Sextou com Gandalf guardando o cachimbo no cajado! Farofa Geek - Cultura Pop além do óbvio!

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Sextou com Gandalf guardando o cachimbo no cajado! Farofa Geek - Cultura Pop além do óbvio!
A Subida e a Voz – Parte 2 de 5
III No meio da subida havia um degrau de pedra larga onde o caminho alargava, provavelmente para que carroças pudessem passar. No degrau havia sandálias. Velhas, de couro ressecado, com a marca de pés grandes. Beatriz parou. As sandálias não eram de Ana — Ana usava as dela, Beatriz podia ver lá à frente. Eram de ninguém presente. Estavam ali como se o dono as tivesse tirado para descansar os…
[:pb]MOCHILA E EQUIPAMENTOS PARA O CAMINHO DE SANTIAGO[:]
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[:pb]Comprar a mochila e os equipamentos para o Caminho de Santiago é uma missão complicada para principiantes, eu sei porque já passei por isso e tive muitas dúvidas. Para falar a verdade algumas falhas na escolha eu só detectei quando já estava no Caminho. Por isso preparei uma verdadeira aula sobre mochila, saco de dormir, bastões e toalha de ultra absorção e, para essa missão eu convidei um…
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Todos querem segurarem nesse #cajado mas Deus capacita os seus e da um fardo pesado que as vezes da vontade de desistir mas eles sempre.nos guia #pmce. (em Fortaleza, Brazil) https://www.instagram.com/p/BylcZTtgEk7wbQ9L45-7BIc9CRhClkuDmUhvZo0/?igshid=16otgr3av3z4v
Quando tudo neste admirável mundo novo conspira contra o rock, há algo de muito nobre neste gesto de resistência chamado Capote Fest. Uma aldeia gaulesa resiste…
Foi bonita a festa, pá. E a brincar, a brincar, já cá canta a terceira edição do Capote Fest. Queriam um festival roqueiro e genuíno, versátil e independente, alentejano e cosmopolita? Vieram, então, ao sítio certo.
Quinta-Feira, 10 de Maio. O Festival arrancou quinta-feira, com um único concerto a acontecer na mítica Sociedade Harmonia Eborense, só para aguçar o apetite para o que viria a seguir. Coube a honra de abertura aos Cajado, duo experimental do Porto com fortes ligações ao Alentejo. Como conseguiram eles que as suas guitarras e teclados soassem à vastidão melancólica da planície alentejana? Não o sabemos explicar. Mas sentimos algo de Ry Cooder com migas na bonita viagem que fizemos com eles. A projecção simultânea de vídeos sublinhou ainda mais o poder cinematográfico da sua música introspectiva e atmosférica.
Sexta-Feira, 11 de Maio. O Festival assentou depois arraiais no Monte Alentejano, cujos traços rústicos não poderiam ser mais apropriados a um evento que tem no orgulho das suas raízes um dos seus pilares.
A noite abriu com os Plause, um sofisticado pós-rock instrumental que degustámos com deleite. Gostámos das forças contrárias que os habitam: a circularidade minimalista de arpejos abstractos entorpecendo-nos com o seu langor; o groove tremendo da sua bateria obrigando os nossos pés a dançarilhar. Imaginem os compassos estranhos dos Battles e dos Paus, substituam as suas neuroses por aulas de yoga na Aldeia Nova de São Bento, e terão uma ideia do som dos Plause.
E como nem só de experimentalismos vive o homem, soube-nos bem o formato-canção servido pelos lisboetas Eu Fúria. Era o momento certo para fruir do seu indie pop solar e ferozmente romântico, alimentado a testosterona pós-adolescente.
Já os Awaiting the Vultures não cabem, nem querem caber, nos três minutos de uma canção. Com o seu pós-metal instrumental, distendem-se em longas epopeias, com mais acordes num só tema do que muitas bandas em álbuns inteiros. Tudo ao serviço da pura emoção: mil gradações diferentes de tristeza, explodindo por vezes na mais violenta das raivas, regressando outra vez ao torpor melancólico, num eterno jogo de contrastes entre peso e leveza, luz e sombra. Se o fim do mundo tiver uma banda-sonora será com certeza interpretada pela banda eborense. Destaque para o imenso baterista e o seu tecnicismo quase fascista.
