E a Lind foi inspirada na Ariel. Confesso que pensei em deixá-los juntos na historia, mas não gosto deles juntos nem na obra original, então ¯\_(ツ)_/¯



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E a Lind foi inspirada na Ariel. Confesso que pensei em deixá-los juntos na historia, mas não gosto deles juntos nem na obra original, então ¯\_(ツ)_/¯
#capítulo12 - #ourlifetogether - Salut, Caroline. – Ele se levanta e me cumprimenta com um aperto de mãos. E se ofereceu para pendurar meu casaco. – Sente-se por favor para podermos começar. Sentei-me e coloquei minha bolsa aos pés da cadeira. Cara, eu estava suando demais. Joguei o cabelo para trás para tentar esconder meu nervosismo, mas parece que não funcionou. - Então, Caroline. A minha proposta para você, é a seguinte: quero que você redecore cerca de 15 quartos do The Peninsula, todos originais e diferentes um dos outros, ao melhor estilo brasileiro. Os franceses são apaixonados pelo Brasil, e no PSG, cinco dos meus jogadores são brasileiros, e isso faz com que o Brasil seja muito citado por aqui. Sendo assim, tendo a aprovação dos clientes, funcionários e até a minha, eu pretendo te ajudar com a faculdade, encontrar uma boa agência, e claro, ajudar na publicidade do seu trabalho. E, quem sabe você pode se tornar mundialmente famosa pelo seu trabalho! Tenho que admitir a você que não há nada melhor do que isso. - Isso seria maravilhoso. No momento, estou apenas como assistente no local onde trabalho, e o salário não passa do suficiente. E essa é uma oportunidade de ouro para conseguir melhorar a minha carreira. - Então, isso quer dizer que você aceita minha proposta? - Sim, claro! - Ótimo! Imaginei que aceitaria. Contatarei sua agência e marcaremos um dia para a visitação e então podemos iniciar o projeto. - Merci beaucoup, monsieur. - Eu lhe agradeço. Ah, acabo de me lembrar, tenho algo para lhe entregar. – Ele abriu a gaveta da mesa e retirou duas entradas para o jogo do Paris Saint-Germain. – São os melhores assentos. O camarote! Tem alguém para lhe acompanhar? - Oui! Minha amiga Angeline iria adorar. Merci. - De rien. Nos vemos no jogo. - Certo. Au revoir. - Au revoir.
Décimo Segundo Capitulo.
- Betina? – falou à voz que tanto me embriagava, me faz flutuar e por um minuto me faz lembrar que o dono dessa voz nunca me pertenceu-
- Diga David, o que você pode quer comigo? – tentando parecer não estar abalada com apenas um telefonema.
Pude `` ver ´´ ele rolando os olhos e logo dar um suspiro longo.
- Queria saber como vai você e nossa filha – senti que ele sorri ao falar `` nossa filha´´.
- Minha filha vai muito bem, algo mais? Há e como se você se importasse comigo, vou muito bem e parabéns pelo casamento repentino, dessa vez resolveu nem convidar Bernard e Kyara estanho. – queria falar tudo o que estava me incomodando nesses meses.
- Você sabe, Olivia me convenceu que não seria bom para meninas você viajar.
- Mas não falei a mim, até por que seria horrível ver o homem que eu amo casar com outra, apenas de tudo. Ele era seu melhor amigo, David. Ele sente sua falta e ficou mal ao saber do casamento por tablóides e não você.
- Me entenda, não queria causar isso, quanto mais tento concertar as coisas mais eu estrago, que merda, Betina. Se você estivesse.. – o interrompi.
- Esse `` se ´´ poderia mudar tanta coisa, * se * você não estivesse feito aposta, * se * você se apaixonasse por mim como todos outros casais, Ah David seria tudo diferente – suspirei.
- Betina, você me ainda me ama, seu coração me pertence, você me pertence.
- Sua noiva sabe que você se declara a outra mulher no telefone? – dei um risinho.
- Olivia sabe quem eu amo. – falou ele serio.
- E aceitou se casar com você, estranho. E sobre eu pertencer a você, não pertenci a partir do momento que você duvidou da paternidade da sua filha, eu podia estar em duvida, mas era pra você ter ficado do meu lado e não me chamado de vadia. Por que quando você fez a aposta sobre eu fiquei do seu, fique com você.
