SINOPSE — Seu noivo estava, como sempre, destruindo a casa em prol do futebol. Então, como sempre, ele seria punido.
T.W — Uso inadequado de jaula peniana.
PALAVRAS — 2,2K
Rensuke costuma ser comportado, afinal, ele é um rapaz esforçado e doce que nunca decepciona. Bom, quase nunca... Entender que o futebol é a vocação do de cabelos laranjas e apoiá-lo em todo treino ou jogo obviamente não significa que irá ignorar as vezes em que ele a desobedece para treinar, não quando essas vezes o envolve sujando as paredes do quintal ou quebrando algum vaso, fazendo você questionar seriamente se manter um noivado com ele é uma escolha prudente a ser feita. Mas o ama muito e não vê problemas em puni-lo adequadamente quando necessário; para um rapaz cheio de energia tão facilmente excitável, castidade se tornou seu método favorito de punição. Então quando ele entrou na cozinha de olhos baixos coçando a nuca raspada logo pela manhã enquanto você fazia café antes de sair, foi rápida em entender a situação, mandá-lo tirar a calça e ir pegar o objeto de metal frio.
Em plena quarta, Rensuke pensou que aquele metal rodeando o pau amolecido não seria muito incômodo – apenas pesado –, já que dificilmente se veriam pelo dia e provavelmente a única dor que você poderia fornecer a ele seria pela noite, se não estivesse cansada demais e fosse dormir rapidamente. Não que ele se orgulhe de ter quebrado um de seus vasos, mas definitivamente se aliviava em pensar que não seria difícil passar pela castidade; pobre Kunigami, seus planos eram outros.
Começou com uma foto. Por volta das oito, pouco antes dele se reunir com o time para um treino matinal, Rensuke recebeu duas mensagens suas e uma foto. Curioso com o significado do "olha o que eu achei no trabalho" e o "talvez você queira?", ele clicou rapidamente na notificação e de imediato a respiração engatou. Uma foto sua sentada no que aparentemente era a privada de um banheiro branco apertado, sem a parte de baixo da roupa, apenas com a calcinha colocada para o lado de modo que os lábios maiores de sua vagina estivessem levemente visíveis pelo ângulo "de baixo para cima", blusa levantada, sutiã abaixado, seios expostos e um olhar provocante, junto de lábios com batom exibindo um sorriso sedutor e em sua mão que não segurava o celular, um chaveiro de bola de futebol. Rensuke sentiu então uma fisgada no pênis conforme o olhar vagava bobamente pela tela do telefone, mas ele tentou se recompor e lhe responder o mais rápido possível. Após enviar um breve "eu gostaria disso", Kunigami guardou o celular e saiu de casa passando uma das mãos calejadas no rosto em frustração numa tentativa futil de impedir o coração de acelerar e o sangue de bombear – mais que o necessário, isto é.
Tentou esquecer da foto, mas enquanto caminhava pelas calçadas e sentia o corpo aquecer pelo exercício, também lembrava da foto e se deixava levar pela imaginação, logo, sentindo sempre uma pontada dolorosa no pau preso naquela jaula sutil entre as pernas, mas nada confortável.
"Não torne isso difícil para mim…" Ele resmungou enquanto caminhava, incerto de se seria capaz de treinar com o metal o atrapalhando e a dor não muito intensa marcando presença.
E o de fios laranja até conseguiu. Quando começou a conversar com os colegas e a se preparar para uma jogada amistosa, aquela imagem provocante começou a lentamente deixar de ser o foco na mente do rapaz, que encontrou alívio no jogo, pois o ardor e incômodo de correr roçando as coxas no metal jamais seria pior que a dor latejante de ter sangue bombeado diretamente para o pau e ainda assim ter algo o impedindo com tanta força de ficar duro. Não contava apenas com sua insistência, e honestamente, como seu noivo, devia estar mais atento e habituado a tais surpresas. Tirando o fato de que ele quase nunca é punido, você ligar somente para agregar a punição deveria ser esperado.
"Ei cara, acho que sua noiva tá te ligando!" Um dos garotos sentados no banco gritou durante um intervalo, fazendo o alaranjado virar o rosto com a garrafinha ainda em lábios. "Cê mesmo, Rensuke!" continuou, fazendo-o engolir com dificuldade o restante da água e andar a passos largos até o banco.
"Valeu." disse ao agarrar o celular e começar a se afastar um pouco. "Oi, amor?"
"Ei, bebê, como tá indo a punição?" Questionou com a voz ofegante, para o qual Rensuke apertou os dedos do pé e nervosamente começou a olhar para as gramas.
