i live for that Chair Jacqueline Scene™ we have been blessed with so much jacqueline quality scenes 😭 the gifs are coming my babies, i will make it rain ☔️

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— you are an overachiever; do what it takes till it takes everything you are.
Who can tell? Your livin is an organized hell. The mansion of your mind just an oversized cell. The p r e s s u r e, everything’s done to a measure. In the sea of competition, sunk like a treasure. Like a feather fallin slow, spiraling to the floor. Strung up like a broken violin to your course, opportunity is knocking at your door, but you never left a welcome mat (it doesn't matter anymore). Or anyhow... But you're too late to turn back. Fate pushing you into the wall like a thumbtack. Ain’t no comebacks in this game of life, roll the dice again, roll it once, never twice.
Choi Mingyu cresceu como um adulto aparentemente amargurado e solitário. É fácil vê-lo enterrado em suas atividades da faculdade e obrigações no hospital, cansado, estressado, mau humorado... Com um copo de chá preto e um cigarro equilibrados na mão esquerda a cada quinze minutos de pausa, para tentar aguentar o dia. De fora, pode parecer que está sobrecarregado, que merece descanso, mas ele não quer. Mingyu é plenamente consciente de seus limites e ultrapassá-los é uma questão de sobrevivência. Depois da morte dos pais, a tristeza, a angústia, o medo, todos os sentimentos negativos afloraram de maneira arrebatadora. A depressão o manteve preso sob uma cortina densa de sentimentos e sensações dolorosas, tudo tóxico demais para o seu “eu de sempre” aguentar. E, de fato, não aguentou.
Mingyu não fora criado para perder. Ele não sabia ficar sozinho, não sabia enfrentar o mundo sem a mão do pai em suas costas, empurrando-o em todas as direções certas. Por mais frágil que isso pudesse torná-lo perante o olhar de quem que fosse, era a verdade. Mingyu era filho único, todas as atenções dos pais foram para ele. Sua vida fora fácil, regada a mimos e obrigações que ele sabia que podia lidar porque acreditavam nele, então ele também podia acreditar. Criado para ser um troféu na estante dos pais e sequer se importava com isso. De fato, o sentimento de que era o mínimo que podia fazer em troca de sua boa vida sempre o acompanhara.
E foi justamente tanto amparo e cuidado que o permitia viver sem grandes preocupações. Viver costumava ser fácil, mesmo com todos os problemas da transição da infância para a adolescência e por diante. Ele ia para a rua brincar com os amigos, com os primos. Passeava com a família, conheceu diversos lugares legais, ia bem na escola. E tinha um riso fácil. Mingyu costumava brincar bastante, rir bastante, se divertia com pouca coisa desde que estivesse na companhia dos amigos. Ele tinha ótimos amigos, dos quais sempre estava acompanhado. Minhyun, Wonshik, Jisung. Mingyu precisava deles. Os dias nunca eram tão bons, as risadas nunca eram tão gostosas se eles não estivesse lá. Eventualmente, suas paixonites e o primeiro amor; Yoobi.
Em quê Mingyu era diferente das outras crianças? Apesar do cabelo avermelhado que carregou pelos anos de colegial. Jogava bola no intervalo, reclamava da aula de história, sonhava com os anos de faculdade, matava aula quando podia para ir em lan houses jogar no computador. No quê ele se destacava? Além de passar cola para quase toda a sala... Nada. Mingyu era apenas um garoto comum, sem saber seu propósito na vida, mas tudo bem, porque ainda era novo demais e não precisava se preocupar.
Aliás, seu pai já tinha decidido por ele. Tinha que ser médico, como o avô.