Mas o momento mais alto da noite aconteceu no fim, com os lisboetas Lâmina a assombrar-nos com o seu doom sinistro e arrastado. Ao pé deles, os Black Sabbath parecem leves e frívolos como uma banda de reggaeton. Enorme a Catarina Henriques na bateria, possante e demoníaca como uma deusa do mal.
Os mais rijos ainda tiveram coragem para ir dar uns pezinhos de dança à discoteca Praxis, com discos escolhidos pelos nossos DJs, numa feliz parceria entre o Capote Fest e o Altamont.
Sábado, 12 de Maio. A noite começou da melhor maneira com Momma T & the Cameltoes, miúdos de Évora que mais pareciam nascidos e criados em Memphis, tal foi a negritude da sua soul. Ana Ribeiro é a filha branca que o James Brown nunca assumiu, escrevendo e cantando os temas mais funky alguma vez tocados abaixo do Tejo. Mas sem o groove dos seus músicos, os nossos dedos dos pés não se divertiriam tanto.
Seguiram-se os Conjunto!Evite e ninguém nos convence que não congelaram estes rapazes na Inglaterra dos seventies, e os descongelaram na semana passada, tal foi a pureza vintage do seu rock progressivo. Os solos infinitos, os compassos marados, as súbitas mudanças melódicas e rítmicas, o prazer demoníaco com que o teclista solava: tudo confirma a nossa teoria. Afinal, o prog rock está bem mais vivo do que os críticos se apressam em apregoar desde ’77.
Sucederam-se os Prana, cujo indie rock se situa nas antípodas estéticas dos Conjunto!Evite: simplicidade pop, melodias orelhudas, refrões certeiros. Enorme o vocalista, cheio de sentido de humor nas letras e tusa na voz. Todo um manual de bom gosto indie, a fazer lembrar os saudosos Ornatos. São João da Madeira é muito mais do que chapéus e sapatos.
A noite fechou em grande com os veteranos Dapunksportif, rockalhada suja a cheirar a gasolina e a poeira de estrada, sem mariquices hipster, apenas riffs demolidores. Um som maciço como um rochedo, de fazer inveja aos próprios Queens of the Stone Age. O rock está tão morto como tu e eu.
Enfim, um enorme festival de rock, com o bom gosto, pluralidade e pujança a que o Capote Fest sempre nos habituou.
Para o ano estaremos cá outra vez.
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Fotografia: Inês Silva
Quando tudo neste admirável mundo novo conspira contra o rock, há algo de muito nobre neste gesto de resistência chamado Capote Fest. Uma aldeia gaulesa resiste...
DJs Altamont associam-se à terceira edição do Capote Fest, em Évora
Entre 10 e 12 de Maio, acontece a terceira edição do Capote Fest, o grande festival eborense da nova música portuguesa.
Entre 10 e 12 de Maio, acontece a terceira edição do Capote Fest, o grande festival eborense da nova música portuguesa.
Este ano, o cartaz está mais musculado, com uma forte presença do metal e do heavy rock (Lâmina, Awaiting the Vultures, Dapunksportif, Prana).
Mas há boa música para todos os gostos, desde o rock progressivo ao pop rock (Conjunto!evite, Eu Fúria), passando pelo blues, música…
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4.º Domingo da Páscoa,no Dia do Bom Pastor, recebi um cajado... ... ...
Capote Fest'18 anuncia cartaz completo. De 10 a 12 de Maio em Évora. A terceira edição do Capote Fest chega a Évora dias 10, 11 e 12 de Maio na SHE - Sociedade Harmonia Eborense e este ano, pela primeira vez, no Monte Alentejano. O Capote é um festival de música portu +info em https://wp.me/p5MaUC-7tR #AwaitingTheVultures #Cajado #CapoteFest #ConjuntoEvite #Dapunksportif #DestaqueMDX #EuFúria #Évora #Lâmina #MAIO #MommaTTheCameltoes #MonteAlentejano #Plause #Prana #SociedadeHarmoniaEborense