- Betina – o parei na hora.
- NÃO, NÃO ME PEÇA PRA ESQUECER A DROGA DE APOSTA QUE MUDOU TODA MINHA VIDA, AGORA EU ESTOU AQUI FALANDO AO TELEFONE A MESMA COISA DE SEMPRE, SERÁ QUE VOCÊ NÃO PERCEBE DAVID LUIZ QUE NADA VAI FICAR NO LUGAR DEPOIS DESSA APOSTA, EIN? – gritei chorando.
- EU SEI QUE ERREI BETINA. QUANTAS VEZES VOU PRECISAR DIZER QUE ME ARREPENDI? – pude o ouvir fungar.
- NADA O QUE VOCÊ FALAR VAI MUDAR O QUE ACONTECEU, NADA. David, não vou e nem quero discutir com você algo que não mudará, agora vou desligar que eu estava indo para o banho e se quiser noticias da minha filha pergunte a sua mãe e sua irmã, não me ligue a não ser algo muito importante. Fique com Deus. - desliguei.
Entrei no banho desnorteada e chorando como criança. Passei a mão em minha barriga e pedia desculpa a minha pequena por tudo que vem acontecendo, não aceitaria tão cedo o que David havia fala a mim, mas como pai tinha todo direito de se preocupar. Nunca iria me perdoar que ter sido tão fraca e ter demonstrado o quanto ainda o amo. Sai do banho depois de alguns ou muitos minutos, me sequei e me vesti, fiquei com vontade de ir comprar coisas pra minha pequena que eu ainda não havia escolhido o nome, escolheria com David ou no dia que ele nascer, apenas. Peguei meu celular e liguei pra Kyara.
- Ligação ON –
- Kyka, vamos ao shopping fazer comprinhas? Preciso me acalmar e falta algumas coisas no enxoval da pequena.
- Vamos, mas quem compraria o resto não seria David pelo o que a tia Rê havia falado? – falou confusa.
- Não, não vai ser mais, passo na sua casa daqui a meia hora, se arruma – desliguei sem deixar ela falar algo, sabia que se deixasse ele me perguntaria do por que eu não falaria, não agora.
Fiquei essa meia hora conversando e brincando com minha barriga, estou admirada como uma pessoa que eu nem conheço ainda me faz tão bem e completa? Ela estava sendo o motivo por qual ganhava forças pra continuar e ver que nem tudo é um home, que seria o pai dela. Que maluco, não? Eu era apenas uma criança aos olhos de David há um ano e hoje estou esperando um filho dele. A vida te da surpresas, surpresas te da à vida, se acostume Betina. Enrosquei-me nos meus pensamentos ate me lembrar de Kyara.
Peguei minhas chaves e minha bolsa e fui em direção a casa de Kyara que deve estar louca a minha espera. Cheguei e entrei sem bater, minha melhor amiga, né.
- Vamos, gata? – sorri, esperando ele reclamar da minha demora.
- Nossa, tua filha nascia, mas você na vinha me buscar, né? – falou com cara de brava, mas logo riu.
- me desculpe, estava conversando com ela, pra ela esperar o papai dela vim pro Brasil – falei, sem querer comentar da briga de hoje mais cedo.
- Ele vem em setembro, é? – perguntou entrando no carro.
- Vem, no mês que ela nasce, mas não sei se ela vai esperar não. – rimos.
- Já escolheu o nome? – olhou pra mim, que não tirava o olho da estrada.
- Não cunhada, vou escolher com o David, mas a tia Rê queria botar Elena, e a Belle Felipa – ri do nome que Belle tinha escolhido.
Chegamos ao shopping, assim que coloquei o pé lá minha pequena sentiu e queria doce, tive que fazer a vontade dela né? Mas Kyara foi mais rápida que eu, também eu com esse chumbinho dentro de mim fica ruim de caminhar apesar de estar com seis meses ainda já to uma baleia.
- Acho que quem está grávida aqui é você e eu estou apenas com uma melancia com cabelos e braços – ri assistindo o desespero dela atrás das balas.
- Pirou foi? Imagina eu parindo um pequeno pônei Junior? – riu me esperando pegar os doces.
