Of all of the announcements made at the UN-organized international climate negotiations known as COP26, the methane reductions pledges will

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Of all of the announcements made at the UN-organized international climate negotiations known as COP26, the methane reductions pledges will
Cada día, y cada minuto de cada día, y en cada instante de cada minuto, no haces sino revivir ese instante en el que la hora del terror ocupó el lugar del amor. Y así mueres cada día para vivir otra vez, hasta que cruces la brecha entre el pasado y el presente, la cual en realidad no existe. Esto es lo que es toda vida: un aparente intervalo entre nacimiento y muerte y de nuevo a la vida; la repetición de un instante que hace mucho que desapareció y que no puede ser revivido. Y el tiempo no es otra cosa que la creencia demente de que lo que ya pasó todavía está aquí y ahora. Perdona el pasado y olvídate de él, pues ya pasó. Ya no te encuentras en el espacio que hay entre los dos mundos. Has seguido adelante y has llegado hasta el mundo que yace ante las puertas del Cielo. Nada se opone a la Voluntad de Dios ni hay necesidad de que repitas una jornada que hace mucho que concluyó. Mira a tu hermano dulcemente, y contempla el mundo donde la percepción de tu odio ha sido transformada en un mundo de amor. Libro de texto #UCDM💜#cap26#entrenamientomental🧠#tiempo#terror#muerte#pasado#presente#vida💙#perdón#espíritusanto#dosmundos#Voluntad#Cielo#hermano#transformar#amor#odio#🙏🏼💜♾📖🧠💬💞🙋🏻♀️ (en Barcelona, Catalunya, España) https://www.instagram.com/p/Cekxg0WAo0F/?igshid=NGJjMDIxMWI=
26. Crazier
Luna’s POV
Acordei com uma forte dor, parecia que minha cabeça ia explodir. Minha boca tinha um gosto amargo e ruim e meu estômago se revirava me dando a certeza de que a qualquer momento eu vomitaria. Sentei-me na cama com a mão na cabeça, esperando que aquilo fosse diminuir a dor, e fiquei encarando o quarto em que eu estava. Não era o quarto da Carol.
— Bom dia, Bela Adormecida. – Disse uma voz não muito estranha vinda da porta.
Quando olhei para o lado vi Alícia parada com um sorrisinho no rosto. Começava a me lembrar de algumas coisas da noite passada. Eu estava na casa dela. Bebi demais e ela acabou me levando pra lá, não lembrava muito bem o porquê, já que tinha ido com Carol e Mariana, mas era o que havia acontecido. Lembrei-me também do beijo. Do nosso beijo. Mais especificamente, do beijo que EU havia dado nela. Onde será que eu estava com a cabeça? Em lugar nenhum pelo visto, só estava magoada e acabei a beijando. E caramba! Eu havia gostado muito e, pra piorar, eu estava me sentindo estranha enquanto me lembrava daquelas coisas. Estranha de uma forma que nunca tinha me sentido antes. Tipo... Fala sério, quando é que eu imaginei que ficaria com uma garota e, além de tudo, que iria gostar? Pois é, nunca! Mas foi o que aconteceu. Eu beijei a Alícia e gostei muito. Ok, hora de voltar para a Terra, Luna. Alícia está te encarando e esperando uma reação sua. — Alícia? – Minha voz saiu fraca por conta da dor e eu a encarei ainda um pouco confusa. — É, esse costuma ser meu nome. – Ela deu uma risadinha. – Você está bem? Antes que eu pudesse responder uma súbita vontade de vomitar me invadiu e eu não tive tempo de fazer mais nada além de levar a mão na boca e correr para o banheiro. Ela veio atrás e quando me ajoelhei de frente para o vaso ela me ajudou segurando meu cabelo e apoiando a outra mão na minha testa. Eu não conseguia parar de vomitar e chegou num ponto em que meu estômago doía de tanto fazer força, além de não sair nada além de água. Alícia me ajudou a levantar depois que supomos que não fosse sair mais nada e antes de descermos ela lavou meu rosto rapidamente. Eu estava fraca, minha cabeça doía e agora meu estômago também. Sentei-me a mesa e ali em cima haviam alguns pães, frutas e suco. Peguei uma maçã na fruteira e coloquei um pouco do suco de laranja no copo, eu odiava comer de manhã, mas considerando o meu estado, eu devia comer. Ela procurava um remédio no armário e todo barulho que ela fazia, por menor que fosse, fazia com que minha cabeça latejasse ainda mais. Dei uma mordida na maçã e mastiguei devagar, pois até aquilo fazia minha cabeça doer. Meu Deus, eu nunca mais beberia daquele jeito! Alícia me entregou uma cartela de comprimidos e eu peguei um, o colocando na boca e bebendo o suco que estava no corpo.
