Pa la unica wea que espero los sábados ahora jadjadja Capitulos qlo buenoo😍😍 #dragonballsuper #capitulo56 (en Bahía Catalina, La Florida)
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Pa la unica wea que espero los sábados ahora jadjadja Capitulos qlo buenoo😍😍 #dragonballsuper #capitulo56 (en Bahía Catalina, La Florida)
Capítulo 56
Mesmo com as luzes apagadas, era extremamente confortável estar em meio aquele mar de gente para aquela ocasião, que eu confesso, cheguei a duvidar que pudesse acontecer. Passei meus olhos por entre as pessoas que estavam ali, as pessoas que eu conhecia. As pessoas que de certo modo influenciaram meu destino para eu estar onde estava.
O Diego estava sentado em uma das confortáveis poltronas quase passando despercebido por entre aqueles rostos. Senti meus lábios se contraírem em um sorriso e agradeci ao meu interior por não guardar nenhum ressentimento dele.
Fechei os olhos, pude ouvir perfeitamente a voz dele soar em minha cabeça, assim como a cena do dia em que nos conhecemos.
Oi – Ele falou ao se aproximar de mim por trás.
Estávamos no churrasco de boas vindas que a tia Bruna havia promovido. Era o dia mais feliz da minha vida. Ao virar de costas, senti o mundo parar ao me deparar com ele
– Meu nome é Diego, espero que você se sinta bem nessa sua nova vizinhança, e... Com as novas pessoas. – Ele sorriu sem graça – Vai ser um prazer conviver com você.
- Oi – Respondi sentindo meu rosto corar – Também espero que eu goste da vizinhança. Você mora por aqui?
Ele riu da minha observação e negou com a cabeça.
- Não. Moro do outro lado da cidade, e isso me da brecha para te convidar a me visitar quando não estiver a fim de ficar no seu bairro.
Eu comecei a rir, mesmo sem achar que o que ele havia dito era engraçado. Seus olhos negros pareciam sugar minha alma sem que eu notasse.
Abri os olhos voltando a observar o movimento das pessoas por ali. O bater das palmas, recebendo uma pessoa qualquer que subia ao palco para falar algumas coisas de boa noite.
Continuei descendo meu olhar tentando encontrar minha família. Parei subitamente ao ver a Mindy. Não sei se ela estava sozinha como o Diego, pois eu não conhecia a família dela. Sorri outra vez, ao notar minha mente captando uma das coisas que vivemos juntas no orfanato.
- Você acha que vão vir nos buscar um dia? – Seus olhinhos de criança esperançosa me encaravam.
Tínhamos seis anos, deparadas com a vida sem qualquer apoio, sendo obrigadas a amadurecer o mais rápido possível.
- Acho que não – Respondi sincera.
Sempre encarei minha vida com sinceridade, assim como as pessoas ao nosso redor. Não adiantaria eu mentir para mim mesma a verdade que estava bem de baixo do meu nariz. O olhar esperançoso dela se desfez, dando lugar a uma súbita agonia.
E o que vamos fazer? - Ela indagou.
Balancei a cabeça como quem diz, não sei. Criança demais ou não, ela sorriu, engoliu as lagrimas que lhe fechavam a garganta, e com o tom mais confiante possível falou:
- Vai ficar tudo bem, se continuarmos juntas.
Ela não havia mudado muito. Seus olhos ainda eram muito castanhos, quase verdes e seu cabelo ainda era ondulado. Sei, que assim como eu tudo mudou por dentro. De certa forma, nós continuaríamos juntas, pelo resto da minha vida.
Olhei ao palco, me dando conta de que não havia prestado atenção em nada do que a pessoa lá em cima falava. Voltei a passar os olhos pela multidão.
Finalmente comecei a ver rostos conhecidos juntos. A Mariana estava sentada entre seus pais, talvez tão apreensiva, quanto eu. Seus sentimentos pelo Renan eram recíprocos, e eu sabia que os dois viviam, mesmo que de modo diferente, o mesmo dilema que eu e a Rafa. Assim como comigo, foi amor a primeira vista, mesmo sem saber.
Quem é aquele menino? – Ela me perguntou baixinho, enquanto estávamos sentadas na arquibancada da quadra da escola, fazendo aula de educação física.
Ela levantou a cabeça indicando por atrás do meu ombro, olhei para trás avistando o Renan, brincando com uma bola de futebol no meio de um grupo de meninos.
- Ele é meu primo – Respondi já rindo ao imaginar as intenções da pergunta dela.
- Não gosto dele! – Ela afirmou com uma raiva visível na voz.
Fiquei surpresa pela sua declaração.
- Como assim, você nem o conhece. – O defendi.
- Exatamente. – Ela suspirou com os olhos vidrados nele – Eu ainda nem o conheço e já sei que ele vai virar minha vida de cabeça para baixo.
Observando o modo como os pais dela a camuflavam do mundo, mesmo ali dentro do teatro fez com que uma curiosidade sobre o futuro deles crescesse dentro de mim. Eu queria que eles pudessem ser feliz tanto quanto eu, e alguma parte dentro de mim afirmava que eles seriam.
Pensar nos dois fez com que eu me lembrasse da tia Bruna. Eu realmente queria que ela estivesse ali para opinar sobre aquela situação.
Não precisei nem fechar os olhos para me concentrar na voz dela que inundava minha mente.
“Minha filha, a vida vai ser difícil pra você... Mas, isso não significa que você não vai ser feliz”.
Suas palavras eram mais do que reais, e parada ali, encostada na parede do teatro, foi que me dei conta do que ela estava falando e do quanto ela estava certa.
