- Com saudades? - Ele perguntou, me fazendo revirar os olhos. - Senti sua falta hoje... Uma pena que não foi para o colégio. - Como exatamente você conseguiu meu celular? - Me levantei da cama, inquieta demais para conseguir permanecer deitada. - Não mandei escrever seu número dentro do caderno de química. - Conseguia imaginá-lo sorrindo de uma forma extremamente idiota do outro lado da linha. - Você realmente me concedeu um belo presente. - Droga, meu caderno! - Resmunguei. - O quero de volta! (...) - Te devolvo o caderno, mas com uma condição. - Que seria...? - Perguntei, já cogitando inúmeras hipóteses do que poderia ser pedido por ele. Nenhuma delas soava agradável. - Você vai sair comigo amanhã. (...)
Amor de Livro, capítulo 4







