pronta para acusar os jogadores do Sporting de odiarem mulheres caso não marquem mais golos que o adversário amanhã

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pronta para acusar os jogadores do Sporting de odiarem mulheres caso não marquem mais golos que o adversário amanhã
The Spiderwick Chronicles: Christian Slater protagonizará una serie de fantasía de Disney+ - Programas de TV cancelados y renovados
The Spiderwick Chronicles: Christian Slater protagonizará una serie de fantasía de Disney+ – Programas de TV cancelados y renovados
por Regina Ávalos, 25 de agosto de 2022 Las Crónicas de Spiderwick tiene su estrella. Christian Slater protagonizará la nueva serie de fantasía que llegará a Disney+ como Mulgarath. Basada en las novelas más vendidas de Tony DiTerlizzi y Holly Black, la serie sigue a dos hermanos gemelos y su madre mientras se mudan a la casa ancestral. Deadline reveló lo siguiente sobre la trama de la…
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Manual Frigidaire. GM Brasil/Centro Nestlé de economia doméstica. 1970. Parte 1 de 4.
Durante o Regime Militar no Brasil (1964-1985), receitas de bolo apareciam entre as notícias dos jornais para cobrir espaços deixados por notícias censuradas. Não deixava de ser também uma forma sutil de protesto, pois quando o leitor, ao menos aquele mais consciente, se deparava com tais receitas, sabia que ali deveria haver uma informação que haviam impedido que chegasse ao seu conhecimento.
A censura que se pratica hoje, todavia, é muito pior e mais abrangente, pois feita não manualmente por censores, que podiam até deixar passar algo despercebido, e sim por inteligência artificial, por algoritmos infalíveis, que vetam e cancelam toda e qualquer publicação “politicamente incorreta”, que vai “contra os padrões da comunidade” (eufemismo para tudo aquilo que vai contra a ordem oficial e o pensamento dominante), que soe como “teoria da conspiração”, etc. O uso de simples palavras ou termos proibidos já são suficientes para vetar um post e bloquear uma pessoa. Ou seja, estamos no pleno totalitarismo Big Brother tal como foi antecipado por George Orwell em 1984.
Lembro que esse expediente surgiu na redação do jornal O Estado de S. Paulo, quando este ainda prestava, logo após a promulgação do Ato Institucional n° 5 (AI-5), em 13 de dezembro de 1968. Foi nesta data que o Estadão passou a publicar trechos de Os Lusíadas, poema épico do português Luís de Camões, nos espaços das matérias vetadas pelos censores. O vespertino da companhia, o saudoso Jornal da Tarde, recorreu ao mesmo artifício, publicando receitas culinárias.
Não estando podendo publicar praticamente mais nada, tendo sido inúmeras vezes censurado e bloqueado, com o aviso de suspensão permanente de minhas contas, irei recorrer ao mesmo expediente daquele passado que parece muito menos obscuro e um paraíso de liberdade em comparação com os tempos sombrios e tenebrosos de hoje, e passarei também a publicar receitas de bolo e outras trivialidades, no que você, pessoa consciente, saberá o motivo exato dessa atitude que parecerá risível e boçal para a maioria.
A começar por agora mesmo, em que publico receitas do Manual Frigidaire, de 1970. Espero que curtam bastante.
Cláudio Suenaga
La Paz
Hoy venimos con la paz, con la intención de alcanzar la disminución de la intensidad de pasiones y deseos, pero también de conflictos. Venimos con ataraxia, mindfulness, Donna Haraway y su manifiesto cyborg. Hablamos de síndromes de la impostora, de futuras raves y los horrores del optimismo. Hablamos de la inseguridad, del cuerpo, de alcanzar la independencia. Hablamos de Elisabet Cadoche, de Anne de Montarlot y de Courtney Love. Y, ¿por qué no?, hablamos de cancelar a Julio Verne. Vente, escúchanos, y te llegará La Paz.
↥ Descripción del capítulo–28 de Febrero del 2021
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Manual Frigidaire. GM Brasil/Centro Nestlé de economia doméstica. 1970. Parte 4 de 4.
Durante o Regime Militar no Brasil (1964-1985), receitas de bolo apareciam entre as notícias dos jornais para cobrir espaços deixados por notícias censuradas. Não deixava de ser também uma forma sutil de protesto, pois quando o leitor, ao menos aquele mais consciente, se deparava com tais receitas, sabia que ali deveria haver uma informação que haviam impedido que chegasse ao seu conhecimento.
A censura que se pratica hoje, todavia, é muito pior e mais abrangente, pois feita não manualmente por censores, que podiam até deixar passar algo despercebido, e sim por inteligência artificial, por algoritmos infalíveis, que vetam e cancelam toda e qualquer publicação “politicamente incorreta”, que vai “contra os padrões da comunidade” (eufemismo para tudo aquilo que vai contra a ordem oficial e o pensamento dominante), que soe como “teoria da conspiração”, etc. O uso de simples palavras ou termos proibidos já são suficientes para vetar um post e bloquear uma pessoa. Ou seja, estamos no pleno totalitarismo Big Brother tal como foi antecipado por George Orwell em 1984.
