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Listen to The End. (Feat. $HAMAN) [Prod. Timeless Era] by CLOSE! AT THE END OF IT.
Ashley Hunte’tuer
Caçadora
Nome Completo: Anthony Chamour
Me chamam de: Anthony, Tony
Idade: 30 anos
Ocupação: dono do Reccon Grill e caçador.
Arma de combate: Katar e Yantok
Personalidade: Procuro ser o mais sério possível, por ser o mais velho, mas mesmo assim continuo cedendo á brincadeiras, porém, mesmo com isso ele passa vários momentos do dia triste, e se fechando, costuma usar poucas palavras e tenta ser o melhor pai para os seus irmãos.
Curiosidades: -Sem que meus irmãos saibam, eu fujo sempre que posso pra poder ir visitar uma senhora cega, ela pode ser chamada de minha melhor amiga, mas meus irmãos não podem saber que eu fujo pra cuidar de uma senhora. -Meu quarto é repleto da coisa que pode se chamada de a segunda coisa que eu mais amo fazer na ida depois de caçar: pinturas; Aprendi a pintar com uma antiga professora minha, ela disse que eu tinha talento e desde aí eu não paro, meus irmãos dizem que eu sou vidrado demais nisso, mas é algo que eu posso fazer sempre que quiser.
História: Oi, meu nome é Anthony Chamour e minha história é um pouco complicada, então, espero que não se importe. Nasci em New York, mas logo aos doze anos eu me mudei com minha família pra Seattle. Eu gostava de lá, tinha clima agradável, tinha muitos amigos e minha família tinha uma boa condição econômica e tínhamos uma casa grande e confortável no centro de Seattle. Tinha dois irmãos mais novos, Harry e Emma, eles eram grandes amigos, apesar de sempre preferir Emma, ela era mais doce, e sempre me ouvia. Diferente de Harry, não sei por que, talvez fosse só por que eu era mais velho, mas ele sempre fazia eu me sentir mal, tudo que eu fazia ele achava defeito, eu ligava? Sim. Porém eu sempre revidava, e ele saia com um olho roxo, mas ele nunca ligava. Claro. Minha vida era perfeita: era capitão do time de basquete, pegava todas as alunas, e sem falar que todos os professores me amavam, e meu pensamento na época era: Afinal, quem não me ama? E diferente da maioria dos caras que sai da escola, engravida alguém, se separa, engorda, e faz faculdade de medicina pra compensar o quanto sua vida está ruim, eu, agora finalmente apaixonado, e pronto pra me casar com uma das garotas mais lindas do colegial. Mesmo com nossas famílias não gostando da idéia, não negaram, mas não iriam apoiar. Bem, isso falando da parte de meus pais. Os pais de Lindsay ficaram muito preocupados, e até chegaram a trancar ela em casa. Achei realmente que não iríamos poder nos casar, então resolvemos que devíamos fugir. Parecia coisa de filme, mas pra nó dois, duas crianças, era a única solução. Estávamos animados, arrumamos mochilas, compramos passagens pra Las Vegas, é, Lindsay queria muito ir pra lá, e por que negar? Era Las Vegas! Eu contei pra Emma, no início, ela não gostou nem um pouco, mas com um pouco de conversa eu convenci ela a me acobertar. Era uma noite quente, muito quente, o dia também tinha estado assim, mas a noite estava pior. A casa de Lindsay era a poucos quarteirões de minha casa, então não demorei muito pra chegar lá. E quando cheguei vi que a luz da janela de seu quarto estava ligado. Deixei meu carro a três casas passando a dela e logo voltei analisando mais a luz no local. Subi o telhado de sua casa e entrei lá. E pela primeira vez, vi que minha vida não poderia ser tão perfeita. Ela estava com outro homem, e pra mim, aquilo foi uma facada pelas costas. Com toda certeza, essa foi a pior fase da minha vida. Meus pais me ajudaram muito, mas chegou num ponto que eu cansei da pena