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Meus pensamentos são as palavras que você nunca ouviu.
Segura-me entre os dedos, enxerga em mim teus desejos, e a paz, tira de mim esse medo de me entregar, faça de mim teu segredo e me guarda.
DelaCruz.
Eu queria viver uma aventura, talvez, uma última aventura.
Colocar um vestido preto rendado longo, com um decote não muito generoso. Queria ir para um bar, pedir vinho, sorrir, eu podia até acender um cigarro e esperar um estranho. Que viesse por trás, falasse boa noite, e como eu sou a coisa mais bonita que ele já viu na vida (mesmo eu sabendo que é mentira).
Gostaria que ele pagasse duas garrafas de vinhos, uns aperitivos, e jogássemos conversa fora como quem falar sobre livros bons, filmes ruins e pensamentos que só vem antes de dormir. Queria que ele passasse a mão na minha coxa, e observasse minha boca, e me chamasse para dançar. Uma dança lenta mesmo a música não fosse lenta.
Gostaria que ele me guiasse para algum lugar mais confortável, talvez um quarto aconchegante, talvez me mostrasse as estrelas, e me fizesse rir porque na verdade o que ele quer saber é se eu estou usando calcinha, ou se ela pelo menos é fácil de rasgar. Não é tudo que sempre querem saber?
Gostaria que ele me beijasse com carinho, e depois esquecesse todo o carinho, rasgasse minha calcinha, passasse as mãos entre minhas coxas depois de colocar os dedos na boca e falasse que tem gosto melhor se eu abrir as pernas para ele. Gostaria de ter uma orgasmo, e deixar ele me penetrar com força e quase querer gritar seu nome.
Gostaria de tomar banho juntos, come ruma sobremesa, ou até outra taça de vinho. E ir para casa, ir para casa sabendo e sentindo que eu ainda sou eu.
Que além de tudo que eu vivi, que sou, além da rotina, as responsabilidades, eu ainda sou eu.
Eu ainda quero ser eu.
E ah, eu gostaria sim.