Videodança que aborda simbologias associadas à construção da imagem da mulher, instituída como bruxa má durante a Idade Média, e suas reverberações até os dias atuais. Criado a partir de filmagens de ensaios do trabalho de dança homônimo durante o período de residência artística do Coletivo Instantâneo no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro em 2019.
O trabalho participou do ciclo de encontros Videodança em Debate - realizado pelo Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro em parceria com Plataforma Face a Face (maio/2020), da IMARP Mostra Internacional de Dança - Imagens em Movimento - Vídeo dança (dezembro/2020), da mostra online de videodança Corpos em Perspectiva (janeiro/2021), da VII Bienal Internacional de Dança do Ceará - de Par em Par (março/2021) e da Bienal de Mykonos na sessão Video Graffiti (outubro/2021).
Ganhou o prêmio de melhor filme sobre mulheres no Hodu International Film Festival (janeiro/2022). Selecionado no Latest Visions: International Women's Day Film Festival (março/2022), Festival Renuac (abril/2022), D’Olhar Festival de Dança e Vídeo (maio/2022), no MovieRio 2022 no CCBB RJ (agosto/2022). Semi - finalista no International Screendance Festival of Chile FIVC (outubro/2022).
Voadoras Concepção, atuação e edição . Gabriela Jung
Trilha sonora . Kevin MacLeod
Realização . Coletivo Instantâneo
Ano de realização . 2020
















