Comentando :):
Inserte aquí abajo la canción más triste de la vida porque es sábado y estoy en modo depre :(
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia
seen from China

seen from United States
seen from Germany
seen from Netherlands
seen from United States
seen from Netherlands
seen from United States
seen from Australia

seen from United Kingdom

seen from United States
Comentando :):
Inserte aquí abajo la canción más triste de la vida porque es sábado y estoy en modo depre :(
Enfim chegou as telas o primeiro filme solo de uma super-heroína nesse já consolidado gênero de heróis no cinema. E a icônica Mulher-Maravilha era perfeita.
Confira o que a gente achou de Mulher-Maravilha!
.
Comentando
Inserte aquí su consejo de optimismo, por favor👇
Comentando :)
Inserte aquí su poeta favorito
—digo, para ampliar conocimientos poéticos —
Comentando :)
Inserte aquí una duda existencial...
#1 comentando: sobre o direito à crítica resposta a um texto do substack
Já que ninguém lê mesmo, decidi me arriscar a emitir opiniões por aqui. É um raciocínio um tanto complexo, mas aproveito a oportunidade para treinar um pouco de argumentação não completamente acadêmica.
Tenho pensado cada vez mais que Itamar e Carla Madeira são exemplos de um comportamento crescente no meio criativo que me incomoda profundamente, e que cresce cada vez mais conforme se discute "representatividade" nos meios criativos.
Importante notar que coloco tudo dentro de "criativo", não numa tentativa de equalizar todos os meios, mas porque meu campo de conhecimento é das artes visuais. Mesmo tendo um total de zero qualificação neste mundo e esteja aqui meramente como quem fala uma besteira qualquer na mesa de café, os paralelos com o mundo literário são um pouco... inevitáveis.
Ao eximir seus trabalhos de qualquer crítica que não aquelas de um crítico-espelho - ou seja, qualquer pessoa que se assemelhe a ele mesmo-, Itamar não só não questiona as estruturas das quais sempre fala, como perpetua sua reprodução. Entendo que sua posição parte de um posicionamento radical: se por muito tempo qualquer obra e qualquer crítica que não aquela do cânone não foram aceitas, negá-las em absoluto pode parecer um caminho muito tentador. Entretanto, é um tipo de comportamento que permanece sempre numa corda-bamba, prestes a cair em seu mundo-espelho igualmente perigoso: estamos sempre a um passo muito pequeno de eliminar dos autores e autoras pertencentes a grupos minoritários seu direito de ser ruim, que deveria ser um direito inalienável.
A explicação é muito mais simples do que parece. Entre negar em absoluto a crítica como posição radical política e tratar as obras de artistas minoritários como "café com leite", a linha é extremamente tênue. Esse conceito, tão caro a qualquer pessoa que viveu a infância no Brasil, é mais visceral que qualquer outra coisa: pelo menos para mim, participar como "café com leite" sempre foi um misto de emoções. Como era bom participar, mas como era horrível saber que eu não era uma participante "de verdade". Eu estava lá, mas meu desempenho pouco importava.
Quando aproxima a crítica de Ligia Diniz a um mero produto do "pacto da branquitude", Itamar deixa perceber esse mesmo comportamento: seu livro é bom, porque existe. Porque Itamar conquistou a duras penas seu direito de escrevê-lo.
O discurso de Itamar é perigoso, porque, ao tratar as críticas que recebe como uma enorme massa homogênea, desqualifica seu próprio trabalho. É óbvio que negar a realidade do cânone também não adianta nada e neste ponto Itamar tem uma percepção que todos nós deveríamos ter. Entretanto, a partir do momento que desqualifica quaisquer comentários que não partem do mesmo ponto de partida que os seus, o livro como produto - conteúdo, obra, objetivo, aquilo que foi produzido e que está sendo avaliado - se torna inútil. Pode-se discordar o quanto quiser de seu ponto de vista, mas é inegável que, quando escreve, Ligia presta a devida atenção aos livros de Itamar. Presta tanta atenção, que é capaz de avaliá-los criticamente. Quando desqualifica a crítica da autora, a questão deixa de ser sobre a obra, e passa a ser sobre a Pessoa Itamar.
Se me arrisco quando falo sobre Itamar, me arrisco um pouco menos quando falo sobre Carla Madeira, que parte do mesmo pressuposto. Para ela, quem critica sua história "não entendeu" a liberdade feminina da personagem, ou pior, a própria liberdade de Carla ao escrevê-la. Pois digo: que bom que Carla possui a liberdade de escrever o que escreve, mas seu livro é ruim. É este o exato pulo do gato: se desconsidero o que Carla escreveu e o observo meramente como um "livro feminista" - partindo de uma lógica simplória de que, porque progredimos como sociedade devido ao feminismo ao ponto de que este livro possa existir, ele é então necessariamente feminista, o que é uma grande balela - porque sua autora é uma mulher exercendo sua liberdade, ter lido ou não seu livro não faria diferença alguma.
Se durante muito tempo foi negado às minorias sequer produzir esse tipo de coisa - quadros, livros, conhecimento, o que quer que seja -, negar seu direito à critica é perpetuar um sistema que insiste em não reconhecer sua complexidade. Nessa lógica, uma vez que conquistamos nosso direito de produzir, somos todos bons. Mas se somos todos bons, pouco importa se o que produzo é diferente do que minha colega produz.
Um contra-ponto, entretanto, é verdadeiro: é necessário constantemente questionar quem define o que é bom ou não, e neste ponto concordo e até admiro a negação radical de Itamar. Negar a crítica pode, sim, ser um ato político, mas só quando não fere o direito do próprio autor de ser visto por olhos que não os de si mesmo.
Nós, pessoas que pertencemos a qualquer tipo de minoria, precisamos lutar pelo nosso direito de ser ruins no que fazemos. É uma afirmação um tanto radical, mas insisto. Não quero ser reconhecida porque sou mulher e escrevo, quero ser reconhecida porque escrevo e o que escrevo faz sentido. Se escrevo mal, prefiro ficar sabendo, para que possa melhorar - ou no mínimo para que entenda o que se entende como bom, para que eu possa então questionar.
Se escrevo desse jeito, é porque também já vivi na pele. Quando apresentei meu trabalho final de graduação à faculdade de arquitetura e urbanismo, recebi cerca de 40 minutos de comentários de uma professora membro da banca, entre eles diversas críticas e questionamentos. De início, fiquei um pouco apreensiva, mas logo em seguida meu orientador descreveu a situação de uma maneira que jamais esquecerei: Ana (o nome da professora em questão) prestou tanta atenção ao seu trabalho, que foi capaz de tirar dele críticas reais, fundadas em uma pesquisa sólida, mas que, devido às circunstâncias, tinha seus limites. E que bom é saber disso! Significa que, se minha pesquisa tem limites, ela existe e ela foi lida com a integridade que merece.
Com isso tudo em perspectiva, acredito que o papel da crítica permanece mais válido como nunca: mais crítico do outro e, acima de tudo, mais crítico de si mesmo, porque, se progredimos como sociedade em alguma coisa e se hoje tenho o direito a ser ruim porque estou produzindo, é porque em algum momento terei o direito de ser excelente.
quando você fica obcecado por um ator/atriz e simplesmente decide consumir toda a filmografia dele o que faz você vasculhar os confins da internet atrás de filmes idenpedentes e outras vezes assistir os filmes mais terríveis que você nem poderia imaginar