“Impressão sua, minha querida, impressão sua. E aí, vai querer me ajudar ou não?”
Não é como se eu estivesse muito ocupada... O que tem em mente?
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KIROKAZE
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Jules of Nature

⁂

if i look back, i am lost
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@dory-paracanthurus
“Impressão sua, minha querida, impressão sua. E aí, vai querer me ajudar ou não?”
Não é como se eu estivesse muito ocupada... O que tem em mente?
A risada expelida pela outra teria arrancado o que restava de paciência da loira, se ela não soasse tão estranha sendo expelida por Dory. O cenho de Harley se vincou, e ela perguntou-se se havia perdido alguma coisa naquele meio tempo; a atitude daquela a sua frente não parecia muito com as características que Quinn estava acostumada. “ O que deu em você, Paracanthurus? ” A pergunta foi solta antes que ela pudesse se policiar, e se tivesse pensado mais um pouco, provavelmente não teria dado indícios da sua consciência de haver algo errado ali. “ Não está falando coisa com coisa, e olha que sou eu fazendo essa acusação.”
O demônio já estava perdendo a paciência. De todas as pessoas que encontrara naquela cidade, tivera certeza de que Harley era a que tinha a mente mais aberta. Talvez tivesse se enganado, porque a loira agia de forma tão cética quanto qualquer outro. Fechou os olhos, com um suspiro longo, e ao abri-los novamente tinha as orbes completamente negras. “Estou te oferecendo uma oportunidade, Quinzel.”
“Eu pensei um plano infalível para a minha nova marotagem e eu preciso de um cob- Quero dizer, assistente. E aí, topa viver la vida loca e dar umas boas risadas?”
Plano infalível, uh? Por que eu acho que você vai acabar zoando comigo, ao invés de usar minha ajuda pra atazanar outra pessoa?
Seu caminho fora interrompido quando a mulher metera-se a sua frente, dessa vez, aproximando-se de forma bem mais brusca do que antes. A proximidade fez o cenho de Harley se franzir, por mais que ela não tivesse feito nada para se afastar. Os dentes da loira se trincaram de forma instantânea ao ouvir as próximas sentenças de Dory; se fosse em qualquer outro dia, talvez Quinn até entrasse na brincadeira. Ali, porém, não estava com paciência para nada daquilo. “Eu não vejo uma maneira disso ser da sua conta. ” murmurou com um tom de voz ácido, avaliando-a com o olhar por alguns segundos antes de completar. “ E mesmo se houvesse alguma coisa desse tipo, certamente não seria você a pessoa que poderia me oferecer. ”
O demônio nada pôde fazer, a não ser rir descaradamente da irritação de Harley. Já tinha se acostumado com a loucura histérica da loira, mas aquilo era totalmente novo. Novo e muito, muito divertido. Não querendo causar um conflito no meio de uma negociação, no entanto, afastou-se só o suficiente para permitir que a outra saísse dali se assim desejasse, mas ainda estava longe de deixa-la em paz. “Talvez eu seja, darling! Às vezes as pessoas podem te surpreender, e às vezes você só precisa pedir pra ter tudo o que sempre quis na palma da sua mão.”
[text]:Help, I'm lost. (Dory)
[TEXT]: Dory…
[TEXT]: Você se esqueceu de novo do caminho pro seu quarto?
[TEXT] N desa vez anotei ncel
[TEXT] Perdi a chave
6, 13, 16
6. What’s your lucky number?
42! Eu não sei por que, só me aprece um número importante.
13. What talents do you have?
Eu tiro umas fotos muito boas, tbh! Claro que a maioria é pra me ajudar a lembrar de alguma coisa, mas geralmente ficam ótimas e eu tenho bastante seguidores no instagram.
16. Favorite movie?
Não faço a menor ideia...(ooc fact: assiste A Viagem de Chihiro quase todo dia)
13, 15, 18, 21
13. What talents do you have?
Eu sei falar baleiês! Ah, e eu sou ótima em contar histórias... Quer dizer, isso quando eu não esqueço delas no meio, o que é quase nunca, mas a parte que eu lembro sempre é muito boa!(ooc fact: Ela é ótima fazendo drinks. Fora isso, só é boa em tagarelar, mesmo)
15. Favorite song?
Hããããã...*5 minutos depois*Qual era a pergunta, mesmo? Ah, certo! Deixa eu ver... A mais tocada no meu celular é Ditmas, do Mumford and Sons, então deve ser essa.
