No geral, o Bartz já era um lugar frequentado por Benjamin Campbell, todavia, desde que a aproximação com @guadalupe-lmendiola se iniciara, o homem acabara por ter mais um motivo para ir ao local. Embora não soubesse ao certo os horários de Lupe e sempre ficara um tanto sem jeito de lhe perguntar, sempre que adentrava no bar, torcia internamente para a moça estar por lá e não muito ocupada. Não havia ainda a chamado para tomar um sorvete ou um suco pelo medo de que, ela o interpretasse mal, afinal, a Mendiola era uma moça de feições deveras atraentes ela devia saber disso bem como devia ser notável para todas as outras pessoas ao redor o que devia resultar em diversos convites daquela maneira cobertos por segundas intenções, o que no caso do psiquiatra não chegava a ter.
Não havia nada de especial naquela sexta feira em que o médico adentrou o lugar já no fim do expediente com as mãos suando e a sobriedade que lhe havia se tornado companheira desde que ele precisara iniciar o uso regular de benzodiazepínicos, todavia, tudo parecia diferente, quase como se...todo mundo soubesse. Buscou a mesa de canto, como com frequência fazia já que, não só pela fama da familia mas, também por seu trabalho acabava com frequência sendo conhecido por alguém. E então caçou com os olhos a latina, a cumprimentando assim que encontrou com um erguer discreto de sobrancelhas e um sorriso gentil, desejando internamente que aquilo fosse de alguma forma, o suficiente para iniciar uma conversa.




