E então, não mais que de repente, a vida começou a desmoronar. Perdas e mais perdas. Algumas grandes, outras também. Dentre amigos que se foram e a morte dos pais, não tinha algo que doesse menos. Tudo contribuía para o buraco negro aberto em seu peito, que sugava todas as estrelas ao redor. Para a quebra da redoma de vidro que envolvia sua vida. Tudo o que sempre conhecera não existia mais. Em um passe de péssima mágica e ele já não sabia mais quem era. A essência pura de sua existência tinha se perdido para sempre, asfixiada por tragédias, afogada em lágrimas extremamente salgadas. E de todas as vezes que tinha desejado morrer, levantar pela manhã e ocupar-se até chegar ao limite, para tomar consciência do corpo vivente, do coração que batia dentro do peito, de todas as funções que ele sabia quase de cor que o mantinham vivo... Aguentar cada dia era um ato de pura rebeldia. Estar vivo havia se tornado um ato de rebeldia contra sua própria cabeça. O quão trágico é isso?
O quão doloroso é olhar para fotos de poucos anos atrás e não reconhecer quem estava ali. Alguém havia dito que era ele, mas... Aquelas bochechas cheias não eram suas, o sorriso de dentes pequenos não o pertencia mais, o corpo forte de um garoto que praticava esportes também não... Os flancos ladeados de pessoas sorrindo, de amigos, também não. Parecia que todos tinham ido embora. Não... Eles tinham seguido a vida, com outras pessoas, com outras coisas. E Mingyu estava ali, na mesma casa, enterrado na mesma tragédia, estagnado. Não reconhecia a pessoa nas fotos, mas aquela no espelho também não. O que havia se tornado? Ele estava ali, perdido no limbo da própria existência, na maior parte do tempo sem saber o que fazer consigo mesmo. Não esperava salvação, nem de fora, nem de dentro. E era por isso que o cigarro seguia entre os dedos e sempre tinha álcool na geladeira. Não se importava com as péssimas noites de sono. Isso quando dormia. Por vezes enfiava-se em lugares cheios de pessoas vazias, em busca de prazeres efêmeros e satisfazia-se por ora. O trabalho era tudo o que parecia ter, onde estava sua atenção e seu foco, era tudo o que pretendia fazer com o que lhe restava de vida, por que... Todas as felicitações de aniversário... “Muitos anos de vida.” Que martírio.
— my own theory on how a soul dies. | 1/3
Desde que havia descoberto a gravidez de Hyuna, Daeyeon estava verdadeiramente ensaiando para conversar com os pais. Em sua mente, diversos diálogos haviam sido criados. Murmurados diversas vezes, no banho, no caminho para a escola, em qualquer lugar que pudesse ficar sozinho. Buscava as palavras certas em vocabulário curto e o tom certo em sua voz agora continuamente trêmula. E aquele sentimento era destruidor. Ter medo dos próprios pais não era nada, nada legal. Ele queria poder falar abertamente sobre o que estava acontecendo, o que estava sentindo com tudo aquilo, mas sabia que não podia esperar um mínimo de abertura para tal. Ele sabia que a única coisa que poderia fazer depois de falar o que estava acontecendo, era esperar pelo sermão acerca de sua irresponsabilidade - da qual ele estava altamente ciente, sem precisar de mais nenhum pequeno apontamento que fosse - e seu pai perdendo o juízo. Não, ele não era um homem violento, ele não era intimidador, ele não era do tipo que assustaria qualquer pessoa. Entretanto, Daeyeon conhecia aquele pequeno monstro que habitava o interior do pai bem melhor que os irmãos. E sabia que era merecido. Sabia que provocava aquele tipo de reação quando se recusava a seguir as regras, quando dava muito mais importância para a própria liberdade do que qualquer convenção da biblía sobre respeitar os pais. Ele tinha frequentado igrejas, havia feito a Catequese, feito tudo como mandava o figurino, portanto, estava ciente de seus pecados. Acreditava que pagaria por eles ainda naquela vida ou depois que passasse pela roda da reencarnação. Imaginava que qualquer pessoa em seu lugar pudesse estar pensando na gravidez de Hyuna como um castigo por todos aqueles anos. Inclusive, podia escutar claramente a voz de sua avó paterna dizendo que era punição, que ele passaria com o filho que estava para nascer tudo o que Seunghyun tinha passado com ele. E estava tudo bem que fosse daquela forma, porque ainda que não tivesse um mínimo de experiência cuidando de crianças - visto que era quase tão novo quanto a irmã caçula e não podia dizer que teve qualquer participação significativa na criação de Daeryong -, sabia que não tentaria prender seu filho, independente de qual fosse a natureza dele. Provavelmente, aquela era a única certeza que tinha quanto a criação do filho que estava a caminho.
