Algumas coisas nunca mudam... Capítulo 239 / Capítulo 25

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Algumas coisas nunca mudam... Capítulo 239 / Capítulo 25
¿No es evidente que lo que perciben los ojos del cuerpo te infunde miedo? Tal vez pienses que aún puedes encontrar en ello alguna esperanza de satisfacción. Tal vez tengas fantasías de poder alcanzar cierta paz y satisfacción en el mundo tal como lo percibes. Mas ya tiene que ser evidente para ti que el desenlace es siempre lo mismo. A pesar de tus esperanzas y fantasías, el resultado final es siempre la desesperación. Y en esto no hay excepciones ni nunca las habrá. Lo único de valor que el pasado te puede ofrecer es que aprendas que jamás te dio ninguna recompensa que quisieses conservar. Pues sólo así estarás dispuesto a renunciar a él y a que desaparezca para siempre. ¿No es extraño que aún abrigues esperanzas de hallar satisfacción en el mundo que ves? Pues se mire cómo se mire, tu recompensa en todo momento y situación, no ha sido sino miedo y culpabilidad. ¿Cuánto tiempo necesitas para darte cuenta de que la posibilidad de que esto cambie no justifica el que sigas poniendo el cambio que puede dar lugar a algo mejor? Libro de texto #UCDM💜#cap25#entrenamientomental🧠#percibir#encontrar#alcanzar#satisfacción#desesperación#pasado#renunciar#miedo#culpabilidad#vida#aquíyahora#🙏🏼💜♾📖🧠💬💞🙋🏻♀️ 👀🚶♀️ (en Barcelona España) https://www.instagram.com/p/CdM5rszqGU3/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Should we rapidly cardiovert AF in the ED? St Emlyn's
Should we rapidly cardiovert AF in the ED? St Emlyn’s
If I develop AF then I reckon I’d be able to spot it pretty quick, and I’d get myself down to ED pronto so that I could get myself cardioverted having read the excellent work of Stiell et al1. Why? Well I quite like to do cardioversions and so it would be nice to give someone the opportunity to someone else, but more than that, it’s because I think it’s a good idea. But is it?
My belief is…
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This is my personal take on how Smogon's CAP25g should have gone.
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25. Morena
Alícia's POV
Entrei em casa com ela sem fazer muito barulho e decidi que dar um banho seria a melhor opção.
— Luna, você consegue tomar banho? – Perguntei enquanto entrava no meu quarto com ela, tirando seus sapatos. — Eu gosto de banho, e você? – Porra! É, não conseguia.
Entrei no banheiro com ela e fui tirando sua roupa devagar, para que ela não se assustasse. Vai que ela pensasse que eu estava querendo algo. Na verdade até estava: que ela ficasse sóbria. Tentei ao máximo não focar no corpo dela, o que foi bem difícil, já que ela era muito gostosa. Mas juro que usei todo o meu lado angelical e não o perverso pra dar um banho nela. Ela não ficou totalmente sóbria, mas deu pra sair do chuveiro sem cair. Avanço! Como eu não estava tão sóbria a ponto de conseguir vesti-la e arruma-la, coloquei uma blusa antiga minha, do Never Shout Never!, que com certeza ficou bem confortável nela, a deitei na cama e logo me deitei ao seu lado, me virando pra dormir quando achei que ela já havia dormido também. — Eu sou gostosa, não é? Você me acha gostosa? – Ela disse, ainda com voz de bêbada. Ah Luna, de novo não! — Você é bonita sim, Luna. – Concordei, dor mesmo modo como se deve fazer com crianças. Apenas concorde e uma hora, vão parar. — Então por que o Gabriel me trocou? Você não me trocaria, não é? — Nunca. Agora dorme, é sério. – Depois de alguns minutos de silêncio ela finalmente dormiu. Amém! Acordei relativamente cedo no dia seguinte, minha cabeça por incrível que pareça não estava doendo porque eu não havia bebido tanto quanto tinha planejado. Quando abri os olhos e virei pro lado, pude ver que a Luna ainda estava dormindo e preferi não a acordar. Me levantei com todo o cuidado do mundo para não fazer barulho e fui lavar o rosto antes de descer pra comer algo, meu estômago estava me matando. Desci as escadas e pude ver que até o Stitch estava dormindo ainda. Meu Deus, quanta preguiça em um cachorro só! Coloquei ração pra ele em um pote e logo abri a geladeira para procurar a minha “ração”. Tinham algumas frutas e danones, arrumei tudo na mesa junto aos pães e sucos. Eu nunca arrumava nada, mas naquele dia eu tinha visita. Não que eu me importasse muito em como ela ia me ver ou ver a minha casa, quer dizer... Talvez eu me importasse um pouco. Ok, eu me importava. Ela parecia ser criada do melhor jeito possível, cheia de frescuras e depois de quase a obrigar a dormir na minha casa, eu pelo menos devia arrumar um café da manhã pra guria. Além do mais, seria meio escroto não dar comida pra garota que eu acidentalmente, ou não tão acidentalmente, beijei na noite passada. Aliás, ainda parecia um sonho pensar que eu, Alícia Berard, tinha beijado a Luna. Tipo, cara, há algumas semanas antes eu a conheci como “namorada” do Gabriel e agora eu tinha a beijado. Que louco! O mundo era bem louco mesmo.
Me sentei na mesa e decidi comer um pão com queijo enquanto a Luna não acordava, depois que eu comesse, eu a acordaria. Fiquei pensando um pouco na noite anterior e como o Gabriel se mostrou um verdadeiro babaca… E eu estava morrendo de vergonha da Luna. Sabe, ela estava mal e com certeza eu fui um “step” para se vingar ou esquecer o Gabriel, eu não sabia se ela estava arrependida ou… Não sabia nem se ela se lembraria da noite anterior, já que o nível de alcoolismo dela estava bem alto. Demorei bem mais do que deveria para comer um simples pão, por conta disso, quando subi novamente, ela já estava acordada. Estava sentada na minha cama, coçando os olhos, como se olhasse em volta e se perguntasse onde estava. Finalmente alguém sentiu a mesma sensação que eu sempre sentia após uma noite muito louca.
Capítulo 25