Vi meu tio Max, e o Ramon sentados juntos, um ao lado do outro. Mesmo que a nossa ligação se desse pela Tia Bruna, o tio Max nunca quis ir embora. Mesmo depois de tanto tempo ele permaneceu por perto. Ao lado deles estavam a Lahis, comecei a rir ao lembrar de uma coisa que ela me dissera a alguns anos atrás.
Olha, só queria dizer que eu vou ser sua amiga independe de qualquer coisa – Ela estava sussurrando, pois estávamos no meio da aula de biologia, fazendo um trabalho em dupla.
Olhei curiosa em sua direção sem entender nada.
- Do que você esta falando?
- Ora, você sabe... Cidade pequena, as pessoas comentam.
Continuei encarando seus olhos puxados, enquanto via a feição dela mostrar decepção pela minha lerdeza.
- Você e a sua nova amiga ali – Ela indicou com a cabeça o outro lado da sala.
Virei o rosto disfarçadamente para olhar onde ela indicava e vi a Rafa, sentada ao lado de outra menina, completamente concentrada no que fazia.
Entendi o que ela estava falando e fiquei completamente sem graça.
- Ah... Não – Estava falando alto, quando lembrei que precisava sussurrar – Não tem nada haver... Quer dizer, isso não vai acontecer, eu... Você sabe, eu já estou com outra pessoa.
Ela deu de ombros despreocupada.
- Só estou dizendo. Nunca se sabe o que o futuro nos reserva. – Ela ainda observava a Rafaela sem prestar atenção em mim – Pelo menos ela é mais legal que o Diego.
Dei de ombros sem responder.
Eu sempre tive medo de que as pessoas falassem algo para a Rafa, que fizesse que com que ela interpretasse que eu sentia vergonha de ser amiga dela. Nunca liguei para as mentiras que falavam de mim, se era mentira, eu sabia que era; então não tinha com o que me preocupar. Os comentários que faziam sobre a gente também nunca me incomodaram, então eu nunca tentei me afastar.
Meus olhos voltaram a se focar no palco, onde algumas pessoas estranhas faziam algumas danças estranhas. Eu já começava a ficar entediada quando finalmente a locutora do evento anunciou a entrada da primeira participante.
A garota do outdoor era muito mais bonita pessoalmente. Ela estava sozinha, e vestia uma roupa branca estranha.
A música soou e ela começou a dançar.
Ela era boa no que fazia. Assim como a Rafa, ela parecia flutuar enquanto dançava. Notei, que ao contrario da coreografia da Marcela ela estava dançando um ritmo mais animado, mais rápido e mais elétrico.
Olhei ao redor observando a expressão das pessoas, elas pareciam vidradas. Notar isso fez meu coração gelar.
A dança acabou e as pessoas aplaudiram de pé.
Eu sabia que tirando os amigos e os familiares, só tinha gente de poder ali. Torci para que fosse um campeonato sincero e leal, não queria que a Rafa perdesse de graça.
As luzes abaixaram e um breu tirou minha visão. Quando o palco voltou a foco a orquestra já estava posicionada como eu já sabia de cor.
Então a Rafa entrou, com o Renan, e dançou. Talvez fosse a melhor dança da vida dela. Não vi erros, nem nada do tipo, embora algumas vezes era visível que os dois falassem alguma coisa enquanto estavam próximos.
As pessoas ficaram de pé também, e a aplaudiram.
Depois disso não me restava mais nada se não esperar. Antes de o resultado final sair, ainda haveria algumas apresentações a bobeiras a parte. Para segurar o publico, já que o festival era transmitido pela internet.
No fundo eu estava gostando tanto do campeonato estadual que estava pensando em formar uma banda só para participar no próximo mês.
Finalmente a apresentadora da noite voltou ao palco, e começou a ladainha de sempre e todo o suspense. Enquanto eu, ali, parada no meio dos corredores, encostada na parede sozinha, sentia meu coração quase explodir.
Não sei se era ansiedade, ou medo... Medo de que ela não conseguisse.
Meu porto seguro parte 2 – cap 56
A festa começou a acontecer e os convidados invadiram a pista. Depois de tirar todas as fotos e fazer tudo o que o pessoal do cerimonial mandava, eu e Victor fomos para a pista de dança.
De repente sinto uma mão me puxar, me virei e vi que era o Luan. A música estava alta, então ele tinha que gritar para que eu pudesse ouvi-lo.
Luan: Finalmente você desencalhou hein Luna! – ele riu.
Eu podia sentir o cheiro do álcool no seu hálito.
Luna: Vá se ferrar Luan! – eu ri – cara, não tem nem duas horas que começou a festa e você já ta bêbado assim? O que você ta tomando?
Luan: Caipirinha, é a sexta de hoje!
Luna: Ta virando alcoólatra? Me da um pouco disso aqui, não tomei nada ainda!
Virei o copo e foi o tempo da bebida bater no estomago que ela já subiu.
Luna: Caramba, eles colocaram a garrafa toda de vodka aí hein?
Luan: Me deixa que hoje eu to comemorando!
Luna: Meu casamento né?
Luan: Também! Descobrimos o sexo do bebê!
Luna: Sério? E é o que?
Luan: É uma menina!
Luan me abraçou e começou a chorar, ele já estava bêbado.
Luna: Parabéns! Uma menina, que coisa linda, mas não precisa chorar! Luan, você ta colocando todo seu peso em cima de mim, você ta pesado – comecei a rir.
Cutuquei Victor que estava atrás de mim.
Luna: Amor, me ajuda aqui!
Victor: Opa - Victor pegou Luan pelo braço e o segurou. – vai com calma Luan, você já bebeu quanto?
Luna: Ele bebeu seis caipirinhas!
Victor: Nossa cara, deixa pros outros convidados – risos.
Levamos ele ate a mesa onde eles estavam.