"Só incomoda um pouco quando corro."
"Hmm, bom. E gostou do meu mimo pela manhã?" Murmurou, gemendo baixinho ao final da frase.
O pau de Kunigami pulsou dentro da restrição e o fez engatar a respiração momentâneamente, o que você notou e sorriu do outro lado da linha.
"Isso… Eu agradeço, é claro, mas ficou muito difícil caminhar até o campo." Rensuke riu sem graça, levando a mão livre até a nuca para acalmar a vergonha como um gesto costumeiro.
"Perfeito, é esse o objetivo de uma punição, não é?"
"Acho que é." Ele engoliu em seco, já sentindo sede após tomar quase uma garrafinha inteira.
"E você acha que merece?" sua voz soou um pouco mais dura e autoritária, o que fez com que o rapaz apertasse as pernas e franzisse o cenho. Começou a doer.
"S-sim. Eu errei e mereço qualquer punição que você decida." foi rápido em dizer, somente para ouvir um gemido arrastado vindo de você e sons de arfares. Ele quis desligar o celular na hora, temendo estar vermelho demais para os companheiros confundirem com rubor de treino e incomodado demais para parecer natural, tal como também quis evitar esse constrangimento e excitação dolorosa que apenas com sons você o está fornecendo.
Rensuke facilmente pôde imaginar você na posição daquela foto, mas sem o chaveiro. Ao invés disso, enfiando os dedos na boceta lambuzada de esperma antes de esticar em direção a câmera como se desse para ele lamber e- "Ah, porra!" Kunigami grunhiu com a picada dolorosa na cabeça do pau, inclinando o corpo levemente para baixo com a dor que correu até o poço do estômago.
"Dificuldades, bebê?" riu sôfrega do outro lado, somente piorando a dolorosa sensação no pênis pelo qual Rensuke estava passando.
"Qu-quando que posso tirar, senhora?" Questionou-a com dificuldade, respirando fundo para se recompor e ser capaz de aguentar a excitação crescente fazendo o pau apertar entre os metais cirúrgicos, o estômago girar e a mente correr em desespero.
Não queria parar o treino, mas não queria muito menos desobedecê-la. E sente que tendo uma amostra de sua voz semelhante a quando está perto de gozar por um bom oral dele não conseguiria se livrar do pau duro tão facilmente.
"Quando eu decidir." disse com firmeza, mal parecendo que estava ofegante e gemendo agora a pouco. Mas se possível, seu tom de comando só faz aquele redemoinho na barriga do de fios laranja se intensificar e ele então choramingou em dor atrás da linha, orando para você finalizar a chamada o quanto antes ou para alguém gritar o nome dele para ter alguma desculpa. "Mas não se preocupe, meu amorzinho. Eu quero tanto sentir seu pau bem fundo em mim, ter minha boceta molhada e apertada preenchida com meu brinquedinho favorito, e deixá-lo gozando três ou mais vezes, até seu esperma escorrer e seu pau arder de tão cansado." Disse, certa de que os olhos alaranjados do rapaz estavam fechados. E de fato estavam.
Foi tão fodidamente excitante ouvir sua voz dizendo tais besteiras e imaginar esse cenário acontecendo, que o pênis doeu a ponto da respiração engatar e os olhos lacrimejarem.
"Amor, por favor, eu já pedi desculpa…" Ele tentou, desesperado para aquela dor passar e receber um alívio seu, ou poder ao menos bater uma.
Infelizmente para Rensuke, se divertia ouvindo a voz grossa, tão trêmula e vulnerável.
"E espero que com a castidade, aprenda a não fazer novamente." cantarolou, felizmente ouvindo o choramingo manhoso do noivo antes de continuar "Mas já deu meu horário, boa sorte e não me decepcione. Te amo~"
"E-eu também te amo." Rensuke disse rápido, mas não tirou o celular da orelha nem quando o barulho de chamada encerrada se iniciou.
Ele continuou de costas para o pessoal descansando no banco, provavelmente a espera dele, respirando fundo para ao menos afastar as lágrimas e reunir coragem para chegar e dizer que precisaria sair por um tempo. E esse tempo acabou durando o dia todo, pois não muito tempo após ele voltar para casa e tomar um banho frio, você enviou outra foto. Rensuke não abriu de imediato, já sabendo o que seria e não querendo sentir o pau doer outra vez. Mas somente em saber disso a mente começou a agir, e menos de meia hora depois com o estômago cheio de borboletas Kunigami estava se contorcendo na cama encarando uma foto sua naquele mesmo vaso, dessa vez o celular parecia estar posicionado em uma bolsa no chão enquanto você, sentada na tampa da privada, abria as nádegas nuas e deixava o ânus e boceta expostas para ele.