— Você vai se sentir melhor daqui a pouco, eu juro. – Ela disse dando um sorriso fraco. Sorri também e a encarei por alguns segundos, mas logo pedi desculpa por ela estar me vendo naquele estado e, principalmente, por ter me visto vomitar. Ela não precisava fazer aquelas coisas, nós nem éramos amigas. Eu estava me sentindo péssima e envergonhada. — Sobre ontem... – Voltei a falar. – Você viu se minhas amigas foram embora ou ligaram pros meus pais? – Completei ao mesmo tempo em que ela começava a falar comigo. — Olha, se for sobre o que aconteceu entre nós eu… Ah, suas amigas? – Ela disse, mas quando me ouviu arregalou os olhos, se dando conta do que havia dito. Tive que segurar pra não rir. — É, eu fui com elas. Você viu se elas ligaram pra eles? – Perguntei um pouco preocupada. Se elas tivessem ligado pra eles eu com certeza estaria ferrada! — Ah, elas foram embora, mas acho que ninguém falou com teus pais não. Se você quiser, eu posso te levar em casa e falar com eles, sabe... — Não! Eles me matariam se soubessem disso. E matariam você por ser cúmplice. – Falei ainda mais nervosa. Terminei de beber o suco e, depois de dizer à Alícia que iria embora sozinha antes que meus pais soubessem que eu não estava na casa da Carol, eu subi para o quarto dela e me vesti rapidamente. Desci as escadas apressadamente e quando cheguei no penúltimo degrau vi uma bolinha preta e saltitante me olhando enquanto balançava o rabinho. — AI MEU DEUS! – Não consegui conter o grito, ele era incrivelmente fofo! Alícia imediatamente apareceu na porta da cozinha, me olhando assustada enquanto eu terminava de descer os degraus e me abaixava para pegar aquela coisinha linda. – Você é tão bonitinho! – Falei o colocando junto ao meu peito e lhe dando um cheirinho. Ouvi Alícia sussurrar alguma coisa e a olhei rapidamente, mas eu não havia entendido o que ela disse. — O que? – Perguntei confusa. — Ham? Nada não. – Ela disse um parecendo um pouco nervosa. – Vai querer que eu te leve? — Não, não precisa. – Falei enquanto colocava o cachorrinho no chão. – Meus pais não te conhecem, seria estranho se eles te vissem comigo. – Expliquei. Ela assentiu e eu me aproximei dela para me despedi. Percebi que ficou nervosa e achei aquilo uma graça. Ela era uma graça. Segurei mais uma vez a risada e lhe dei um abraço seguido de um beijo no rosto, que, acidentalmente, acabou sendo dado muito perto da boca dela. Ok, vocês já se beijaram mesmo, Luna... Alícia aproveitou o abraço e me apertou um pouco em seus braços. Acabei deixando um suspiro escapar assim que ela fez aquilo e automaticamente me lembrei da noite passada e do quanto eu havia me sentido confortável ali. Quando nos soltamos do abraço eu a encarei por mais alguns segundos antes de me virar e sair dali, caminhando até o fim da rua. Eu estava no Canal 1 — constatei quando vi os desenhos pixados em um muro — e não demoraria a chegar em casa, podia até ir andando, e foi o que fiz. Enquanto eu tentanva organizar meus sentimentos ou pensamentos. Ou os dois.
