Fazendo absolutamente nada atrás do balcão onde Dory trabalhava, o demônio se perguntava por que estava mantendo a rotina de sua vessel. Não era algo que costumava fazer, mas o inferno não estava em seus melhores dias e tampouco as encruzilhadas. Fazia alguns dias desde que selara o último pacto, e seus superiores com certeza não ficariam felizes se ela voltasse sem alguns contratos novos. Avistando uma pessoa aparentemente desacompanhada, aproximou-se furtivamente, de forma a invadir um pouco seu espaço pessoal. “Posso ajudar em alguma coisa?” Perguntou como se de fato fosse uma barmaid, mas na verdade pretendia vender outro tipo de serviço.










