Por que escrevo?
A minha mãe quando ia limpar a casa encontrava um monte de caderninho jogado pelos cantos. Eu sempre tive a necessidade de escrever. Escrevia desde poesias à cartas rancorosas e revoltadas. Escrevia diários e escrevia contos. Eu sempre gostei da magia de criar novos mundos, de ter os meus personagens, e saber que eles estavam lá, prontos para viver as incontáveis aventuras que eu ia traçando linha a linha numa folha qualquer.
Escrever faz parte de mim. E escrever é o que sempre me salvou.