deles. Sentei a mesa em um dia e disse que nós precisaríamos viajar. E que levaria Harry e Emma comigo. Eles não brigaram comigo e aceitaram, afinal eu não tinha emprego e eles estavam em recesso escolar. Pessoa vivem dizendo, que viajar renova a alma, mas pra mim, renovou minha vida, e não de um modo bom. Nós viajamos pelo Caribe, passamos também pelo México, Irlanda e Canadá. Eles amaram, o que me deixou muito feliz. Porém, em uma certa noite em nossa última semana no Canadá eu recebi uma ligação. Assim que ouvi o som do meu celular eu vi o nome de meu pai no visor. Obviamente atendi na hora, mas não ouvi nada. Nada além de uma respiração e logo um baque surdo e logo berros, duas pessoas berrando, e logo meu corpo todo reagiu e ouvi meu nome sendo gritado a todos pulmões e mais nada. Saí correndo pegando tudo que era meu e de meus irmãos pondo numa mala. Eu precisava achar meus pais. Só não sabia como. Acordei eles e fui direto pro aeroporto, já eram nove da manhã, então pude comprar as passagens. Não consegui parar quieto a viajem toda e acho que a essa altura de minha história você deve saber de algo importante: Minha família eram caçadores. Ele não eram muito fissurados nisso, e até pararam um pouco quando eu nasci, mas eu sabia que eles iam fazer algo enquanto estivéssemos fora. Eu também era assim como meus irmãos, é claramente o que mais lidava bem com isso era eu, eu aceitava e vivia normalmente, se é que é possível sendo um caçador, meu irmão, Harry negava pra si mesmo, e parecia um doido quando se tocava no assunto, ele não era o tipo que ficava feliz em ser um de nós, apesar de já ter matado um grande número de seres, já minha irmã, bem ela era ótima para meus pais, mas era uma manda chuva, todos os planos tinham que ser como ela quer, eu realmente acho que ela se via em um filme de Hollywood. Assim que chegamos em nossa casa eu entrei primeiro com meu irmão e mesmo contrariada minha irmã ficou do lado de fora. Nada. Andamos por todo lugar e nada. Quebramos a porta que dava pro pátio pois ela estava soldada por algum motivo. Saímos e vimos as cabeças de nossos pais boiando na piscina. Meu irmão começou a berrar na hora, mas eu estava curioso com outra coisa: do outro lado do pátio tinha uma trilha de sangue e eu a segui. “Reccon Island”, as partes do corpo de meus pais formavam isso. A essa altura Emma já tinha entrado na casa e agora estava chorando e me jogou um papel. Começou a gritar aonde essas coordenadas levavam e eu já imaginava aonde. Hoje em dia, se passou alguns anos, até hoje não achei exatamente quem fez aquilo com meus pais, e se achei, não sabia. Vivo com meus irmãos em Reccon Island agora, mais exatamente em um prédio de dois andares, nossa casa fica no andar de cima e em baixo um bar que comando. E bem, não é um lugar que você deve trazer seus filhos a noite. Minha convivência com Harry melhorou e com Emma ficou melhor que já era. E para todos os ângulos, somos uma família normal.
Face Claim: Ben Barnes
Nome Completo: Emma Chamour
Me chamam de: Emma, little girl
Idade:17 anos
Arma de combate: Nunchaku e Ashiko.
Ocupação:Eu estudo e trabalho nos fundos de uma das farmácias daqui, onde eu trabalho, lá é bem pouco movimentado, então eu consigo treinar tranquilamente.
Personalidade: Meu irmão, Anthony, diz que eu sou a irmã mais animada, e que se não fosse por mim, ele e o Harry já teriam se matado. Apesar de meu irmão achar isso, sem ser com eles eu procuro ser séria, e mostrar ser mais adulta que os outros. Muitos dizem que eu sou muito brava com as coisas, e que levo caçar muito ao extremo, só que pra mim, se não levar ao extremo, você corre grande perigo.