- Meu irmão, palhaça – ri e fui ate o caixa.
Pagamos e fomos a logo de roupinhas, fiquei horas escolhendo, a Kyara disse que achou um macacãozinho da mulher maravilha e disse que daria pra pequena. Tinha visto um sapatinho lindo estava escolhendo a cor.
- Betina – deram um pequeno grito- Betina – repetiu, achei que era a Kyara.
- Oi, Sara? Martin?- olhei para eles.
- Olá...
"Então não é melhor dizer que nós estamos correndo contra o tempo, Comandante?" - Agatha Helfer E finalmente ela está de volta! Agatha Helfer fez um retorno triunfante com uma aparição brilhante no capítulo 12 de Horizonte de Eventos. A reunião dos quatro comandantes trouxe novidades e surpresas para todos nós, afinal, não é sempre que veremos os grandes juntos na história. Agatha se mostrou impecável em sua cena na reunião e ao final do capítulo ainda nos deixou com um quê de mistério sobre seus planos, e não esperávamos menos dela.
Esperamos que sua participação se torne cada vez mais constante nos capítulos que seguirão. Ver nossa preferida é nosso passatempo predileto!
♪♫ And stay with me forever, Or you could stay with me for now ♪♫
AMOOOOOOORES. Cara, eu nem acredito que demorei tanto tempo assim para postar e sinto muito, mas eu realmente não estava tendo tempo para escrever quanto mais scripitar. Mas aqui estamos e eu recompensei com um maravilhoso post duplo. O que acham? Bom, a música é do capítulo passado, mas eu amo ela. Então, agora corram para ler, aproveitem, comentem e eu prometo não demorar tanto assim com o próximo capítulo certo menina? Amo vocês. XoXo V
Capítulo 12. Coisas.
Capítulo 12. Coisas.
Deitei olhando para o teto. Sorri. Mesmo que nada tenha acontecido, eu pelo menos tinha a certeza de que ela me amava agora.
Anna’s POV
Depois que Jay me deixou na cama, percebi que Sykes estava subindo.
Ele sentou no chão ao meu lado. Abri o olho tão pouco a ponto de ele não notar. Mesmo sem falar nada, eu gostava de estar na presença dele. Percebi que ele estava lendo meu diário novamente. Dessa vez não me importei, ele já havia lido o que não devia, pouco importava o resto agora. Afinal, o fato de eu estar cada dia mais apaixonada era verdade.
Ele deu um beijo em minha testa e pedi para ele ficar, ele ficou fazendo cafuné em mim até que eu pegasse no sono. Sonhei com o que poderia ter acontecido comigo se ele não estivesse lá para me ajudar na hora que eu entrei na água. Eu podia ter me afogado, ou podia estar lá sozinha até agora. Mas não, ele estava lá. Tenho a impressão de ter dormido sorrindo. No dia seguinte, me acordei. As garotas não estavam mais no quarto. A janela dava para a praia, ela estava aberta e eles não estavam lá. Ouvi barulho do andar de baixo.
- ALGUÉM! – Gritei. – A PRINCESA PRECISA DE AJUDA!
- Sim, Mi Lady, o que vossa senhoria necessita? – Nathan abriu vagarosamente a porta me perguntando como se estivéssemos na idade média.
- Necessito que algum criado me leve para baixo. De preferencia, um jovem bonito e de olhos verdes! – Falei zoando dele também.
- Será que eu poderia fazer esta honra?
- Hum, não sei, não me pareces tão bonito quanto o que eu preciso.
- Aé? – Nathan veio correndo em minha direção, me pegou no colo e me girou.
Descemos, todos estavam na sala.
- A princesa e o sapo? – Tom gritou. Todos rimos.
Nath me deixou no sofá, me sentei botando os pés em cima do mesmo como se senta em uma cama. Nathan levantou minhas pernas e sentou por baixo delas. Como o machucado era em baixo do me, ele delicadamente passava a mão das minhas canelas até o peito do pé, sem que ninguém percebesse. A conversa estava divertida, falávamos sobra assuntos aleatórios. Depois do almoço, todos subiram, mas eu cochilei no sofá mesmo.