Luna: Tá entregue, Giulia!
Giulia estava com uma barriguinha de cinco meses.
Giulia: Ai Luna, obrigada! Eu fui ao banheiro e quando voltei ele não estava mais aqui.
Luna: Ele já ta meio chapado, é melhor parar de beber.
Giulia: Ele não vai beber mais nada hoje!
Luna: Ele me disse que é uma menina! Parabéns, fiquei tão feliz! Vai ser uma princesa!
Giulia: Vai sim!
Victor: É menina? Parabéns! – Victor abraçou Giulia. – essa noite a gente vai fazer o nosso né amor?
Luna: Victor! – fiquei vermelha de vergonha.
Luan: Luna, você ficou com vergonha que eu sei – sua voz estava começando a ficar embargada – não precisa, sexo depois do casamento é normal, por isso tem lua de mel! Aproveita Victor, aproveita muito que é muito bom, principalmente a parte em que tira o vestido né amor? – ele deu um beijo na bochecha de Giulia – a Giulia tava com uma lingerie incrível! Eu poderia ter ficado horas só olhando, sem fazernada!
Giulia: Luan! – ela deu um tapa nele.
Luan: Você ta com uma lingerie incrível também Luna? Hein, hein?
Victor: Parceiro, deixa que isso eu descubro mais tarde, come uns docinhos pra você melhorar pra poder tomar outro porre, nós vamos voltar pra pista, vem amor.
Luna:Tchau gente! – Victor me puxou e me levou pra pista de dança e ali ficamos até dar a hora de ir para o hotel, para curtirmos nossa lua de mel.
Capitulo 56
Na quarta-feira recebi o meu vestido em casa, após termos o deixado na loja para alguns ajustes. Após o almoço fui até o hospital, a fim de passar o dia com Nicolas. Ele se mostrava contente, pois enfim após quase dois meses em uma cama de hospital, voltaria para casa, apesar de ter sido mais rápido do que o esperado. Ele continuava sem cabelo e provavelmente ficaria desta maneira até passar os seis meses de quimioterapia, pela mesma recomendação de doutor Diogo. Acabei sendo sua companhia até a manhã seguinte, quando minha mãe chegou ao hospital, a fim de arrumar as coisas de Nicolas para a sua alta na mesma tarde. Expliquei ao pequeno o porquê de não poder ficar e ele entendeu perfeitamente. Somente Victor poderia assinar a alta de Nicolas, já que Luan e eu estaríamos ausentes, portanto ele chegaria na parte da tarde para buscar o filho. Voltei para casa após me despedir de Nicolas, sabendo que ainda não havia arrumado nenhuma mala. Cheguei em casa, cuidei das crianças e logo tratei de organizar minhas coisas. O dia fora um tanto corrido, já que Cida não pôde estar presente hoje por conta de uma consulta médica. Ao meio dia eu ainda não tinha organizado muita coisa, mas estava dando comida ás crianças. Luan passaria para me pegar às duas da tarde e até lá eu deveria estar pronta, pois não queria atrasar tudo, o atrapalhar e arrumar mais algum tipo de desentendimento. Após cuidar das crianças, acabei indo tomar banho e ao sair arrumei as coisas, porém nada muito organizadamente. Minha mãe ainda não chegara e eu começava a me preocupar, pois não poderia deixar as crianças sozinhas. Liguei para ela e a mesma me disse que o engarrafamento estava pesado e demoraria alguns minutos para chegar. Olhei no relógio e a hora de partir chegava, então tive a ideia de ligar para Victor, a fim de que ele cuidasse dos pequenos para mim antes de ir buscar Nicolas no hospital. Era a minha única saída e logo Victor aceitou. -- Você fica com eles uns instantinhos? Minha mãe chega logo, ela só disse que está presa no trânsito. – expliquei quando Victor chegou em casa. -- Tudo bem Fê. Pode ficar tranquila que eu olho eles. – ele aceitou e logo Breno o chamou para brincar. Enquanto isso, subi e consegui terminar de arrumar as malas. Desci com o vestido em mãos, o deixando pendurado em um cabineiro que havia ao lado da porta para que não amassasse. Pontualmente – pois Luan era responsável quando se tratava de trabalho e coisas importantes – uma van parou em frente a casa, com alguém tocando a campainha e eu pedindo á Victor para atender. Rober adentrou a sala com um ar estranho, pois imagino ele se perguntando o que Victor estaria fazendo ali. Faltava eu trocar as fraldas de Nicole e descer com as malas. -- Oi Rober, tudo bem? Quer um café? Pode ir até a cozinha. Vou só trocar a fralda da Nick e já desço. Não vou atrasar vocês, né? – disse tudo junto, não oferecendo tempo para Rober respondesse, mas pude ouvir ele rindo enquanto eu subia as escadas. No quarto de Nicole, escutava as risadas de Breno juntamente com Rober vindas da sala. Consegui trocar a pequena em menos de dez minutos e logo desci as escadas á passos apressados. -- Bem, olhe. – disse, me dirigindo á Victor. – Eles já almoçaram e o máximo que podem querer é uma fruta, essas coisinhas. Provavelmente a Nick vai dormir já, já e... -- Caramba Rober, que demora. – Luan me interrompeu entrando na sala e logo quando viu o pai Breno correu para os seus braços. Outra vez não ofereci tempo para Rober responder á Luan e logo disse: -- Eu estava trocando a fralda da Nicole, Luan. Fui eu quem atrasei. – o olhei, enquanto ele segurava Breno em seus braços. -- Tudo bem. Só estranhei a demora. – ele disse imparcial após saber da minha resposta e logo se voltou para olhar Nicole. Enquanto ele matava as saudades dos filhos, subi para o quarto trazendo as malas e Rober ás colocando na van. Em poucos