Era hora do jantar. Seu pai gostava da família toda reunida para pelo menos aquela refeição, já que os horários de todos impediam que fosse assim três vezes por dia. Aquilo, Daeyeon gostava. Não era uma obrigação, era um desejo de seu pai que era compartilhado por toda a família, aparentemente. Era bom sentar para conversar, escutar sobre o dia uns dos outros. Família era muito importante e sempre seria… Bem, família. E como tal, ele estava cuidando da sua como podia enquanto os outros se serviam; trocava mensagens com Hyuna sobre como ela havia passado o dia, se queria algo e se prontificando para o que ela pudesse precisar ou querer, como sempre.
— Guarda esse celular, Kim Daeyeon. — A voz do pai o pegou de surpresa, quase fazendo o aparelho escapar dos dedos longos para o chão. Assentiu e guardou-o no bolso do casaco. E por mais que gostasse daquele momento em família, muitos dias haviam se passado desde a última vez que conseguira se entrosar na conversa. Fingia escutar, mas os olhos divagavam vagarosamente por entre as pessoas à mesa, repetindo mentalmente o discurso pronto, ainda que longe de ser perfeito, pensando na reação de cada membro da família. E queria chorar por ter certeza que tinha desapontado todos eles. E a cereja do bolo é que ninguém ficaria surpreso com isso.
Daeyeon era muito bom em ignorar o que os outros falavam. Sim, ele tinha aquele superpoder de conseguir deixar de lado qualquer coisa que não considerasse digna de atenção. Entretanto, só quando vinha de terceiros. De si mesmo ele não podia escapar. Não conseguia ignorar aquela voz em sua mente que seguia afirmando que ninguém nunca esperava nada bom dele, que ninguém estaria chocado com mais uma de suas idiotices, mesmo que fosse a maior delas. Ele queria ser como Mimo. Queria ter a mente focada, a força de vontade para perseguir seu sonho. Ele já tinha toda a vida planejada. Cada passo que dava era com segurança, não havia uma fibra nele que hesitava. Era assim que Daeyeon o via. E o admirava por isso. Não era inveja, só vontade de ser pelo menos mais parecido com o melhor amigo naquele aspecto. Daeyeon sequer tinha um sonho. Era assim que se sentia, simplesmente largado na vida, sem nenhum propósito, só seguindo seus dias, buscando em cada um deles pelo menos uma coisa da qual pudesse se orgulhar de estar vivo. Como se tentasse dar razão aos dias que compunham a vida vazia.
O suspiro pesado chamou a atenção da mãe que notou que ele mal tocara na comida. Alegou estar sem fome e viu quando o pai trocou olhares com a esposa. Ele sabia diferir com precisão as reações do pai e por isso sabia que ele estava com medo que Daeyeon estivesse beirando uma crise, aquilo sempre parecia pairar sobre a cabeça deles, ao que percebia. Talvez fosse por essa razão que recebeu autorização para deixar a mesa e ir para o quarto. Aproveitou a distância de um cômodo para o outro para derramar as lágrimas que ele sequer percebera que estivera segurando. Como sempre, com o rosto enfiado em algum pano grosso o suficiente para abafar qualquer ruído. A escolha da noite havia sido o cobertor de sua cama. E estivera tão absorto no próprio choro, no medo e na dor, que sequer percebeu quando a porta abriu. — Daeyeon? Filho? Você está passando mal? — Era sua mãe, assustada ao que forçava Daeyeon a desenterrar o rosto. Ele tentou escondê-lo, manter a cabeça baixa e definitivamente não olhar para a mãe, mas ela acabou segurando o rosto do filho entre as mãos geladas. — Que foi? Tem alguma coisa doendo? Daeyeon, fala comigo. — Ele pensou em dizer que não, mas não conseguia. Não conseguia fazer nada além de chorar, na verdade. Entretanto, obrigou-se a buscar palavras para tranquilizar a mãe, assegurá-la que estava bem, fisicamente falando, pelo menos. — Por que está chorando, então?