18. Do you want children?
Sem chance! Imagina que pesadelo, acordar com uma criança perguntando onde está o chinelo e eu nem lembrar o nome dele? Jamais!
21. Have you ever been to the hospital?
Eu não faço ideia! Quer dizer, acho que sim... Todo mundo já foi pro hospital, pelo menos por causa de alguma gripe ou sei lá...
Get to Know Me
1. What is you middle name? 2. How old are you? 3. When is your birthday? 4. What is your zodiac sign? 5. What is your favorite color? 6. What’s your lucky number? 7. Do you have any pets? 8. Where are you from? 9. How tall are you? 10. What shoe size are you? 11. How many pairs of shoes do you own? 12. What was your last dream about? 13. What talents do you have? 14. Are you psychic in any way? 15. Favorite song? 16. Favorite movie? 17. Who would be your ideal partner? 18. Do you want children? 19. Do you want a church wedding? 20. Are you religious? 21. Have you ever been to the hospital? 22. Have you ever got in trouble with the law? 23. Have you ever met any celebrities? 24. Baths or showers? 25. What color socks are you wearing? 26. Have you ever been famous? 27. Would you like to be a big celebrity? 28. What type of music do you like? 29. Have you ever been skinny dipping? 30. How many pillows do you sleep with? 31. What position do you usually sleep in? 32. How big is your house? 33. What do you typically have for breakfast? 34. Have you ever fired a gun? 35. Have you ever tried archery? 36. Favorite clean word? 37. Favorite swear word? 38. What’s the longest you’ve ever gone without sleep? 39. Do you have any scars? 40. Have you ever had a secret admirer? 41. Are you a good liar? 42. Are you a good judge of character? 43. Can you do any other accents other than your own? 44. Do you have a strong accent? 45. What is your favorite accent? 46. What is your personality type? 47. What is your most expensive piece of clothing? 48. Can you curl your tongue? 49. Are you an innie or an outie? 50. Left or right handed? 51. Are you scared of spiders? 52. Favorite food? 53. Favorite foreign food? 54. Are you a clean or messy person? 55. Most used phrased? 56. Most used word? 57. How long does it take for you to get ready? 58. Do you have much of an ego? 59. Do you suck or bite lollipops? 60. Do you talk to yourself? 61. Do you sing to yourself? 62. Are you a good singer? 63. Biggest Fear? 64. Are you a gossip? 65. Best dramatic movie you’ve seen? 66. Do you like long or short hair? 67. Can you name all 50 states of America? 68. Favorite school subject? 69. Extrovert or Introvert? 70. Have you ever been scuba diving? 71. What makes you nervous? 72. Are you scared of the dark? 73. Do you correct people when they make mistakes? 74. Are you ticklish? 75. Have you ever started a rumor? 76. Have you ever been in a position of authority? 77. Have you ever drank underage? 78. Have you ever done drugs? 79. Who was your first real crush? 80. How many piercings do you have? 81. Can you roll your Rs?“ 82. How fast can you type? 83. How fast can you run? 84. What color is your hair? 85. What color is your eyes? 86. What are you allergic to? 87. Do you keep a journal? 88. What do your parents do? 89. Do you like your age? 90. What makes you angry? 91. Do you like your own name? 92. Have you already thought of baby names, and if so what are they? 93. Do you want a boy a girl for a child? 94. What are you strengths? 95. What are your weaknesses? 96. How did you get your name? 97. Were your ancestors royalty? 98. Do you have any scars? 99. Color of your bedspread? 100. Color of your room?
Why not?
GUYS PLS IM REALLY BORED
“Huh?” Elena se virou rapidamente, tendo a visão da moça de cabelos azuis. “Oh, olá, Dory.” Ofereceu-lhe um sorriso simpático antes de olhar para o pequeno menu que segurava entre as mãos. “Bem…” Suspirou antes de voltar a atenção para a outra. “O que você recomendaria para alguém que teve um dia bem difícil no trabalho?”
Com uma expressão de satisfação, o demônio tomou a liberdade de se sentar de frente à mulher, com o peito contra o encosto da cadeira e ignorando completamente o fato de que aquele não era o comportamento padrão de uma barmaid. Dia difícil significava uma alma fragilizada, e essas eram as mais fáceis de se comprar. “Isso depende.” Respondeu com um sorriso, inclinando-se tanto quanto possível em direção à outra. “Qual foi a causa do seu dia difícil? Ou melhor, quem?”