minutos, tudo estava pronto. -- É isso. – finalizei, pegando minha bolsa na poltrona. – Podemos ir. Estou pronta. – disse e logo Luan começou á se despedir dos filhos. Eu fiz o mesmo, os abraçando sentindo saudades antes mesmo de ir. Victor olhava toda aquela pequena bagunça ao lado da sala, parado e sorrindo de canto algumas vezes. -- Victor, obrigada mesmo por ficar com eles. Minha mãe chegará daqui alguns minutos, eu prometo. – comecei, o olhando e percebendo que Luan nos observava atentamente na porta da garagem. – Diga a Nicolas que sentirei saudades, mas logo estarei de volta. – finalizei, me despedindo com um beijo em seu rosto. Luan me fuzilou com o olhar e nem ao menos me esperou para entrar na van. Antes mesmo de Rober fechar as portas, minha mãe chegou se desculpando pela demora. Ela cumprimentou Luan, perguntando pelos seus pais e o mesmo logo disse que eles já estavam nos esperando em uma outra van, no aeroporto. -- O Victor ficaria com as crianças, mas já que chegou, por favor, cuide delas. O Nicolas chegará hoje ainda. Victor irá busca-lo. – recomendei e minha mãe me abraçou, despedindo-se. Demoramos mais alguns minutos para sairmos enfim do condomínio. Os pais de Luan nos esperavam, pois também estariam presentes na premiação. Bruna infelizmente não poderia ir, porque o local do evento seria no Rio de Janeiro e ela estava evitando muitas viagens por conta do bebê que estava por vir, e creio que só viajaria então nas férias de fim de ano, que planejávamos com todos juntos. Pensei em levar minha mãe e até conversei com a mesma, mas ela se negou, dizendo que ficaria cuidando das crianças e da recuperação de Nicolas. Confesso que fiquei com um pé atrás em acompanhar Luan nesta viagem para premiação por conta da alta de Nicolas ser no mesmo dia, mas após pensar e conversar com minha mãe, recebendo algumas orientações, ela me tranquilizou, dizendo que eu poderia ir em paz que ela cuidaria de tudo. Desde que saímos do condomínio, ninguém dissera nenhuma palavra, a não ser quando eu cumprimentei Well que também estava na van. Estava sentada ao lado de Rober, de frente para Luan, e após olhar em meu relógio de pulso o horário marcado, o encarei e perguntei. -- Estamos atrasados? – logo me dei conta da pergunta, e a refiz da melhor forma. – Quer dizer, eu atrasei muito você? -- Não. – ele respondeu me olhando por instantes e logo desviando o olhar para a janela. – Nada que nos atrase demais. – ele finalizou. Apenas concordei com um aceno de cabeça, seguindo o trajeto até o aeroporto sem dizer mais nada. Luan ainda conversava com todos, mas eu percebi o quanto ele evitava me olhar. Desta vez, percebi um tratamento diferente em sua voz; estava mais frio e imparcial do que de todas as outras vezes que nos encontramos. Desde a nossa separação eu sentia Luan tentando se aproximar, mas esta fora uma das vezes em que ele não tentou nada e somente ficou nervoso e agitado quando Amanda lhe ligou e eu estava sentada ao seu lado. Chegamos ao aeroporto e logo nos encaminhamos para a pista de decolagem. Me encontrei com os pais de Luan e eles me acolheram como sempre. Algumas fãs esperavam por Luan, assim como era de se imaginar, e ele fora as atender. As cumprimentei com alguns acenos e sorrisos, mas por conta do tempo, logo tive que subir no avião de Luan e me acomodar em uma das poltronas ao fundo. Seu Amarildo e Dona Marizete se sentaram algumas poltronas á frente e Luan se acomodou em uma das últimas, provavelmente para descansar. Segui o inicio da viagem conversando com os pais de Luan sobre a volta de Nicolas para casa e eles também se mostraram ansiosos para a premiação. Logo comecei a ouvir musica e a relaxar, mesmo pensando em como Nicolas estaria e qual seria a finalização de tudo que estava acontecendo. Não sei em que ponto adormeci, mas tive um sonho bom com o dono do meu coração que estava sentado algumas cadeiras atrás de mim.
Capítulo 56
Acordei sentindo a presença de alguém no quarto, era Lucas. Ainda não havia amanhecido, ele se deitou ao meu lado e me abraçou. Ficamos em silêncio apenas ouvindo nossas respirações, mas logo Lucas aproximou sua boca da minha e começou a me beijar.
— Vim terminar o que havíamos começado. — Lucas disse assim que paramos o beijo.
Não falei nada, apenas dei um sorriso que devido a falta de luz que estava no quarto o Lucas não conseguiu ver. Começamos a nos beijar novamente e o clima estava cada vez mais propenso a acontecer algo. Lucas passava a mão por todo o meu corpo e eu fazia o mesmo com ele. Começamos a nos despir aos poucos e depois de um tempo estávamos completamente nus. Depois de estarmos completamente excitados, Lucas colocou o preservativo com a minha ajuda e finalmente penetrou em mim, fazendo com que sentíssemos ainda mais prazer. Nos amamos de uma forma selvagem e romântica ao mesmo tempo, Lucas tinha um jeito safado e um jeito carinhoso ao mesmo tempo e isso me deixava ainda com mais desejo. Nos amamos durante um bom tempo.
— Amor, acho melhor você ir para o seu quarto agora. — falei depois de um tempo.
— Por que? — Lucas perguntou sussurrando em meus ouvidos.
— Porque se você dormir aqui tenho medo do que seus pais vão pensar de mim.
— Eles não vão pensar nada, nós somos namorados, mas eu te entendo.
