Problematic Fave: Albert "Albie" Moon
Nota de conteúdo sensível: sexo explícito.
Nota de conteúdo geral: Esse não é o Albert Moon de L.A. Metade desse ato são contos e fantasias que devem e vão ser alterados no futuro. Priscila, não precisa pedir pra Azul me expulsar do avião, é o penúltimo. 🫂
Se existisse um prêmio pra pessoa que mais segue o fluxo, talvez Albert fosse aquele que ganhasse todas as medalhas, desde que se entendia por gente.
A mãe sempre quis que ele fosse advogado, talvez medibruxo. O pai queria que ele fosse professor, talvez ensinar alguma matéria na faculdade e ter um pouco de respeito e prestígio como a maior parte dos bruxos na parte da família paterna, mas tudo que ele se lembra que sabia na época da escola, além de que estava tentando sobreviver a péssima gestão estudantil, era que ele gostava de Quadribol. E que ele ia, com certeza, viver do esporte.
Talvez não porque ele amasse aquilo, nem porque ele sentia que era um sonho, mas só porque queria contrariar aqueles velhos e ver onde aquilo podia lhe levar. Mesmo agora, com quase doze anos de carreira sólida, jogando no mesmo time e conquistando um jogo aqui e ali, Albert jura que ele nem gosta tanto assim dos holofotes, nem do dinheiro, nem da vida de jogador.
“Eu vou seguindo minha vida”, com a mãe preocupada com ele quebrando uma perna antes de lhe dar netos, “e é nisso que eu sou bom de verdade: viver o momento”.
E podia dizer que foi por isso que não foi difícil se interessar por Claire Lee quando eles foram apresentados pela primeira vez — por um dos irmãos dela, o artista, o qual sua própria mãe amava os quadros e Albert sempre gostava de deixá-la escolher alguns pra colecionar da própria galeria de Damon em viagens para os Estados Unidos —, e depois ficar completamente obcecado por ela e seu sorriso bonito e conversa fácil e personalidade doce. Pela primeira vez na vida, ele queria, precisava, conhecer uma pessoa de verdade e não só esperar que a vida lhe desse ela de presente.
Ele trocou cartas com ela porque queria, ele passava horas planejando encontros com ela porque gostava, e ele fazia aquela ponte do Canadá sempre que conseguia só pra ficar mais perto dela e todas as suas histórias sobre crescer com todos aqueles irmãos, enquanto ele mesmo era filho único.
Com ela era muito mais do que viver o momento, ela era o momento e ele nunca teve vergonha de admitir que estava completamente entregue a uma mulher pela primeira vez na vida.
— Me fala sobre sua semana… Me conta sobre seu dia. — Eles tinham acabado de comer a sobremesa que ele mesmo tinha feito, Albert sequer se importou com a bagunça na cozinha antes de levar Claire pra sala onde tocava música baixa e ele podia ficar se balançando com o corpo grudado no dela, com as mãos firmes segurando seus quadris por cima da camisola e o rosto completamente enterrado em seu pescoço. Como se ele não pudesse ficar mais longe dela depois que ela passou por aquela porta algumas horas atrás, mas ainda assim quisesse ter alguma conversa decente antes de assumir que ele precisava dela.
Muito mais do que aquilo.
Mas ele é paciente. Gosta de ouvir a voz dela falando de tudo e nada ao mesmo tempo. Ele quer mesmo saber por onde ela andou, com quem falou, o que fez e deixou de saber, e só quando ela solta um gemido assim que sua boca suga a pele do pescoço dela e a sente se esfregar toda contra sua virilha, é que ele desce as mãos pra bunda de Lee e solta um suspiro aliviado.
— Deus, ainda bem que você não tá usando calcinha.