Lembro que esse expediente surgiu na redação do jornal O Estado de S. Paulo, quando este ainda prestava, logo após a promulgação do Ato Institucional n° 5 (AI-5), em 13 de dezembro de 1968. Foi nesta data que o Estadão passou a publicar trechos de Os Lusíadas, poema épico do português Luís de Camões, nos espaços das matérias vetadas pelos censores. O vespertino da companhia, o saudoso Jornal da Tarde, recorreu ao mesmo artifício, publicando receitas culinárias.
Não estando podendo publicar praticamente mais nada, tendo sido inúmeras vezes censurado e bloqueado, com o aviso de suspensão permanente de minhas contas, irei recorrer ao mesmo expediente daquele passado que parece muito menos obscuro e um paraíso de liberdade em comparação com os tempos sombrios e tenebrosos de hoje, e passarei também a publicar receitas de bolo e outras trivialidades, no que você, pessoa consciente, saberá o motivo exato dessa atitude que parecerá risível e boçal para a maioria.
Cláudio Suenaga
Manual Frigidaire. GM Brasil/Centro Nestlé de economia doméstica. 1970. Parte 3 de 4.
Durante o Regime Militar no Brasil (1964-1985), receitas de bolo apareciam entre as notícias dos jornais para cobrir espaços deixados por notícias censuradas. Não deixava de ser também uma forma sutil de protesto, pois quando o leitor, ao menos aquele mais consciente, se deparava com tais receitas, sabia que ali deveria haver uma informação que haviam impedido que chegasse ao seu conhecimento.
A censura que se pratica hoje, todavia, é muito pior e mais abrangente, pois feita não manualmente por censores, que podiam até deixar passar algo despercebido, e sim por inteligência artificial, por algoritmos infalíveis, que vetam e cancelam toda e qualquer publicação “politicamente incorreta”, que vai “contra os padrões da comunidade” (eufemismo para tudo aquilo que vai contra a ordem oficial e o pensamento dominante), que soe como “teoria da conspiração”, etc. O uso de simples palavras ou termos proibidos já são suficientes para vetar um post e bloquear uma pessoa. Ou seja, estamos no pleno totalitarismo Big Brother tal como foi antecipado por George Orwell em 1984.
Lembro que esse expediente surgiu na redação do jornal O Estado de S. Paulo, quando este ainda prestava, logo após a promulgação do Ato Institucional n° 5 (AI-5), em 13 de dezembro de 1968. Foi nesta data que o Estadão passou a publicar trechos de Os Lusíadas, poema épico do português Luís de Camões, nos espaços das matérias vetadas pelos censores. O vespertino da companhia, o saudoso Jornal da Tarde, recorreu ao mesmo artifício, publicando receitas culinárias.
Não estando podendo publicar praticamente mais nada, tendo sido inúmeras vezes censurado e bloqueado, com o aviso de suspensão permanente de minhas contas, irei recorrer ao mesmo expediente daquele passado que parece muito menos obscuro e um paraíso de liberdade em comparação com os tempos sombrios e tenebrosos de hoje, e passarei também a publicar receitas de bolo e outras trivialidades, no que você, pessoa consciente, saberá o motivo exato dessa atitude que parecerá risível e boçal para a maioria.
Cláudio Suenaga
Manual Frigidaire. GM Brasil/Centro Nestlé de economia doméstica. 1970. Parte 2 de 4.
Durante o Regime Militar no Brasil (1964-1985), receitas de bolo apareciam entre as notícias dos jornais para cobrir espaços deixados por notícias censuradas. Não deixava de ser também uma forma sutil de protesto, pois quando o leitor, ao menos aquele mais consciente, se deparava com tais receitas, sabia que ali deveria haver uma informação que haviam impedido que chegasse ao seu conhecimento.
A censura que se pratica hoje, todavia, é muito pior e mais abrangente, pois feita não manualmente por censores, que podiam até deixar passar algo despercebido, e sim por inteligência artificial, por algoritmos infalíveis, que vetam e cancelam toda e qualquer publicação “politicamente incorreta”, que vai “contra os padrões da comunidade” (eufemismo para tudo aquilo que vai contra a ordem oficial e o pensamento dominante), que soe como “teoria da conspiração”, etc. O uso de simples palavras ou termos proibidos já são suficientes para vetar um post e bloquear uma pessoa. Ou seja, estamos no pleno totalitarismo Big Brother tal como foi antecipado por George Orwell em 1984.
Lembro que esse expediente surgiu na redação do jornal O Estado de S. Paulo, quando este ainda prestava, logo após a promulgação do Ato Institucional n° 5 (AI-5), em 13 de dezembro de 1968. Foi nesta data que o Estadão passou a publicar trechos de Os Lusíadas, poema épico do português Luís de Camões, nos espaços das matérias vetadas pelos censores. O vespertino da companhia, o saudoso Jornal da Tarde, recorreu ao mesmo artifício, publicando receitas culinárias.
Não estando podendo publicar praticamente mais nada, tendo sido inúmeras vezes censurado e bloqueado, com o aviso de suspensão permanente de minhas contas, irei recorrer ao mesmo expediente daquele passado que parece muito menos obscuro e um paraíso de liberdade em comparação com os tempos sombrios e tenebrosos de hoje, e passarei também a publicar receitas de bolo e outras trivialidades, no que você, pessoa consciente, saberá o motivo exato dessa atitude que parecerá risível e boçal para a maioria.
Cláudio Suenaga