Trocamos mais alguns beijos e depois Lucas voltou para o seu quarto, me deixando sozinha e pensando na maravilhosa noite que havíamos passado. Em questão de minutos consegui adormecer. Acordei na manhã seguinte com os raios de sol batendo em meu rosto me fazendo ter certa dificuldade de abrir os olhos. Fiquei um tempo deitada na cama, com uma certa preguiça de me levantar e quando criei coragem levantei e fui até o banheiro fazer minha higiene pessoal. Coloquei um vestido de malha fina, prendi meu cabelo em um rabo de cavalo e antes de ir para a cozinha passei no quarto de Lucas, mas ele não estava lá. Cheguei na cozinha e Lucas estava lá na companhia de Karina e Paulo, eles estavam sentado ao redor da mesa tomando café.
— Bom dia! — falei.
— Bom dia. — eles responderam em uma espécia de coro.
Me sentei ao lado de Lucas e comecei a comer, os quitutes estavam deliciosos e eu comi até não aguentar mais. Após termos tomado café, permanecemos em volta da mesa conversando. Os pais de Lucas são maravilhosos e uns amores. Depois de um tempo Leandro chegou na cozinha com a cara toda inchada e nós rimos. Mais tarde um pouco fomos nos arrumar para partimos para o Rio e algumas horas depois finalmente chegamos na minha querida cidade. Chegamos em minha casa e mamãe e papai receberam todos com sorrisos no rosto, ficamos um bom tempo sentados na sala conversando. Papai estava se dando muito bem com Paulo e mamãe estava se identificando muito com Karina e eu estava feliz por finalmente estarmos todos unidos. A noite finalmente chegou e com ela veio a hora do jantar. Maria havia preparado um delicioso rondelli que pelo visto os pais do Lucas gostaram bastante. Depois do jantar novamente sentamos na sala e conversamos até de madrugada. Lucas, Leandro, Paulo e Karina iriam dormir na minha casa e por um momento eu pensei que novamente Lucas e eu iríamos ter uma noite de amor, mas infelizmente não foi assim. Eu estava exausta e subi para o meu quarto, deitei em minha cama e adormeci. Ainda de madrugada Lucas veio até meu quarto, mas infelizmente eu não estava disposta, eu estava me sentindo muito fraca e com uma péssima sensação de cansaço. Lucas ficou deitado do meu lado durante um tempo e depois voltou para o quarto de hóspedes onde ele iria dormir.
Capítulo 56
– Primeiramente me conte que dia isso aconteceu.
– Ontem a noite. Depois que Rafael foi embora da minha casa, eu fiquei sozinha afinal meus pais tinham ido a uma festa. Entrei no facebook e um garoto que eu já fiquei algumas vezes puxou assunto comigo. Começamos a conversar e ele disse que queria ficar comigo, não sei o que deu em mim mas eu acabei falando para ele ir lá pra casa.
– Por que você fez isso se você ama o Rafael?
– Depois que eu tive aquela conversa sobre o seu irmão com você, eu percebi que eu não amo o Rafael, gosto muito dele mas não posso considerar que seja amor. Eu chamei o garoto para ir lá em casa porque eu sinto algo por ele, não sei se é atração ou algo a mais.
– Dani, eu poderia muito bem nunca mais olhar na sua cara, porque de certa forma você agiu de má fé com um amigo meu, mas você também é minha amiga e sei que hoje mais do que nunca você está precisando de apoio. Não acho certo o que você fez, mas do jeito que você falou alguma coisa você sente por esse outro garoto. Se você tivesse ficado com ele apenas por ficar, eu não iria te apoiar, mas já que tem algum tipo de sentimento eu não vou ficar te criticando. Só acho que você tem que parar pra pensar e ver o que você realmente quer da sua vida.
– Eu estou tão confusa. Não sei o que eu sinto pelo Rafa e não sei o que eu sinto por esse outro garoto.
– Por isso mesmo que você tem que parar pra pensar e tentar decifrar o que você sente por eles.
Dani estava com a cabeça baixa e eu percebi que ela estava chorando.
– Não fique assim. – Falei a abraçando.
Ficamos alguns minutos abraçadas, até que o celular dela tocou, eu sai para ir no banheiro enquanto ela conversava.
– Quem era? – Perguntei assim que voltei para a sala.
– Rafael.
– O que ele queria?
– Perguntar por que eu não quis que ele viesse, e eu respondi que era um programa só de meninas, e que fazia tempo que nós duas não ficávamos sozinhas. Ele ficou um pouco desconfiado, mas deixa pra lá.
– Ah sim. Amiga, dorme aqui em casa hoje? – Perguntei.
– Claro! Vou ligar pra minha mãe e para Rafael, mas amanhã teremos que acordar um pouco mais cedo porque tenho que passar na minha casa para pegar meus materiais antes de irmos para a facul, e você vai passar comigo.
– Ah não, tenho preguiça, mas por você eu faço isso. Ficamos assistindo filme até de madrugada. Deitamos em minha cama (é isso mesmo, quando Dani vinha dormir na minha casa nós dormíamos na mesma cama).
– Pensei que você nunca mais iria olhar na minha cara. – Dani disse.
– Ei bobinha, sou sua amiga e amigas verdadeiras nunca abandonam.
Depois de dito isso nós duas adormecemos
Meu porto seguro – cap 56
Subimos para a UTI. O doutor pediu que cada um ficasse cinco minutos dentro do quarto e que não poderia passar disso.
Giulia foi a primeira entrar.