Me acordei com um voz grossa cantando “Neverletyou go” do Justin Bieber, baixinho e agradando minha cabeça. Percebi que era Nathan. No último “I’llneverletyougo” da música, eu cantei junto.
- Acordou? – Ele perguntou.
- Não não, estou dormindo ainda.
- Ah, vai que tu é sonambula! - Ele disse e rimos.
- Onde estão os outros? - Perguntei.
- Foram pra praia. Eu fiquei pra cuidar de você.
- Que meigo.
- De nada. – Ele disse já que eu não havia agradecido ainda.
- Obrigada, mas, já que você tá aí né.
- O que você quer?
- Bolachas!
- Imagina se você se aproveitasse da sua situação.
- Quer que eu vá lá e meus pés infeccionem?
Ele foi e buscou um pacote de bolachas recheadas. Sentou no sofá e eu botei minha cabeça no colo dele. Eu só abria a boca e ele botava a bolacha pra que eu mordesse. Nathan era o cara. Ele era perfeito, não reclamava de ter que me ajudar, ele me amava de verdade.
- Obrigada sapo, não sei o que seria de mim sem você! – Falei me lembrando do que Tom havia dito antes.
- De nada.
Me sentei no sofá e fui pra trás de modo em que eu sentasse no colo dele mas não virada de frente, virada de lado. Nos olhamos por alguns segundos. Estávamos entrando no mesmo transe. Será? Será que daria certo dessa vez? Me aproximando dele eu falei:
- Eu te amo Sykes.
Nossas bocas estavam á um milímetro de distância.
- Querida chegueeeei! – Jay gritou entrando na casa.
No mesmo segundo eu pulei e sentei do lado de Nathan.
- E aí? Atrapalhamos algo? – San perguntou, Siva estava com ela nos braços.
- Não, estávamos comendo bolacha.
- Crianças comportadas. – Disse ela saindo do colo de Siva.
- Pisou em águas vivas também? – Perguntei.
-Não, apenas esqueci meus chinelos. Graças a Deus.
Todos subiram pra tomar banho, pra não pegar mal Sykes me levou para cima também. Apenas conversamos um pouco depois disso.
Eu juro que qualquer dia desses eu ia agarrar aquele garoto na frente de todo mundo!
San’s POV
Depois de toar banho eu fui para o pátio da casa me balançar um pouco em uma rede que tinha lá. Percebi por uma sombra que alguém alto estava vindo.
- P-posso sentar com você? – Siva gaguejou.
- Claro Seev. – Falei indo para o lado dando espaço para ele.
Ele estava sem camisa. Sentou, ele clássico, bocejou e passou o braço por cima de mim, me aproximei dele e me escorei em sei peitoral. Ele beijou minha cabeça, de onde estávamos dava para ver o sol se por.
- Eu gosto de você Seev. – Falei para ele.
Ele corou, não respondeu.
- Não fique envergonhado.
- E-eu também gosto de você San. – Gaguejou ele.
Ele ia falar algo, mas antes que pudesse dizer qualquer coisa dei um selinho nele. Ele botou a outra mão na minha nuca. Começamos a nos beijar. Todos estavam no segundo andar, o clima estava perfeito. O sol estava se pondo. Botei a mão no peito dele e o beijo começou a acelerar. Ficamos um bom tempo lá. Quando paramos Siva olhou pra mim, arregalou os olhos ele estava com cara de apavorado!
- Não gostou? – Perguntei com cara triste.
Ele com a mão que estava na minha nuca nos aproximou e me beijou novamente. Ficamos abraçados por um tempo na rede. As vezes nos beijávamos.
- Onde atam Siva e San? – Candi perguntou.
- Aqui! - Me levantei e fui até ela.
- Avisa o Seev que a janta está pronta.
- Ok.
Voltei até ode Siva estava e dei um selinho nele.
- A janta está pronta.
- Vamos lá então. – Ele disse se levantando.
Botou o braço por cima de mim novamente e fomos até a mesa. Enquanto jantávamos recebíamos olhares estranhos.
Eu não me importei, todos sabiam que estavam com alguém. Éramos vários casaizinhos que fingem ser apenas amigos. Na verdade ninguém tinha uma relação concreta lá, a não ser Candi e Gui.