Olá gente, como estão? Vim para desejar um feliz natal atrasado e ano novo e claro que não podia vir de mãos vazias, certo? Então lá vai, um novo e lindo capítulo para vocês.
Capítulo 26
Capítulo 26.
Eu estou sentindo alguma coisa. Talvez seja ansiedade, talvez medo, talvez seja só a expectativa, mas convenhamos, quem não se sentiria estranho em reencontrar alguém que você ama depois de tanto tempo?! Eu sabia que iria encontrar ele a qualquer momento, sabia desde o momento em que criei coragem de finalmente voltar para o Brasil. Todos os meus amigos sabiam bem o que isso significava para mim, passei as duas últimas semanas me martirizando por ter demorado tanto. Talvez seja até tarde demais de voltar pra ele, mas eu precisava arriscar, dar minha cara a tapa. Sempre me falaram que a gente tem essa mania de perceber o que tínhamos quando a gente fica sem, e puta merda. Eu amo aquele garoto, aquele cabelo que sempre tá bagunçado, aquele olhos pequenos que ficam menores ainda quando ele sorri ou quando trava o maxilar, ah… Aquele maxilar travado… Porra, que falta ele me faz.
Eu estou sentindo alguma coisa. Talvez seja ansiedade, talvez medo, talvez seja só a expectativa, mas convenhamos, quem não se sentiria estranho em reencontrar alguém que você ama depois de tanto tempo?!
Luanna Rousseau
Capítulo 26
A única coisa que pude assimilar foi uma mão grande e quente me puxando academia afora. Alguém me entregou um casaco que não era meu. Eu vesti um casaco que não era meu e tinha um reconfortante cheiro de perfume masculino, daqueles bem caros. Andei pelo caminho mais longo até o campus, ainda assim, acabei chegando por lá cedo demais. A sorridente não teria saído da aula ainda, mas a essa altura do campeonato eu não deveria estar ligando em esbarrar com ela. Eu. Eu precisava tomar uma boa ducha e refrescar os acontecimentos dos 20 últimos minutos.
Passei reto pelo segurança. Passei reto pelo coordenador do meu dormitório. Subi as escadas com um passo raivoso inalando aquele cheiro de perfume caro. De quem será que era aquele casaco? Não fui capaz nem de agradecer, inclusive, vim caminhando sozinha mergulhada nas profundezas de uma tristeza desconhecida. Cheguei ao quinto andar tão rápido quanto da academia até aqui. Tateei o bolso esquerdo. Onde inferno está a droga da minha chave? Ah é! Nem Deus sabe onde minha chave foi parar e junto o meu único casaco realmente quente. Escorei na parede, tentei respirar fundo até ouvir a risada estridente da sorridente vindo do fundo do corredor. Assim que me viu, a risada cessou. Ela não perguntou o que estava acontecendo, apenas me entregou a chave e esperou que o momento de desabar chegasse. Pacientemente.
Só lembrei-me de deixar as botas e calçar o par de crocs. Puxei a toalha da cabeceira da cama e sai desenfreada até os chuveiros femininos compartilhados. Estavam todos ocupados. Eu não aguentaria segurar por mais tanto tempo. Desci, sem a menor noção, até os chuveiros masculinos que estavam quase vazios. Meu banho seria ali mesmo! Regulei a água. Fechei as cortinas. Tirei as roupas, dobrei-as e as coloquei na prateleira. Banheira cheia e água quente caindo sob meus cabelos. Até que desabei, sem saber o porquê, apenas ali, em silêncio.