Ela entrou no quarto e lhe deu um beijo no rosto. Segurou nas mãos de Luan e começou a falar
Giulia: Esse tempo em que ficamos juntos foi muito importante para mim. O que nós dois vivemos foi especial e eu nunca irei esquecer. Sei que atrapalhei sua relação com a Luna mas não foi minha intenção. Me desculpa por ter me apaixonado por você tão facilmente. Obrigado por tudo o que vivemos. Nós vamos sentir sua falta Luan. Muita.
Giulia saiu do quarto chorando e Bruna entrou em seguida.
Bruna: Eu não posso acreditar Pi. Volta pra mim por favor, o que vai ser da minha vida sem você? Sem as suas implicâncias,sem os seus apelidos,sem as suas chantagens. Meu Deus, cadê aquele Luan forte que não tem medo de nada e que vai atrás dos seus sonhos. Por favor Pi volta pra mim,não vai embora não. Eu te amo muito meu irmão.
Bruna acariciou seus cabelos e beijou sua testa, saiu do quarto aos prantos e meu pai,Paulo entrou no quarto para despedir de Luan.
Meu pai olhou para mim e deu um sorriso confortador. Entrou no quarto com os olhos marejados.
Paulo: Eu nem sei por onde começar Luan. Você sabe da importância que você tem na minha vida. Nós fomos muito amigos e eu tenho que te agradecer demais por tudo o que você fez pela Luna. Todas as vezes em que ela precisou era você quem estava do lado dela. Obrigado por ter feito ela tão feliz. Obrigado por fazer dela uma garota especial. Eu tenho uma divida de gratidão com você. Vou sentir tanto a sua falta, vou sentir falta dos nossos churrascos e de você me chamando de tio. Vou sentir falta de você me pedir conselhos com garotas por medo de pedir conselhos a Luna. Obrigado por ter feito parte da minha vida. Eu te amo garoto.
Paulo beijou a face de Luan e saiu do quarto chorando.
Seu Amarildo e dona Marizete entraram em seguida. Dona Marizete desesperada e seu Amarildo depois de tanto segurar o pranto desabou.
Marizete: Meu filho – disse debruçando em cima de Luan – acorda meu filho. Não vai embora não, a mamãe vai cuidar de você, a mamãe precisa de você meu amor. O que vai ser da minha vida sem meu maior orgulho? Meu amor eu vou sentir tanto a sua falta. Amarildo diz que é mentira que ele ta indo embora,por favor diz que é mentira,meu filho, acorda!
Não havia nenhum tipo de consolo para ela. Ela estava ali se despedindo dele. O pior de tudo era saber que ele não iria viajar ou fazer show. O pior de tudo era saber que ele iria embora para sempre.
Como a vida é irônica o coração dele estava ali batendo e a poucos minutos ele podia parar. O motivo da vida de milhares de pessoas iria parar.
A mãe quem deu a vida ao filho está despedindo para dar lugar a morte.
Amarildo: Meu filho – disse seu Amarildo aos prantos – eu vou sentir tanto a sua falta meu filho. Meu Deus trás ele de volta,não deixa ele ir. Eu te amo tanto meu amor,meu orgulho,meu menino. Você vai fazer muita falta. Meu coração ta doendo tanto,meu Deus que dor insuportável. Eu te amo meu filho,te amo muito.
Dona Marizete e seu Amarildo fizeram caricias em Luan e logo em seguida saíram do quarto com um peso no coração e uma dor na alma que dificilmente seria curada.
Doutor Carlos disse que era minha vez. Eu não conseguia chorar. Eu só sentia dor. Uma dor insuportável. Era como se um buraco estivesse se abrindo dentro de mim e estava, um buraco enorme cheio de tristeza e dor.
Paulo: Você precisa ser forte meu amor – ele depositou um beijo em minha testa e então eu entrei novamente naquele quarto. O quarto onde uma parte de mim iria embora.
O ver ali naquela cama me fez pensar: como a vida nos surpreende. Eu poderia muito bem ter recusado aquela carona e ter mantido em segredo tudo o que eu havia descobrido sobre Renata. Um filme passou em minha cabeça. Era como se eu voltasse no tempo,no dia em que eu o conheci. Lembrei de tudo o que vivemos juntos. Todas as loucuras,as bobagens,as festas,os conselhos. Me lembro de quando o convidei para ser meu príncipe de 15 anos e me lembro da nossa troca de olhares durante nossa valsa. Foi ali naquele dia em que eu tive a certeza de que o amaria para sempre. Eu só não queria admitir para mim mesma.
Luna: Mais uma vez aqui meu amor,só que dessa vez é para sempre. Não existe dor pior do que esta que eu estou sentindo. Nenhuma dor é capaz de ser mais forte do que essa. Meu coração está aos pedaços. Luan, eu sei que você me escuta. Eu sei que você é capaz de acordar e de recomeçar. Por favor Luan,me escuta. Acorda!
Segurei em suas mão e então continuei
Luna: Eu sempre soube que você era um anjo. Um anjo sem asas. Um anjo com luz própria. Um anjo capaz de curar feridas de pessoas que você nem conhece. Eu sei que você pode acordar meu amor. Eu não posso,eu não quero me despedir de você. Você é forte. Você consegue!
Com o coração cheio de esperança comecei a fazer uma prece de mãos dadas a ele.
Luna: Senhor eu sei que você está me ouvindo,sei que o Senhor está aqui neste quarto e sei também que o Senhor sabe da importância que Luan tem não só em minha vida mas na vida de muitas pessoas. Sei que o Senhor sabe que o sorriso dele iluminou muitos caminhos e fez muitas pessoas acreditarem que sonhos são sim possíveis e que nada pode impedir nós de realizarmos a não ser nós mesmos. Senhor com sua bondade infinita e sua misericórdia divina eu lhe peço do fundo do meu coração que o salve. Não só por mim mas por tantas outras pessoas. Deus não deixe que o mundo perca o brilho desse olhar sonhador. Não deixe que o motivo dos sonhos de tantas pessoas vá embora para sempre. Eu preciso dele meu Deus mas do que a mim mesma. Sei que a vida é um mistério a ser descoberto mas por favor o salve ,não o deixe ir. Não deixe que a alegria de viver de tantas pessoas seja acaba assim,desse jeito.Sei que Luan ainda tem muito o que fazer meu Deus. Por favor o salve! Se preciso me leve no lugar dele,mas por favor não deixa ele ir embora.