Curiosidades: -Eu já fui atropelada três vezes, e todas as vezes foi por alguma pessoa bêbada, e isso me deixou com um medo enorme de bêbadas, se alguém vier com um cheiro de bebida perto de mim eu sou capaz de sair correndo do local. -Tenho problemas com meu corpo, e algumas pessoas dizem que eu sou meio louca com isso, pois eu estou sempre procurando ir a academia e me alimentar perfeitamente, fazer dietas malucas e passar mal quando como algumas grama de comida a mais.
História: Eu tinha tudo pra ser a filha perfeita, mas eu nasci cega. Quando eu era pequena meus pais tentavam fazer eu me sentir o melhor, mas não tinha como, eu não via nada, nem um pouquinho, eu me machucava todos os dias com tudo. E sempre achei que nunca iria me acostumar. Eu corria mais rápido que os outros, e me machucava, tinha ouvido melhor que os outros e conseguia me machucar por causa disso. Isso me matava de dentro pra fora, eu era pra ser a garota mais popular do colégio que é líder de torcida e namorado o quarterback, mas não. Eu odiava tanto isso, por que apesar disso, as pessoas não me respeitavam, aliás, apesar disso não, inclusive por isso. A maioria das pessoas”brincavam”, colavam coisas nas minhas costas e ficavam fazendo careta pra mim, na minha opinião elas tinham medo, por que apesar disso, eu continuava mais forte que elas. Quando completei quinze anos, eu já tinha um pouco da noção do mundo eu resolvi que mesmo meus pais sendo caçadores, eu iia fazer algo arriscada: me misturar com bruxas. Sempre soube do que elas eram capazes, e imaginei que elas sabiam como curar minha cegueira. E elas sabiam. Cobraram algumas coisas de mim, e eu fiz, matar uma pessoa, entre outras coisas. Mas faria tudo pra poder ver. Mas como meu instinto manda, assim que eu já pude ver, eu as matei. Aquelas bruxas nunca mais existiriam. E era incrível, era incrível ver! Era incrível saber onde tocar, onde uma pessoa estava apontando. Meus pais obviamente ficaram loucos com isso, eu não podia contar o que havia acontecido, mas também não sabia o que falar. Foi aí que meu irmão, Anthony nos chamou pra viajar. No início eu achei que seria ótimo, esfriar a cabeça um pouco, e poder contar com os meus irmãos, eles sim me entendiam, e me culparam um pouco, mas não muito por que eu matei as bruxas depois do ato. O que não esperávamos era encontrar nossos pais mortos. Foi a pior coisa que eu já vi na minha vida. Suas cabeças boiando na piscina. Eu não gosto nem de pensar nesse fato. Eu me lembro que eu comecei a berrar e acabei desmaiando na piscina perto deles. Meus irmãos acharam que eu tinha morrido, por que eu tinha parada de respirar por um tempo. Mas eles conseguiram recuperar minha pulsação. Depois disso nós nos mudamos pra Reccon Island meu irmão comprou um bar e ele fez sucesso. Ele estabilizou nossa vida e se não fosse por ele não sei o que seria de minha vida. Eu entrei no colégio novamente e estava prestes a recuperar meu tempo perdido. Tudo que eu sonhei quando criança se tornou realidade quando virei líder das Cheerios, comecei a namorar o quarterback, tudo como eu sempre quis. Minha vida era praticamente perfeita. Sem falar no fato de que agora eu sou a melhor caçadora que muitas já conheceram. Eu mudei muito, não só virando popular como sempre quis, mas eu mudei em relação aos garotos, ou você realmente acha que eu namorava por que eu gostava? Eu só queria crescer, ele era um babaca. Eu acho perda total de tempo se apaixonar e levar em frente um relacionamento. Por isso sempre não entendi minha mão quando o assunto era ela ter deixado a vida de caçadora pra poder viver com o papai. Era algo totalmente estranho e sem sentido pra mim. Amor não faz sentido na minha visão.
Face Claim: Willa Holland
-char fechada.