As palavras estavam lá, prontas para serem ditas, prontas para darem a notícia que era motivo de felicidade em qualquer outro contexto fora da realidade de Daeyeon. Porém, não havia um pingo de coragem para fazê-las sair. Respirou fundo algumas vezes tentando controlar o choro enquanto pensava que seria mesmo melhor começar por sua mãe. Ela podia gritar e o resto da casa saberia a novidade, evitando que ele tivesse que repetir tudo de novo, na melhor das hipóteses. A boca abriu e fechou diversas vezes, mas nada saía. Sua mãe seguia esperando, os olhos vagando por seu rosto em evidente ansiedade que também só o deixava mais ansioso. — Omma. — Chamou tão baixo que qualquer pessoa um metro mais longe não teria escutado. — Você me ama? Mesmo com todas as coisas que eu faço? — Os olhos finalmente buscaram sustentar o olhar da mulher depois que as lágrimas penduradas nos cílios foram limpas nas costas das mãos. — Mas, de verdade, sabe? Não é me amar porque é minha mãe. — Ele não tinha o mínimo de certeza se aquelas perguntas faziam sendo e, era provável que, sua mãe também não. Ela simplesmente o puxou para um abraço e passou a acariciar seus cabelos. Ele estava começando a desistir de uma resposta positiva quando as palavras sussurradas na voz mais doce do mundo entraram em seu ouvido: "Eu te amo. Muito, muito, muito. E vai ser sempre assim, independente do que faça ou deixe de fazer. Eu sou sua mãe e eu sempre vou estar ao seu lado. Seja para te apoiar ou para te dar uma bronca. Eu sempre vou estar com você, pode confiar na sua mãe." E ele acreditou em cada uma daquelas palavras. Sentiu cada uma delas se ficando em seu coração naquela mesma ordem, confiando naquela promessa. Uma nova leva de lágrimas transbordou das linhas d'água sem nenhum controle. Parcialmente, era culpa por não ter dito o que precisava, mas agora ele não tinha mais coragem ou sequer vontade de falar. — Daeyeon, o que foi que aconteceu?
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unsent to Ryder *five red heart emojis* from Dallas
[ Tuesday, 1:33 PM ]: literally at work right now and new guy walks in and gives me a wink[ Tuesday, 3:15 PM ]: okay, so scenario. what if i set up new guy and your ex girl[ Tuesday, 3:30 PM ]: babe, how about we come into my office on a Saturday and you and i just start fucking on my boss’s desk?[ Tuesday, 4:45 PM ]: babe, haven’t heard from you all day and literally wanna know what’s going on and if you’re messing around with me or not. okay, give me a call…..love you[ Tuesday, 5:00 PM ]: okay are you just waiting for me to text first cause this whole not talking thing is freaking me out.
sent to Ryder *five red heart emojis* from Dallas
[ Tuesday, 5:10 PM]: on my way home right now, just got out of work. planning on having my way with you. dont make plans
Text|| Brittana
San: I need to find a dress for this wedding.
San: Your sister wouldn't appreciate me showing up naked, I'm assuming.
San: Which is boring.
Text | @Ethel
Darren: so i been thinkin
Darren: and we both know that aint a good sign
Text | @Harley
Darren: so you got a deck of cards or do i gotta bring that too?
Text | @Jasmine
Darren: reckon im the last person you wanna be talkin to but if you need anythin, jas, if you wanna talk or somethin, im here for you.
Darren: no judgement. no pack stuff. figure you were in a boat like mine and i know you must be hurtin right about now.