by Tom Keenan of Las Vegas.
Another quilt that was finished was a “Night Stars” pattern, done completely in batiks and also quilted by Tom Keenan of Las Vegas.
That’s probably enough about the quilts for now. On to the the kitties!
Gwennie and her snowman and Big White Mouse
Gwennie thinks it’s fun to climb up on the pot shelf.
Gunnar does know how to get comfy!
Gwennie loves sleeping on Dad’s shoes.
Gunnar and Dad taking a nap.
Gunnar and Gwennie have bonded....two peas in a pod!
Chicago Wk 5 Saturday
Something different for my Saturday morning run. I agreed to head out to the BQ.2 Marathon in Geneva and pace a couple old high school (female) friends. They bill this as a “last chance” qualifier with a small field and 8 very flat loops to maximize your fueling options. I figured I’d run the second half with the faster friend and get in my 13 miles or so around 7:45 pace.
I was up super early and everything had the makings of a normal marathon morning. But then it was really weird to get there and not have the pressure of standing at the starting line. And it was cold! Maybe 50 degrees as the sun started to come up.
I cheered the various pace groups each time they came around and rested in my chair when I got the chance. My friend was hanging with the 3:22 group at first, but then she had fallen off by the 3rd lap. When I jumped in to run with her at the half, it was clear she had already given up on a BQ. Not enough training, but she had been optimistic enough to try.
There were a couple other people who had volunteered to help. So it ended up with the “pacers” continuing on and my friend dropping out. The other friend had been fighting a knee injury for the last 3 weeks and also left the course about the same point. I still got in three loops for about 10 miles.
The conversation was good, and we did have a nice moment at the end. We caught the 3:22 pacer and his last remaining member and helped run them into the finish. Dammit we’re going to pace somebody today!
Chapter 2 - I Wanna Be The Queen? - Rebecca's POV
- O QUE? - Pude ouvir Louis gritando comigo.
- Sim meus filhos, nós estamos renunciando, estamos cansados de tantos problemas, discussões. - Papai disse tentando parecer calmo.
- E agora? O que vai acontecer? - Perguntei com medo.
- Isso é difícil mas quando renunciarmos, seu irmão assume o trono. - Mamãe olhou para Louis.
- Eu? EU ASSUMIR O TRONO? - Louis disse indignado apontando para si mesmo. - Que tipo de droga vocês fumaram?
- OLHA O RESPEITO GAROTO! - Papai alterou um pouco o tom de voz.
- Você sabem que é loucura entregar a coroa a Louis. - Resolvi me meter.
- Eu já havia dito, há muito tempo, que eu NUNCA seria rei, nem que minha vida dependesse disso. - Louis tentou se acalmar. - Vocês foram bem avisados.
- Nós esperávamos por isso. - Papai também abaixou o tom de voz e pousou a mão no ombro de Louis.
- E agora o que acontece? - Perguntei desesperada já sabendo qual era a resposta.
- A coroa agora é sua minha princesinha. - Papai disse passando a mão na minha bochecha.
- O QUE? Não, não isso não pode ser verdade… - Tirei sua mão do meu rosto e fui andando para trás.
- Querida… - Mamãe tentava chegar perto de mim e eu continuava chegando para trás.
- E se eu não, aceitar o que acontece? - Perguntei tremendo já encostando na porta, não tinha para onde fugir.
- Nós perdemos o trono para a família Marshall e é o fim de anos e mais anos de nossa família no comando da Inglaterra. - Papai disse como se não fosse óbvio.
