se remexendo no sofá ao lado do irmão, eleanor levou mais um dos macarons expostos em sua frente à boca. os doces agiam rapidamente em acalmar seus nervos com a temporada, embora estar juntamente da pessoa com quem sabia que nunca teria de fingir nada também surtisse seu efeito. como irmãos, era de praxe e natural que mantivessem a sua cota de implicâncias diárias um com o outro, até brigas mais semanais para não perderem a prática, contudo, era inevitável que a cumplicidade entre ambos viesse a falar mais alto sempre. “achava que era de lei que entre a gente o especialista em marcar presença e cometer insanidades que a mamãe nunca nem poderia ouvir falar era você.” riu nasalmente, oferecendo para henry o outro doce que tinha em mãos. “fora a chance de estrelar todo um whistleup sobre passar ser brilhante passando vergonha. aí eu perderia todos os pretendentes com mais de meio cérebro. e, se eu ficar sem pretendentes, vou ter que ficar morando com você, a sua esposa e os seus treze filhos.”