Um passe de mágica é tudo o que eu menos preciso. A magia é sempre muito fácil, sabe? Mas de repente ela não é mais, e tem preços gigantes. Eu não estou interessado em pagar esses preços.
Porque a pergunta?
Eu diria que isso é bem óbvio... Quer dizer, nada é de graça. É tudo uma questão de cobrar o preço justo. E seja lá o que você quer, talvez eu possa dar um jeito.
“ Eu já te falei que você errou de quarto e você já continua olhando para mim há tempo suficiente pra eu começar a me incomodar… ” Harley pontuou, estreitando um pouco os olhos na direção da pessoa enquanto se ajeitava por entre as faixas que estavam presas às barras de metal, colocadas de forma desleixada sobre o teto de seu quarto. “ Há alguma coisa errada? ”
Aquilo não podia ser real... Podia? Parecia que a loira estava, de fato, falando a verdade. Ou pelo menos ela achava que sim. A não ser que aquele fosse realmente o quarto dela, o que seria a coisa mais esquisita que o demônio já vira. “Harley... a gente está no depósito do bar!”
Eu não faço a menor ideia sobre o que você está falando… Mas já que está aqui poderia me ajudar com as malas, né? Esse lugar é maior do que parece.
Não foi uma pergunta difícil, foi? O que você quer? Tipo, o que mais quer na vida. Alguma coisa que aparentemente vai resolver todos os seus problemas num passe de mágica.
Se não precisasse realmente de dinheiro para se virar e uma atividade constante para conseguir se distrair, era pouco provável que Harley ainda estivesse no emprego que arranjara. Caso ainda tivesse a capacidade de se arrepender de alguma coisa, provavelmente arrependeria-se de ter se tornado funcionária daquele bar. Não podia exigir muito, sabia disso, afinal, eram poucos os lugares que contratariam alguém com a ficha criminal que a loira portava. Arrastando-se para dentro do estabelecimento naquela noite, viu-se sendo abordada pela figura de cabelos coloridos que normalmente ficava atrás do balcão consigo. “ Do que você está falando? ” Quinn estreitou os olhos, dando a volta por ela para continuar em seu caminho. “ Não tenho tempo para essas coisas hoje, Dory. ”
O demônio olhou em volta, querendo ter certeza de que era seguro falar sem ser ouvido. Aproximou-se da loira, de forma a invadir grande parte de seu espaço pessoal, e sorriu com aquela atitude defensiva. “Não seja assim, Harley...” Pediu com um sorriso, olhando-a de cima a baixo. Podia sentir que ela estava cansada e sua alma, já tão torturada, não tinha aquele brilho especial da felicidade. “Você está infeliz.” Deduziu, franzindo o cenho para uma memória nebulosa em que Dory a vira sorrindo. Uma máscara, igual a tantas outras que os humanos tinham o terrível hábito de usar. “Deve ter alguma coisa pra fazer toda essa dor ir embora... Alguma coisa que você quer muito, sempre quis, mas nunca pôde ter.”
Fazendo absolutamente nada atrás do balcão onde Dory trabalhava, o demônio se perguntava por que estava mantendo a rotina de sua vessel. Não era algo que costumava fazer, mas o inferno não estava em seus melhores dias e tampouco as encruzilhadas. Fazia alguns dias desde que selara o último pacto, e seus superiores com certeza não ficariam felizes se ela voltasse sem alguns contratos novos. Avistando uma pessoa aparentemente desacompanhada, aproximou-se furtivamente, de forma a invadir um pouco seu espaço pessoal. “Posso ajudar em alguma coisa?” Perguntou como se de fato fosse uma barmaid, mas na verdade pretendia vender outro tipo de serviço.
