Domingo, 9 de fevereiro de 1964: A dupla vai se deitar em seu novo quarto, não sem antes converar com Válter sobre o acompanhamento de seu filho. Ele menciona quer o menino tem falado como se fosse um adulto mais velho. O padre García desenha o símbolo que estava no primeiro quarto da dupla sem seu diário. Antônio acorda algum tempo antes do padre e vai tomar um banho, mas durante ele, percebe que mesmo desligando o chuveiro, o vapor d'água não se dissipa, apenas se adensa. Andando ao longo dele ele de repente se vê na parte de fora da Casa Grande, ainda nú, mas a fazenda parece estar ainda em seus dias como engenho de café. Um senhor negro, aparentemente escravizado, e parecido com seu pai, lhe chama de filho, e lhe dá roupas para vestir. Ele então leva Antônio para fazer "um trabalho" na parte de trás da fazenda. Lá, Antônio vê que ao invés da floresta, há um grande lago pantanoso com um cheiro quase insuportável de podridão. O senhor diz que eles devem matar um crocodilo e pega uma peixeira, dando outra para Antônio. Antônio deixa o idoso ir na frente, e vê uma forma titânica abaixo da água. eventualmente, sangue começa a aparecer na superfície da água e toma todo o lago, formando uma imensa onda da qual Antônio consegue escapar, não sem antes sujar suas costas de sangue. Ele então vê um senhor branco com roupas do fim do século XIX e uma grande barba bipartida, além de um roso muito pálido. Ao falar com ele, o homem primeiro sorri com dentes muito sujos e quando fala, ameaçando Antônio, mostrando que seu hálito cheira como o lago. Antônio então usa sua guia junto com o facão, tranformando ambos em uma espada decorada. Do rio, sai um monstro que parece um imenso crocodilo, misturado a cobra com várias características de inseto. Antônio ataca a criatura com sua espada e consegue cortar abaixo do seu olho direito, afastando-a, e sujando-o com seu sangue esbranquiçado. Antônio percebe os olhos de vórtex do homem e vai socá-lo, mas acaba percebendo que ainda estava no chuveiro, arrebentando sua mão no vidro. Conta o episódio para o padre e a supla pvai almoçar, mas o padre vê o mesmo homem na escada, novamento os ameaçando e dizendo que "cospe no Deus" do padre. Sua saliva queima um d egrau da escada, que se quebra diante d eAntônio, que sente o cheiro do hálito do homem, embroa não o veja. O homem desaparece. É meio dia.