- ENTÃO É ISSO? VOCÊS QUEREM JOGAR UM PAÍS NAS MINHAS COSTAS? UMA MENINA DE DEZESSETE ANOS! SE VOCÊS NÃO AGUENTAM MAIS IMAGINA EU QUE MAL SEI O QUE QUERO DA MINHA VIDA. - Gritei sentindo lágrimas desesperadas caindo pelas minhas bochechas que ardiam de raiva. - VOCÊS SE QUER PENSARAM NOS OUTROS, SÓ PENSARAM EM VOCÊS MESMOS E SIMPLESMENTE ACORDARAM E PENSARAM NOSSA QUE DIA LINDO VAMOS RENUNCIAR A COROA E JOGAR O PAÍS INTEIRO NA NOSSA FILHA DE DEZESSETE ANOS? QUAL O PROBLEMA DE VOCÊS DOIS?
- Rebecca abaixe o tom de voz para falar conosco. - Mamãe reprimiu-me. Será que até nessa hora ela iria querer bons modos?
- NÃO DA PARA ABAIXAR O TOM! - Revidei. - QUANTO TEMPO EU TENHO PARA DECIDIR ESSA MERDA?
- REBECCA CADÊ A SUA EDUCAÇÃO? SOMOS SEUS PAIS! - Mamãe deu de dedo na minha cara.
- EU NÃO TO NEM AI! OU VOCÊS ACHAM QUE É NORMAL ALGUÉM CHEGAR E FALAR PARA VOCÊ: OLHA SE VOCÊ NÃO ACEITAR A COROA ESTAMOS ARRUINADOS! - Meu corpo tremia, minha cabeça latejava, meu coração batia tão rápido que parecia estar tendo um ataque.
- Katherine, se acalma, a Rebecca está certa. - Papai disse afagando os ombros da mamãe. - Deixei-a desabafar.
- Charles… - Mamãe começou.
- Querida venha cá. - Papai cortou a mamãe me chamando. - Você não precisa decidir nada hoje, essa semana, você tem dois meses. Reflita, pense bem, nós daremos a você o tempo que quiser, sem pressão. Nós vamos aceitar sua decisão. - Ele tentava me acalmar acariciando minhas costas.
- Dois meses? Eu tenho só dois meses? - Disse segurando o soluço.
- Você acha pouco tempo minha querida? - Mamãe parou do meu outro lado.
- Eu não sei o que achar. - Deixei meu corpo desabar na cadeira.
- Filha tem uma coisa que precisa saber. - Mamãe disse olhando para meu pai com medo e depois voltou a falar. - Para assumir o trono você precisa casar.
- CASAR? UM CASAMENTO É ISSO MESMO? ISSO É DEMAIS PARA MIM! - Levantei da cadeira e sai correndo da sala.
Passei pela mesa aonde os meninos almoçavam mas eu acho que eles haviam ouvido meus berros pois estavam calados e com cara de assustados. Corri para meu quarto e bati a porta com toda força que consegui causando um estrondo que ecoou pelo corredor. Afundei a cabeça no travesseiro fechando os olhos colocando os dedos nas têmporas e sentindo minha cabeça latejar enquanto as lágrimas de raiva insistiam em escorrer pelo meu rosto.
Minha cabeça rodava em pensamentos. Como isso era possível? Daqui dois meses eu teria que decidir entre me tornar rainha e me casar ou arruinar a história da minha família. Isso era surreal, eu era apenas uma menina de dezessete anos, por que eu? Logo eu! Só queria ter uma vida normal, sair com meus amigos, os poucos que tinha claro, fazer uma tatuagem, cometer loucuras, viajar pelo mundo, me formar em música ou medicina, conhecer o amor da minha vida. Por que não era mais velha que o Louis ein? E por que ele não aceitava esse trono? Só pensa no próprio umbigo, egoísta. Ai Rebecca que pensamentos são esses, coitado do seu irmão e também seria de uma irresponsabilidade enorme pôr a coroa na mão de meu irmão. Eu queria apenas dormir um pouco e esquecer tudo isso mas não dava, minha cabeça latejava parecendo pesar mil toneladas em cima do meu pescoço.
- Mana? - Ouvi duas batidas na porta e depois a voz de meu irmão.
- Ei, entra ai. - Sentei na cama enxugando as lágrimas e abraçando o travesseiro.