Minhas lágrimas caiam sobre o peito de Luan que respirava com dificuldade.
De repente senti um arrepio na espinha e um clarão invadiu o quarto. Por alguns segundos apaguei e cai em cima de Luan e uma coisa inacreditável me fez perceber que se sua fé é do tamanho de um grão de mostarda você pode sim remover montanhas.
Dangerous Love - Capitulo 56
Dieron las ocho de la noche y había que regresar a las habitaciones para cambiarnos para la cena de los padres de (tn). Aunque la verdad no me quería mover, había conseguido que (tn) se quedara quieta. Estábamos tirados en la arena, hablando tranquilamente, aprovechando los pocos silencios para besar sus labios.
— ¿Que sientes?
—No sé como explicártelo, es adrenalina. El sentir que nos pueden descubrir o atrapar me hace sentirme asombroso. Deje de hacerlo por necesidad económica, y lo seguí por esa sensación.
—Te estoy alejando de lo que más disfrutas hacer. — acarició mi mejilla.
—No.
—Claro que si, y no me hace sentir muy bien.
—No, te lo aseguro. Estoy descubriendo otras cosas que disfruto aun más. — le estaba diciendo la mera verdad.
—Sí, ya lo sé, mirar los diminutos trajes de baño de las europeas. — solté una carcajada.
— ¡Que no la estaba mirando! — la tome de la cintura haciéndonos girar, para dejarla acostada en la arena. —Una castaña con un bikini rojo, retuvo mi mirada toda la tarde y lo sigue haciendo. — logre sacarle una sonrisa, pero volvió a quitarla.
—No me convences, se que la miraste mínimo dos veces.
—Eres una terca. — besé sus labios.
—Y tu un mirón.
— ¡Que no la mire!
—Sí claro. — frunció el ceño.
—No necesito mirar más, lo que tengo aquí es perfecto. — acaricie su cintura y ella no se resistió a dar un beso en mis labios.
—Vamos a llegar tarde. — sonrió enderezándose un poco.
— ¿Y? — la volví a besar. —Estamos mejor aquí ¿No? — murmuré.
—Totalmente. — mordió su labio. —Tal vez no esté tan mal llegar algo tarde.
— ¿Algo tarde? — escondí mi rostro en su cuello besándolo lentamente. —No creo que te vayas a querer ir...
*
Entramos corriendo cada quien a su respectiva habitación.
Me mire en el espejo y no pude evitar soltar una carcajada, traía arena hasta en las pestañas, me sacudí un poco y reí una vez más por lo rojo de mis mejillas.
— ¡Al fin! ¡Tu madre esta como loca preguntando por ti! — me aviso Alisa apenas y me vio cruzar la puerta del enorme lugar.
—Me imagino…— alisé mi vestido —Me quede con Nick en la playa, y ya cuando veníamos le dieron nauseas otra vez, no se siente muy bien— hice una mueca.
—Si claro, ahora así se le dice. — dijo con sarcasmo.
— ¡Es enserio! Me dijo que tomaría aire antes de entrar. Supongo que fue el vuelo, ya van dos veces en el día, no se siente bien.
—Qué bonito, Ya estás perdiendo los modales que tanto batalle para que aprendieras, ese tipo no te deja nada bueno. — se cruzo de brazos mi madre.
—Lo siento papá, le estaba diciendo a Alisa que ya veníamos pero Nick no se sentía muy bien y nos detuvimos a que tomara un poco de aire.
— ¿Un poco? — deteste el sarcasmo de mi madre.
—No te preocupes. — ambos la ignoramos, porque Alisa de un momento a otro ya había huido.
—Buenas Noches— Nick me sujeto del hombro, y al levantar su mirada hacia mis padres, claramente tendió su mano hacia mi madre quien obviamente rechazo. Nicholas sonrió galantemente y mi padre hizo un esfuerzo por no reír.
—A decir verdad, ya me lo esperaba— susurró saludando a mi padre.
—Todos lo esperábamos. — carcajeó mi papa. — ¿Estás mejor?
—Sí, gracias. — mi madre rodo los ojos y se dio la media vuelta alejándose de nosotros.
— ¿Jamás le agradare?
—A veces me pregunto si a esa mujer le agrada algo.
— ¡Papa! — sí, bueno todos reímos.
—Es broma cariño— se acerco a besar mi frente. —Creo haber visto a Alisa por aquel lado— señaló —Yo estaré por allá, te informo porque por ahí andará tu madre, eviten esa zona. — volvimos a reír antes de ir hacia donde estaban todos.
— ¿Seguro que estas bien? — Nicholas asintió con la cabeza.
—Seguro, debe ser por todo lo que comí en el avión.
—Pues sí, te comiste media dulcería. — lo regañe tomando su mano.
—Cállese, que usted no se queda atrás. — reí abrazándolo.
—Todo es tu culpa. — mentí.
— ¿Ahora por que pelean? — corearon Jack, David y Alisa.
—No peleamos— carcajeé mirando a Nicholas.
—Tenemos una hora esperándolos, hay barra libre y nos hacía falta Nick. — se puso de pie Jack.
—Así que con permiso señoritas, en un segundo volvemos — David hizo una anticuada reverencia.
