Depois de quase um ano de aparente quietude tanto por parte da Irmandade quanto do Ministério da Magia, temos uma manifestação mais que visível desse conflito. O Hospital St. Mungus, conhecido por sua monotonia nos últimos tempos, foi palco de mais um ato violento da Irmandade. A agora já identificada comensal Scarlett M. Weizsäcker adentrou a instituição como uma paciente, e quando já estava sendo atendida, rendeu a enfermaria e fez uma garotinha de refém. Sua exigência era que fosse apresentada a si a diretora do hospital, Claire Swan Bringstrow. Seu desejo foi realizado, mas antes uma paciente tentou fugir e foi morta, a ex-docente de Hogwarts Bella Connington Fourrié.
Algo que com certeza não fazia parte dos planos da comensal era que o próprio ministro da magia britânico estava internado ali, acompanhado de um auror, Daryun B. Lancaster e ambos tentaram falhamente contê-la. Juntos e com a ajuda de uma dos funcionários do local, Sophia B. Lancaster, arquitetaram um plano onde explodiram um bujão de gás dentro de uma das enfermarias, assim, causando mais estragos do que realmente ajudando. Quando o auror alcançou a sala onde o ataque era realizado, Scarlett já havia partido, provavelmente alertada pelo barulho da explosão e deixando para trás a garotinha a ponto de se suicidar por meio da maldição Imperius, ato impedido por Daryun.
Outra ministerial que também encontrava-se por lá era Hanna Campbell Fourrié, que fora visitar sua parenta Bella. A juíza feriu-se com estilhaços causados pela explosão e acionou o novo comandante auror, seu ex-marido, Robb Oakheart. Claire também sofreu um ataque físico pouco antes de a comensal deixar o local, mas foi socorrida imediatamente e passa bem.
Existem dois pontos que chamam extrema atenção no caso. O primeiro é o despreparo daqueles que deveriam nos proteger. Com a instituição repleta de grandes nomes do mundo bruxo, mesmo que acidentalmente, seria de se esperar um pouco mais de ação — menos destrutiva. O segundo, claro, é a audácia apresentada por Scarlett ao adentrar um hospital, com o rosto a mostra e atentar contra pessoas inocentes — até a uma criança. Ela não fez nenhuma questão de esconder-se, a seu ver, provavelmente, não há riscos no mundo bruxo para um comensal com o rosto num cartaz de procurados.