Já estava desistindo de procurá-la. O quarto estava muito cheio e era impossível ouvi-la no meio de tantas vozes. Deu mais alguns passos e se deparou com um homem fazendo uma dança erótica para outro homem. Aquilo havia pegado a Gilbert de surpresa. As pessoas realmente não estavam para brincadeiras naquele quarto. Era óbvio. O fato da funcionária na porta ter lhe oferecido camisinha já demonstrava o quão pesado seria aquele quarto… Até que, então, o toque de alguém em seu braço a despertou de seus devaneios e Elena se virou para encarar seja lá quem quisesse falar com ela. Só de botar os olhos na cabeleira azul fora o suficiente para saber que era Dory quem lhe chamara. Provavelmente havia se esquecido de alguma coisa… Mas, após seguir o olhar da moça, percebeu que Dory também estava impressionada com a dança erótica. “Ahm… Uma dança erótica…?” Elena não sabia o que dizer. Provavelmente, Dory era virgem e nunca havia visto nada como aquilo. Como explicar aquilo para a azulzinha? “Dory, você sabe por que está aqui? Sabe do que essa sala se trata?”
Cruzando os braços, Dory olhou para a mulher à sua frente como se ela tivesse feito a pergunta mais idiota do mundo. “É claro que sei!” Revelou com toda a certeza, alheia à falta de qualquer referência anterior àquele tipo de coisa. Ela simplesmente sabia que estava diante de uma dança erótica, mas isso não era o suficiente para deixá-la menos surpresa. “Mas por que eles estão fazendo isso aqui?” Exclamou, frisando a última palavra. Estava totalmente inconformada com a falta de pudor que existia em fazer algo assim em público, mas não parava de encarar os dois homens.
O ambiente da sala da luxúria lhe trazia lembranças, mas procurava não se demorar nelas. Não estava interessado nos pecados da carne, na verdade, não estava interessado na parte da carne em si e daria tudo para voltar ao submundo. Se estivesse num lugar assim, mas entre pessoas tão mortas quanto ele, seria uma coisa bem diferente. Andar entre os vivos só parecia querer remexer em memórias de sua vida que a muito tempo lutara para enterrar em sua mente e esquecer.
Mesmo com sua luta interna para não se distrair, percebeu que falhara quando alguém se aproximou subitamente de si e nem ao menos notara a aproximação. Uma arrepio passou pelo seu corpo e conseguia garantir que aquilo não tinha nada a ver com uma sensação física e sim seus extintos acusando que havia algo errado.
Olhou por cima do ombro para a pessoa, arregalando os olhos por um segundo ao ver quem era, voltando a estreitar os olhos em seguida. “Dory? O que pensa que está fazendo?” Tentou se desvencilhar dela um tanto bruscamente, não gostando nada da posição.
Estava curiosa sobre o homem a sua frente. Bastou uma olhada rápida em seus olhos para perceber que ele não devia estar ali, não mais do que ela própria devia. Não reclamou quando ele se desvencilhou de seu toque, fazendo questão de se afastar um pouco mais do que o necessário. Olhava-o com uma mistura de espanto e curiosidade, tentando descobrir se era um ser de outro mundo ou apenas um humano com uma alma incomum.
Vasculhando as memórias de sua nova casca, descobriu que não havia muitas informações a serem descobertas. Ótimo, tinha escolhido uma com defeito... A única informação útil que conseguiu foi o fato de que Dory anotava tudo no celular. O demônio desbloqueou o aparelho e buscou nas notas até encontrar uma que dizia “kra d cavera - manyy” e ergueu os olhos para o homem à sua frente. É, tinha que ser ele.
“Manny!” Exclamou, como se tivesse acabado de se lembrar dele. “Acho que te confundi com outra pessoa.” Explicou-se com uma piscadela, já se preparando para ir embora. Aquele homem a deixava desconfiada, e não pretendia ficar ali para descobrir o porquê.
“Oh. Olá.” Charlie pausou o jogo para olhar para a garota de cabelos azuis que se aproximara. Se lembrava vagamente de tê-la visto outro dia. “Você não sabe como jogar Mario Bros?” Ergueu as sobrancelhas, ligeiramente impressionada. Quase todo mundo conhecia Mario Bros. Era um clássico video game, dos tempos do nintendo. A ruiva podia fechar os olhos e se ver jogando o jogo como se fosse ontem. “Eu estou quase passando de fase. Só deixa eu terminar aqui que você joga, está bem? Enquanto isso, eu posso te ensinar enquanto jogo.”
“Mario o quê?” Perguntou como se fosse a primeira vez que ouvisse falar daquele jogo, apesar de já tê-lo jogado uma vez ou outra quando era criança. Sentou-se ao lado da ruiva com as pernas cruzadas e as mãos sobre os tornozelos, como uma criança assistindo desenho, e assentiu com a cabeça. “Tá bom, isso vai ler legal!” Respondeu, entusiasmada.