Problematic Fave: Cai Cheng
Ser nerd e puta era assim, uma mão de obra.
Amava, sim, flertar com umas pessoas aleatórias, beijar umas bocas aqui e ali, e se desse passe suficiente pra foder alguém com força melhor ainda, mas tudo caia por terra se seu planner pendurado na parede estivesse marcando atividades avaliativas e conteúdo acumulado pra estudar.
Não tinha buceta, não tinha cu e muito menos rola que o fizesse tirar o foco dos livros com todas aquelas provas e testes fechando o ano letivo. Fazia questão de guardar todo o tesão em uma caixinha e dizer pra si mesmo que era melhor dormir que amanhã ia ser outro dia, até receber todas as suas notas e ter a certeza que seus pais não iam ter um derrame, com suas taxas de aceitação estacionadas no número 10.
Só então, podia respirar em paz. Só então, podia voltar a ser todo sorrisos e piadinhas com os amigos que lembrava que tinha. Só então, podia atravessar o salão comunal no último dia de aula e apoiar as mãos nos ombros de Kaira Hoo e abrir um sorrisinho pra ela, pouco se importando com a presença dos colegas em volta, a partir do momento que a atenção dela estava toda sobre ele.
— Eu tenho uma coisinha pra te mostrar lá no meu quarto.
E era só o espelho na frente da cama dele, que permitia ele — e ela também — ver uma das mãos apertando os seios nus e a outra socando os dedos fundo na buceta da garota, na maior calma e paciência do mundo enquanto a mantinha sentada em seu colo com as costas pressionadas contra seu peito e as pernas bem abertas; o único barulho no quarto são os choramingos que saem pelos lábios dela e o barulho úmido que os dedos dele fazem quando desaparecem dentro de sua buceta, que são mais do que suficientes pra deixar ele tão duro que dói.
— Você tá pingando na minha mão. — Ele sussurra perto do ouvido dela em um tom quase doce, antes de alcançar os lábios dela com os seus e beijá-la com força, aproveitando pra aumentar a velocidade das estocadas, só parando pra puxá-la pelo cabelo e dar uma ordem uma ordem pra que ela sentasse em seu rosto.
Foder aquela garota era sua última meta para aquele ano letivo e não ia aceitar voltar pra casa sem que ela esfregasse a buceta em sua língua, soltando um gemido satisfeito ao sentir o gosto dela, as mãos automaticamente agarrando suas coxas em um aperto firme enquanto ela rebolava em cima dele. Esperou tanto pra chupar o clitóris dela, tanto pra invadir ela com sua língua, ainda mais pra ouvir ela gemer daquele jeito enquanto puxava o cabelo dele e tentava o sufocar entre suas pernas. A forma como ele praticamente a ancorou naquela posição e não parou até que ela gozasse duas vezes em cima dele, só deixava claro que ia ser uma noite agitada.
Mas não era uma preocupação, com a escola toda muitos andares e corredores longe dali, confraternizando e fazendo qualquer coisa sem importância, longe o suficiente pra não ouvir cada grito que Hoo soltou quando ele tirou um tempo só pra marcar a bunda dela com tapas. Achando delicioso assistir ela empinar e balançar os quadris pedindo por mais.
— Você gosta? Se sente bem? Quer mais forte? — Ele sabia que ela ia ser incapaz de responder, mas pergunta mesmo assim, não fazendo nenhuma questão de pausar os tapas contra a pele dela enquanto encaixa a cabeça do pau na buceta dela, soltando um suspiro quando sente a umidade dela. — Tão apertada e molhada, e eu ainda nem comecei.
Mas bastou empurrar pra dentro dela uma vez e ele sabia que ia ser impossível não foder ela com força, abraçando as coxas dela e praticamente colando sua bunda contra suas bolas a cada encaixada, que ele fazia questão de ser funda e alargar ela tanto quanto era possível. Tudo só ficava melhor porque conseguia ver o corpo dela ser fodido por ele por causa do espelho, cada vez que o rosto dela se contorcia de prazer e como os seios dela se moviam por causa das investidas.
— Você é tão gostosa. — Ele geme, quase choraminga com como ela o aperta por dentro, antes de soltar as pernas dela se inclinar pra apertar o pescoço dela, a outra mão voltando a desferir tapas pesados em sua bunda marcada. — Uma puta tão gostosa.
E se ele manteve o ritmo forte e brutal, foi só porque ela pedia por mais, quando a única coisa a mantendo segura era a mão dele em sua garganta, porque seus quadris pareciam dispostos a expulsar ela da cama a qualquer momento, só concentrado em estocar fundo e forte e fazer ela ser empalada todas as vezes. Antes de enrolar os braços ao redor da cintura dela mais uma vez e trazê-la pra cima dele quando se sentou, bem como a posição de mais cedo, mas dessa vez por outro propósito.
Conseguir fazer ela ficar empalada nele totalmente a cada descida que ele mesmo controlava com as mãos firmes segurando sua cintura fina, fazendo ela quicar com força em cima de seu caralho numa velocidade frenética de quem sente que está prestes a gozar e está perseguindo isso como se a própria vida dependesse daquilo. O orgasmo dos dois foi marcado por uma sequência ruidosa de metidas profundas. De longe, a sensação mais frenética de todas.
— Eu disse que tinha uma coisa pra você.