Porque ele faz questão de rasgar a camisola dela com as próprias mãos quando escuta Claire gemer de novo, agora mais manhosa, mais vagabunda, ao colocar a boca no pescoço dele também e dar um chupão bem em cima da gola de sua blusa, onde todo mundo podia ver depois. É tão bom não sentir nada entre seus dedos e a buceta dela, tão bom quando ela quase derrete em seus braços quando ele esfrega a palma contra o clitóris dela, tão bom quando ela rebola e choraminga ali mesmo, no meio da sala, dizendo que sentiu a falta dele também.
Ele sabe que a cama é mais confortável, mas é incapaz de contrariar a mulher amada quando ela diz que precisa ser comida e quer aquilo naquele sofá mesmo, com ele por cima de seu corpo menor chupando seus peitos pesados e com os dedos metendo na buceta naquele ritmo rápido e forte que ela tanto gosta. Albert gosta de morder e lamber a pele dela devagar, enquanto a sala fica cheia do barulho molhado dele dedando Lee, e dos gemidos deliciosos que ela solta cada vez que ele esfrega a mão contra a buceta dela toda, fazendo ela pingar e escorrer por cima das almofadas.
— Você fica tão bonita assim, meu amor. Tão bonita gozando na minha mão. — Albert sussurra, a boca vermelha de tanto chupar os bicos sensíveis, antes de envolver eles com a língua habilidosa de novo. — Vai gozar nos meus dedos de novo, não vai? Você aguenta. Você sempre aguenta dar gostoso assim.
Ele sente o corpo da namorada estremecer uma segunda vez, abrindo ainda mais as pernas pra exibir a buceta melada e inchada de tanto ser usada, e Albert não perde muito tempo antes de ficar entre as coxas de Lee e lamber as dobras sensíveis e inchadas, desesperado pra sentir o gosto da, desesperado pra beber cada gota enquanto Claire aperta sua cabeça com as próprias pernas e implora pra ele não parar até ela vazar de novo na boca dele também. Comando que ele não só obedece, mas se deixa ser sufocado por ela, sem nem um tipo de reclamação.
A próxima coisa que ele sabe é que o resto da camisola dela está no chão, assim como as roupas dele, quando Claire se vira de quatro e empina bem a bunda enquanto apoia o rosto bonito no braço do sofá. Albert precisa de muito autocontrole pra não socar a rola dentro dela assim que vê aquele rabo perfeito balançando, escolhendo apertar primeiro a pele macia e marcar com a mão ao desferir um tapa, talvez três, em cada lado até escutar Lee soltar um gritinho, antes de posicionar a ponta inchada naquele buraco melado.
— Não precisa ficar impaciente, amor. Eu não vou pra lugar algum. — Ainda mais quando ele empurra o pau nela pela primeira vez depois de meses, sentindo a pressão deliciosa o apertando até ele se afastar na metade, só pra socar de novo, com mais força e até chegar bem no fundo, com o quadril grudado na bunda dela. — Porra, porra de buceta gostosa.
O jeito que o pau dele entra pesado e grosso no calor apertado deixa os dois gemendo feito dois desesperados, porque Albert faz questão de chegar até o fundo todas as vezes: antes de colocar Claire sentada em cima dele, com as costas grudadas em seu peito enquanto ele mesmo a usa de buraco enquanto agarra seus peitos e a faz quicar por cima. Nessa posição de joelhos em cima do sofá, ele consegue encaixar ela fundo e forte do jeito que eles mais gostam, consegue sentir os peitos dela pulando a cada sentada rápido na rola dele, e consegue sentir a cabeça do pau indo tão fundo que ele acha que vai mesmo conseguir quebrar ela no meio dessa vez.
Não que ela se importa, com o jeito que Claire continua sentando rápido e apertando o cacete dele na buceta encharcada, parece que ela o quer por toda parte, mas principalmente socando seu colo do útero, até ela pedir leite quente e bem fundo também. Uma pedido que Albert concede, claro que concede, enchendo aquele buraco inchado de tanto levar surra da rola dele, até ver o líquido branco escorrer pra fora, e ele ser obrigado a voltar a dedar a xota dela só pra garantir que nada vai ser desperdiçado.
— Mas você aguenta, não aguenta?