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Glee + Reductress Headlines (77/?)
To Woo and Marry Kurt
By:Jonny Mcgregory
Chapter 2/14
rating: T
Words so far: 6778
Summary: Day two- Burt begins his journey and finds a mysterious castle, in the forest. Sebastian has a big surprise for Kurt. What can that arrogant jerk have up his sleeve? lol. *NOTE* this is based off the 2017 Beauty and the Beast, but I'm trying really hard not to make it identical. *NOTE: This is part of the Summer Klaine Challenge and every chapter will be based on 14 days of songs.
AO3
Angel’s Glee Ranking 🎵117. Loser Like Me
“They say you have to lose everything, before you can really find yourself.”
Daniel: (nervous) Before you meet them, you should be prepared for my grandparents are nazis. Robin: (smiles) It’s all right. My grandparents are famous nazi hunters.
Depois de tantos anos, um entendimento havia se estabelecido entre os gêmeos Schuester: Em caso de bebedeira, jamais poderiam ficar no mesmo lugar quando passassem da conta. Alguém iria para casa. Quando Robb desceu o que parecia a décima garrafa de 600 ml de Heineken, Ross lhe deu um tapinha no ombro, se preparando para ir embora e lhe deixar com os amigos.
“Hora de ir”, o homem com a cabeça agora raspada, pronto para seguir em seu retiro espiritual, se despedia do gêmeo. Sem esperar algum “ainda tá cedo” ou “só mais a saideira”.
“Pô, a gente tem que se reunir mais vezes. Parece que depois que a gente se formou cada um ficou mais distante do outro”. Robb tinha um ponto. Ambos estavam em carreiras distintas, logo procuravam por experiências opostas.
“Depois de quase seis meses juntos em um quarto, eu acho que a gente ainda tá se recuperando do excesso.” Ross lhe respondeu, rindo baixo, até que milhares de mensagens do irmão caçula de ambos começou a cair em seu celular. O cenho franziu enquanto olhava aquilo tudo. “Tu tá vendo o que o Michael tá contando?”
“Cara, não...” Tão logo Robb pegou o celular, lia toda a situação que o mais novo espalhava para os irmãos, que tinha ouvido Debbie comentar com os pais. Como uma enorme corrente de fofoca, fazendo justiça ao tamanho de sua família e como as coisas aconteciam entre eles. Os olhos de Robb se arregalaram assim que Debbie confirmou a veracidade naquele grupinho de Telegram, sendo acompanhada de uma reação bem irritada de Daniel. “Alguém tem que fazer alguma coisa. Esse cara pensa que vai drogar e pegar nossa irmã e sair impune?”
“Se eu soubesse onde que é a casa dele, eu ia lá encher ele de soco.” Ross afirmou, esquecendo na hora seus preceitos budistas e como era sempre a favor da paz e serenidade.
“Peraí.” E lá ia Robb encontrar toda a sua sobriedade para perguntar ao cunhado, como quem não queria nada, o endereço do arrombado. Do outro lado, Ross perguntava a Debbie qual que era o carro de Chaise. Informações em mãos, os dois se entreolharam. “Tá pensando no que eu tô pensando?”
“Tô. Mas eu acho que hoje mesmo a gente não consegue fazer isso.”
“Vou precisar passar no açougue antes.” Robb confirmou, tomando um gole de cerveja do gargalo.
“Vou precisar só confirmar que a gente não tá sozinho nessa. Final de semana, é nós?” Ross estendeu a mão, em um trato silencioso, que não faziam há muitos anos.
“É nós”. Robb confirmou, apertando a mão do gêmeo de volta.
“A ideia é o seguinte... Michael vai de motorista e vigia.” Robb tinha uma das mãos na cintura, na sala da kitnet que tinha alugado após se formar, perto do trabalho. O ambiente cheirava a cerveja e doritos e isso que as janelas estavam abertas. “Porque eu não confio que não vá se apavorar e sair correndo em caso de desespero”.
“E ele tem um ponto, X-9.” Ross tomou a frente, se metendo antes do caçula protestar, andando de um lado para o outro. Sua cabeça tinha a leve penugem de cabelo ruivo querendo retornar e estava vestindo uma daquelas togas de monge com as sandálias de couro, uma visão que conflitava com a facilidade que bebia. “Enquanto isso, eu e Daniel arrombamos o carro e fazemos parte do serviço. Temos mais paciência e podemos fazer isso com cuidado e sem deixar digitais.”