—No te enojes, pero necesitamos esto. — se dirigió a mi ya que literalmente me arrancaron a Nick.
—Debió haber sido todo lo que se comió en el vuelo. — Alisa concordó conmigo.
—Lo mismo le dije— negué con la cabeza. —Pero bueno, creo que ya se siente mejor.
—Sabes, no he visto a Kevin. — por alguna razón Alisa lo menciono.
—Ya se debió de haber encontrado a alguien. — bromé con la intención de que fuera verdad, tenía que relajarse y encontrar a alguien buena para él.
—Ojala. — Seguimos platicando por un buen rato, mientras que el trió seguramente seguía pegado en la barra.
En cambio nosotras pedimos un par de postres, como era de costumbre.
— (tn)... — ni me inmute y seguí comiendo. — ¿Estás bien? — levanté la mirada para ver a mi amiga que de pronto cambio la conversación.
—Sí — reí — ¿Por qué?
—Estas comiendo fresa. — me miro entre risas.
—Pues… — baje la mirada nuevamente al postre. —No me sabe tanto a fresa, ni es de color de fresa.
—Pues no, pero es de fresa, tiene trozos de fresa — carcajeó —Incluso eso de ahí…— señalo en su plato que era igual al mío —Es mermelada de fresa— la mire todavía y solo subí los hombros.
—Creo que juzgue mal a la fresa. — volví a comer. —Sabe deliciosa.
— ¡Estás loca! Realmente juzgaste mal a la pobre fresa. — ambas reímos.
—Estoy pensando seriamente en pedir otro. — hice un puchero que lejos de causarle una carcajada a mi amiga como siempre, la hizo quedarse seria.
— ¿Que dijiste que le pasaba a Nick? — la miré sin entender.
—Ascos.
— ¿Están teniendo relaciones? — la pregunta hizo que casi se me saliera un trozo de fresa por la nariz.
— ¿A qué viene...
— ¿Sí o no?
—Pues sí, pero...
— ¿Se están cuidando?
—Claro, tengo un tratamiento — me recargue en la silla algo incomoda.
—Pues creo que no te está funcionando.
— ¿De qué estás hablando? — dije algo estresada. —No estoy embarazada Alisa — carcajee cruzándome de brazos.
—Desde los cuatro años que tengo memoria has detestado la fresa, ni aunque te pagaran con un cachorro te la comías y ahora resulta que te parece deliciosa y luego Nicholas, siempre ha comido como si no hubiera mañana y jamás se había sentido mal, dicen que en algunos casos, los síntomas... Le tocan al papá. — bien, el escuchar a Alisa me dejo en shock.
—Deja de decir tonterías. — carcajeé. —Los antojos y esas estupideces son mentira.
—No son tonterías. Es una teoría, pero no tonterías. ¿Cuándo viste a Nick sentirse mal por comer?
—Nunca... — murmuré.
— ¿Cuando te habías comido algo de fresa, aun que fuera de sabor artificial? — me dejo en silencio por un par de minutos.
—No es posible.
— ¿Que no es posible? — la voz de Nick hace que casi me de un infarto.
—Cosas de mujeres amor. — sentencie a Alisa con la mirada, Nicholas no podía saberlo ni aun que fuera una simple teoría.
*
(Tn) había estado toda la noche algo rara, pensativa y cerca de la una y media me dijo que tenía sueño, y se negó a que le pidiera a Jack que se cambiara a la otra habitación.
Alisa secundo a su amiga y quiso acompañarla.
— ¿De verdad se van a dormir? — dijo David en tono de 'No se vayan'
—Sí, estoy algo cansada. — (tn) me abrazo. — ¿Te molesta?
—Para nada, mañana será un día largo, así que vamos, te acompaño. — di un beso en su frente.
— ¿A dónde irán? — me pregunto al llegar a su habitación, Alisa ya estaba adentro.
—No lo sé, no tengo ganas. — acaricie su mejilla. —Tal vez estemos aquí en el bar del hotel un rato. — asintió con la cabeza.
—Mucho cuidado. — sonreí, sabia a lo que se refería.
—No mirare a nadie, te lo aseguro.
—Gracias. — rió bajito abrazándome. —Te amo.
—Te amo. — bese sus labios una vez más antes de que entrara a su habitación.
*
— ¿Cual es el plan?
— ¡No hay plan!
—Tiene que haberlo, vayamos por una prueba, ¿Tienes retraso?
—Sabes de sobra que soy la mujer más irregular sobre la faz de la Tierra. — exagere, pero era así. —Y además esas pruebas no son fiables.
— ¿No has sentido nada? ¿Algo diferente?
—No, para nada, seguro estas alucinando y me estoy preocupando inútilmente, he tomado el tratamiento al pie de la letra. — me cruce de brazos.
— ¿Lo tomaste hoy? Porque podría apostar a que estuvieron juntos en la playa. — carcajeé sonrojándome.
—Pues si y no, pero ya me la iba a tomar.
—No, ¡Ya ni te la tomes! ¡Qué tal si le hace daño a mi sobrino!
— ¡Alisa! — le grite — ¡¿Te das cuenta de lo que estás diciendo?! No puede ser, no en estos momentos, soy un desastre, mi mamá me mataría y no sé que diría mi padre, Nicholas es la persona más inestable que conozco, ¡Roba por hobbie! ¡No estamos listos para eso! — me senté en la cama al borde de las lagrimas.
—Ah pero si estaba lista la señorita a la hora de abrir las piernas ¿No? — no pude evitarlo y estalle en risas.
—Eres una estúpida Alisa.
—Por eso mismo necesitas hacerte una prueba urgentemente, si es positiva necesitaras irte preparando. — suspire.
— ¿Cual es el plan? — la mire al no tener otra opción.