Tendo desistido de tentar ir contra você, ele ficou totalmente nu acima da cama – com apenas a gaiola apertando o pau dolorosamente duro, esperando sua chegada enquanto torcia para que assim que você pisasse em casa ele já pudesse remover o objeto metálico, ao menos.
Ele não pôde. Você chegou, e enquanto ele corria para a porta coçando a nuca nervosamente perguntando se foi bom o bastante, apenas sorriu e pediu para ele subir ainda em castidade. Adentrou o quarto com o ruivo nervoso minutos após, apenas nas roupas íntimas qual foi para o trabalho e com uma das cintas penianas e um dos dildos que tinham guardados num outro quartinho.
"Você quer inverter hoje?" Ele lambeu os lábios, apoiando o peso nos cotovelos para erguer a parte superior do corpo.
"Não, quero sentir um pau bem grosso dentro de mim." Sorriu, subindo na cama e se arrastando por entre as coxas torneadas do noivo.
"Não diz assim." Ele suspirou em uma mistura de dor e prazer, mas sempre observando seus movimentos com cautela, ansioso para a retirada da gaiola de castidade e o alívio certeiro que viria após. "Mas para que a cinta, então?"
"É com ela que você vai me penetrar, bebê. Seu castigo não acabou ainda." Piscou para o ruivo, já colocando as tiras de couro no estômago do rapaz. Rensuke arregalou levemente os olhos laranja e gemeu emburrado com sua fala, ardendo de desejo e querendo arrancar o apetrecho no pênis à força, tamanha a vontade dele de sumir com o desconforto que aturou o dia todo e em realizar as fantasias que teve durante todo o período.
"Por favor, não tem nada mesmo que eu possa fazer para isso sair? Amor, dói, eu compro um vaso novo." Kunigami choramingou, mas não foi contra sua vontade e levantou o quadril até que a cinta estivesse devidamente posta.
"Você não pode me comprar, Kunigami, punição é punição. Sem estímulo para esse seu pau hoje, e é bom se comportar muito bem amanhã se quiser algo." lambeu os lábios enquanto subia no maior e se apoiava no peitoral definido com uma mão, levando a outra até a calcinha e deslizando-a para o lado.
"Isso é tão injusto- dói." Ele resmungou, caindo de costas na cama e se acomodando em conformismo enquanto fazia uma cara manhosa. As bochechas vermelhas tornavam os cabelos alaranjados ainda mais bonitos, e a dor leviana refletida no olhar só fazia sua boceta desde cedo animada pulsar ainda mais em desejo.
"Pensei que tínhamos concordado que eu decido o que é" começou, lentamente descendo no pau de borracha preso à cinta peniana enquanto encara o rosto vermelho e dolorido de Kunigami que por sua vez está fixo na interação de sua vagina molhada lutando para acomodar a grossura do dildo não lubrificado. Foi fascinante, observando assim ele quase podia sentir sua boceta latejar ao redor do pau dolorido, e convenhamos, seria muito melhor ser pressionado e ter a pele puxada por sua boceta macia, quente e úmida do que pelo metal frio, duro e seco. "- ou não é justo." terminou sôfrega, jogando a cabeça para trás quando todo o comprimento do pênis falso adentrou seu interior, dando a si uma sensação fostosa de preenchimento.
Não era o mesmo que sentir a carne quente so homem abaixo de si, de ter Rensuke latejando em seu interior, mas ouvi-lo grunhir em dor e submissão e senti-lo se contorcer levemente numa tentativa futil de ignorar as fisgadas no paubastava para te saciar.
"É você." o alaranjado concordou, engolindo a saliva que se acumulou na boca em observação ao show enquanto move as mãos e coloca as palmas suadas e trêmulas em sua cintura, visando ajudar a penetra-la com a cinta.
O pau tenta se livrar da prisão desconfortável e tudo que encontra é dor, e ter você acima dele de maneira tão bela e sensual certamente não ajudaria a fazer a dor se esvair. O sangue corre e junto a ele, a pressão vem. É como ser esmagado, e não de maneira agradável; então quanto mais rápido você gozar, mais benéfico é para ele. Isso pode acabar e ele pode compensar tudo no dia seguinte, por isso Rensuke se limitou a engolir as lamúrias e se colocou a mover a cintura e abdômen com rapidez, enfiando esse maldito dildo que costumeiramente é usado nele próprio para ajudá-la a perseguir o orgasmo e se livrar da dor latente entre as pernas.