“E eu sou o cara que vai tocar a campainha”. Robb se vangloriava, com um sorriso diabólico. Só ele sabia o que ia fazer depois disso, Ross preferiu nem saber para não ter que dar falso testemunho no tribunal. “Todo mundo sabe sua função, certo? Certo. Agora todo mundo pro carro do Daniel”. Afirmou, batendo a mão uma vez, parando em seguida para olhar o irmão mais velho. “Ué, duvido que seu carro não tenha o tanque cheio. O meu mal vê o suficiente pra transitar do Instituto pra casa, de casa pro Instituto”.
"E se der merda?" Ross perguntou, prendendo os lábios, olhando para trás e confirmando que Michael estava ainda com o carro ligado.
"Eu tenho um advogado excelente pra todos nós." E com isso, Robb queria dizer que contava muito com Edward lhes livrando de mais aquela.
Se encararam como mafiosos, acenando com a cabeça uma única vez, antes de cada um ir para uma função. Ross e Daniel abriam o carro, olhando de um lado para o outro, o menino-monge tomando as precauções para que o alarme não disparasse. O Corolla prata tinha um enorme “Filho da puta” riscado na lataria, não estavam cometendo nenhum erro. Enquanto isso, Robb era uma distração. Tinha falado que tinha uma entrega pessoal de Christine para Chaise e que precisava subir até o apartamento. O porteiro reconheceu o nome da ex do pilantra e o deixou subir. Robb se permitiu subir pelas escadas todos os lances dos andares, evitando ser visto pela câmera de segurança do elevador. Do lado de fora do prédio, Ross e Daniel tinham ido bem com a primeira parte do plano.
“Agora é hora de deixar isso aqui do jeito que o arrombado merece”. Ross afirmou, apontando para o interior do carro. Foram até o porta-malas de Daniel e de lá tiraram vários sacos com conteúdo pesado. Seguiram para o carro com as portas todas abertas, começando a segunda fase, esfregando e atirando vísceras ali dentro, empesteando tudo e deixando o material impermeável danificado pelo sangue de animal e o odor típico de carne podre. “Me sinto naquele filme... Vizinhos. Só não sei se conseguiria instalar o airbag na sala da casa dele, pra explodir no teto.” O careca comentou, sorrindo como uma criança em dia de halloween, aquela vingança sendo um prato cheio de doces a sua frente.
Finalmente no andar certo, Robb tocou a campainha, esperando na calma do lado de fora, com uma máscara de meia no rosto, como um sequestrador típico até Chaise abrir a porta. De cara, lhe acertou um soco no saco, o fazendo se curvar de dor.
“Você sabe o porquê”. Rosnou, antes de dar uma bicuda na bunda, uma no queixo e mais uma entre as pernas do loiro, querendo garantir que aquela pipa nunca mais levantasse voo. Quando o cara estava se contorcendo de dor o suficiente, desceu correndo as escadas, arrancando a máscara pelo caminho. Chegou no térreo e ainda teve as caras de acenar para o porteiro, antes de sair correndo do prédio para o lado de fora.
Ross a essa altura deixava o carro em ponto morto. O prédio ficava em cima de uma ladeira, que estava vazia na hora. Assim que Robb chegou, se juntou a missão de empurrar o automóvel para a beira com os irmãos e lentamente viram aquele Corolla ir descendo, até pegar velocidade e sair desgovernado, até explodir em um poste, no próximo quarteirão.
“Senhores... Agora, corremos!” E tão logo quatro marmanjos se atiravam no carro de Daniel, Robb dando um tapa atrás da cabeça de Michael para ele sair dali e arrancar na outra direção. “Seguinte... Ficamos a noite toda jogando poker em casa. Esse é o álibi. Ninguém dá pra trás e fica tudo certo”.
Todo mundo concordou. De dentro do carro, Ross filmava os restos mortais do carro de Chaise contra o poste e mandava com filtro de corações para Debbie.
“De seus irmãos, com todo o amor”, mandou para ela, acreditando que o universo jamais iria puni-los por qualquer coisa que tivessem feito naquela noite.