A Butantã Gibicon, convenção de Quadrinhos que recebeu recentemente o HQMIX de melhor evento, teve a sua segunda edição, claro, online.
E eu assisti a mesa de domingo, 20.12, sobre Quadrinhos na Periferia, mediado por Vinicius Pereira (@coberturanerd) com Thina Curtis (@thina_curtis aliás, ela já veio na biblioteca Raimundo de Menezes, em 2014 e fiz uma matéria para o saudoso QaQ);
Jonatas Varela (@prateleiradequadrinhos) e Letícia Ferreira (@ferrasileticia), uma das idealizadoras da Gibiteca Balão (@gibitecabalao), que funciona em Itaquera, zona leste da capital paulista (bairro vizinho!).
Antes de falar do que assisti, vamos rememorar um pouco. A Butantã Gibicon 2019 aconteceu na Casa de Cultura do Butantã, equipamento público da prefeitura, espaço aberto ao público para cursos, oficinas e eventos. Isso mostra que democratizar cultura se faz importante, especialmente nesses tempos tão doidos em que estamos vivenciando.
Agora, vou concentrar o bate-papo da fala de Letícia. A Gibiteca Balão começou há seis anos não apenas como forma de fomentar a cultura pop, mas também como espaço de fala e articulação, no começo financiado pelo edital VAI, da prefeitura de SP. “A Gibiteca estreou em junho de 2014 e foi um misto de esperança e medo, porque a gente não sabia como isso iria acontecer. O projeto era para durar 8 meses, mas com apoio de vizinhos, quadrinistas, amigos e a ação prossegue”, disse Letícia, que não era da zona leste.
Perguntei se a Gibiteca Balão vai para outros lugares. Ela me respondeu que já foram realizadas atividades na Gibiteca Henfil (Centro Cultural SP, zona sul), e em bibliotecas de S. Mateus, Guaianazes, ambos na zona leste.
A íntegra da conversa, você confere no canal do evento
Ah, aproveita, acessa o site da Butantã Gibicon e tem o espaço de pôsteres. Eu fiz bordado, o caminho está aqui