- Ah minha princesa, não chora por favor. - Ele correu até mim e abraçou-me forte.
- Não dá Louis, eu preciso desabafar, por para fora tudo que estou sentindo. - Pousei minha cabeça em seu peito.
- Desabafa comigo, põe tudo para fora, o que está sentindo? - Meu irmão acariciava meus cabelos tentando me confortar.
- Não sei bem ao certo. É uma mistura de tudo, raiva, ódio, insegurança, indecisão, medo, dúvida, tudo! Eu sei que não deveria estar assim, que deveria tentar entender o lado dos nossos pais, que eles cansaram, estão esgotados mas eu não vou aguentar isso Louis, é muita coisa, muita pressão.
- Eu te entendo pequena, você tem todo direito de ficar assim. Nossos pais piraram um pouco Becca, eles sabem que você não vai aguentar mais é necessário. Você tem todo direito de não querer e saiba que eu vou estar ao seu lado, te apoiando sempre. - Ele segurou meu rosto entre as mãos e fitando meus olhos.
- Obrigada. - Sorri sincera. - E tem essa história do casamento, você sabia que para se tornar rainha é obrigatório a casar? - Ele apenas assentiu. - Louis, eu não quero. E se o noivo for um metido igual o Harry? E se for feio? Eu quero conhecer o amor da minha vida. Quero sentir as borboletas no estômago, levantar o pé quando nossos lábios se tocarem, me sentir nas nuvens, sentir arrepios, não quero um estranho metido e arrogante.
- Não fale assim do Harry. - Ele fingiu estar bravo. - Eu vou fazer de tudo para que você não precise se casar ok? Eu te prometo!
- O que seria de mim sem você ein? - Ele apenas sorriu em resposta e me abraçou mais forte.
- Para te animar o que acha de cometermos algumas loucuras esse final de semana? - Ele perguntou segurando minhas mãos.
- O que vamos fazer? - Eu realmente ia entrar nessa, ou seja, iria me ferrar.
- Que tal irmos alguma balada? - Ele disse levantando uma sobrancelha.
- Pode ser legal… - Mordi o lábio pensativa.
- Então vamos combinar com os meninos ok? Você vai tomar o seu primeiro porre! - Louis nunca me pareceu tão entusiasmado.
- Você é o único irmão mais velho que faz esse tipo de coisa, não pode ser normal. - Fiz uma careta.
- Boba! - Levantou-se.
- Já vai? - Fiz bico.
- Tenho que ir, os meninos me esperam. - Ele deu de ombros. - Vou dizer pro Niall vir aqui.
- Ok, te amo maninho. - Disse enquanto ele beijava minha testa.
- Te amo Becca boneca. - Ele disse fazendo-me gargalhar.
Deitei na cama torcendo para que Niall demorasse um pouco para que eu cochilasse. Meus pedidos não foram aceitos porque alguns minutos depois Niall entrava no quarto com uma bandeja composta de pizza e chocolate e o violão pendia em suas costas.
- Oi loirinho. - Sentei-me na cama novamente.
- Olha o que eu trouxe para você… - Ele colocou a bandeja na minha frente e pude sentir o aroma do queijo dançar pelas minhas narinas.
- Você um anjo. - Peguei um pedaço com as mãos e mordi sentindo o queijo dominar minha boca.
- Que isso, mas como você está? - Ele perguntou sentando-se na poltrona em frente a minha cama.
- Como você acha? - Olhei triste para ele.
- Ei, tudo vai se acertar ok? - Ele levantou-se para beijar minha testa e depois sentou-se na poltrona novamente.
- Eu acredito em você.
Niall começou a tocar violão enquanto eu comia para me acalmar. Deliciei-me com a pizza e em seguida com o chocolate. Depois de comer tudo, Niall deitou-se do meu lado e coloquei minha cabeça em seu peito enquanto ele cantava baixinho para me ninar. Dormi em questão de segundos.