Você.
Chega a ser irônico - apesar de não haver graça
Embora houvesse nos seus olhos, no seu pedido mudo, na sua vontade calada.
O riso parou quando atropelou o não
O primeiro hiato, ainda no primeiro ato.
Falta de saber o que se há por trás de tanta mudez...
Volta à conversa, sede e pressa, dança lenta na festa.
Bate um fio de leveza que levita e desespera
Estamos no segundo ato, ferve a água, abaixa o fogo
Próximo hiato, culpa um relato.
No próximo ato há que desfazer um caminho marcado,
Despe a insurgência e espreita a mudez com calma.
Enxerga a alma e descansa, aquieta que tá no tempo de brilhar,
Do sol chegar e me trazer














