Bang - B.A.P (Hentai)
Pedido feito no Social Spirit por ~SrtaSahyounie
- Vamos dar uma volta?
- Aonde? – perguntei para minha amiga que não calava a boca sobre sair.
- Vamos para a balada, dançar, beber, dar uns pegas.
- Eu tenho tanta coisa para fazer aqui em casa.
- Mentira. – ela me olhou com o rosto franzido. - O que está acontecendo com você? – ela começa a andar de um lado para o outro. – Você amava sair.
- Eu estou muito velha para isso. – resmungo me ajeitando onde eu estava sentada.
- A gente tem só vinte e quatro anos ________, para de ser dramática. – ela bufa e cruza os braços como se aquilo fosse mudar minha decisão.
- O que vamos fazer lá?
- Eu já disse. – ela começou a se irritar. – Dançar, beber, ver alguns meninos bonitos, quem sabe você não traz alguém aqui para sua casa. – eu começo a rir.
- Tudo bem, você ganhou.
- Vem, vamos nos arrumar. – ela me puxou pelo braço até meu quarto, depois de duas horas ambas estávamos prontas, ela decidiu usar uma blusinha e uma saia com um salto alto, eu escolhi um vestido preto colado no corpo até a cintura e que ficasse soltinho dali até a barra e um salto não muito alto.
- Qual pub a gente vai?
- Vamos naquele novo que fica perto do centro.
- OK.
Saímos de minha casa e pegamos um taxi até o local, a fila estava curta comparada com os outros pubs que a gente costumava frequentar, pagamos a taxa do táxi e entramos no pub, tinha tantas luzes com tantas cores naquele lugar que alguém que tem epilepsia iria estar no chão no momento que pisasse ali, eu sei que isso é maldade dizer, mas não deixa de ser verdade, fomos direto para a parte do bar pegar uma bebida, mas só depois de três drinks nós tivemos a coragem de ir dançar.
Nós dançávamos sensualmente uma com a outra, meus olhos estavam navegando pela pista de dança procurando alguém que tivesse pelo menos a minha idade e que fosse bonito, não demorou muito para encontrar alguém e pelo jeito minha amiga também tinha achado seu alvo porque seu jeito de dançar ficou mais sensual, não tirei meus olhos do garoto, ele percebeu e também não tirou os olhos de mim, ele estava parado encostado no balcão do bar com um copo que continha uma bebida que brilhava em sua mão, ele mordeu o lábio inferior e me olhou de cima a baixo virando o copo de uma vez e colocando o vidro em cima da balcão do lado de seu corpo.
- Eu vou ali. – minha amiga gritou em meu ouvido e eu assenti com a cabeça, ela saiu dali e eu vi que ela foi à direção de um garoto, essa não perde tempo.
Continuei dançando sozinha, mas quando olhei de novo o garoto não estava mais ali, senti alguém tocar minha cintura pelas minhas costas e senti uma corrente elétrica subir minha espinha, quando olhei para trás lá estava ele, não demorou para ele me virar de frente para si e colar nossos corpos, ele ditava os movimentos fazendo eu me mover de um lado para o outro, o garoto só ficou me encarando por um longo tempo.
- Qual é o seu nome? – ele perguntou ao pé de meu ouvido me fazendo arrepiar com sua voz rouca.
- ________. – falei o mais alto possível. – E o seu?
- Bang Yong Guk, mas pode me chamar de Bang. – ele me vira de costas pra ele colando nossos corpos e me fazendo dançar ali. – Quer sair daqui? – pergunta já me puxando pelo braço.
- Minha amiga veio comigo, se eu sumir ela vai ficar louca. – falei preocupada.
- Não vai não, afinal, ela já saiu daqui com um amigo meu faz alguns minutos. – olhei em volta e realmente ela não estava mais onde estava antes. – Vamos, você não tem nada a perder, só a ganhar. – ele morde o lábio inferior e me mede de cima a baixo.
- Então tudo bem. – dou de ombros e saio dali com ele.
- Vamos até meu apartamento. – ele diz quando chegamos até seu carro, era uma BMW conversível maravilhosa.
A viagem não demorou muito, Bang morava perto do centro em um prédio gigantesco, pegamos o elevador e ele apertou o botão do último andar, o de número 25, eu comecei a ficar envergonhada com o que estava fazendo, mas decidi curtir minha vida pelo menos por uma noite, ele se aproximou e começou a beijar meu pescoço sem se preocupar se o porteiro estava vendo a gente pela câmera ou não, suas mãos estavam explorando meu corpo e minha boca soltava arfares baixos enquanto eu me deliciava com o jeito que o maior judiava de minha pele, o elevador parou e Bang já estava com os lábios colados aos meus em um beijo quente, quando a porta abriu só dava para ver um pequeno corredor com uma pequena porta, ele era dono da cobertura daquele prédio gigantesco, abriu a porta com um pouco de dificuldade pois ele não queria soltar meus lábios sequer um segundo, depois de entrarmos fechou a porta que se trancou sozinha e fomos andando com dificuldade até o quarto, deixando peças de roupa pelo caminho, vai ser uma dor de cabeça para achar tudo depois, foi tudo que aqueles lábios me deixaram pensar.
- Você é muito gostosa. – ele diz depois de me jogar em sua cama, eu vestia apenas minha lingerie preta e ele estava só de boxer preta que já parecia apertada.
- Eu sei. – falei e ri, ele sorriu de canto, se sentou de meu lado e apertou minha cintura com força.
Com um dedo ele começou a desenhar formas abstratas por todo meu corpo desde meu colo até minhas pernas, senti todos os pelos de meu corpo se arrepiar, Bang apertou a própria boxer que já formava um volume bem visível e olhou meu corpo novamente, seus lábios já estavam vermelhos de tantas mordidas que ele estava dando, ele se deitou sobre mim e voltou a beijar meus lábios enquanto abria meu sutiã e o jogava em algum canto do quarto, ele desceu de meu pescoço até um de meus mamilos com mordiscadas, gemidos já eram presentes no local e o calor só aumentava, mordi o ombro de Bang o fazendo gemer, ele chupava meus seios com força me fazendo gemer alto, ele deixava sorrisos vitoriosos saírem de seus lábios, voltou sua boca até a minha e me beijou ferozmente, dando mordidas em meu lábio e puxando o mesmo ás vezes, sua mão desceu vagarosamente de minha barriga até minha intimidade e começou a massageá-la por cima da calcinha, ele abafava meus gemidos com seus beijos, mas parou depois de um tempo e ficou só me encarando, eu me contorcia e gemia alto e ele assistia como se fosse algum tipo de filme, mudei nossas posições ficando por cima dele e ele deixou escapar um olhar surpreso e um sorriso safado, me sentei em seu colo deixando só o fino pano de nossas peças íntimas impedindo seu membro de me tocar, rebolei ali e arranhei seu abdômen, ele soltava gemidos altos e jogava a cabeça para trás.
- Faça alguma coisa, eu não estou aguentando mais. – eu conseguia sentir seu membro pulsar embaixo de mim e decidi brincar com ele.
Sentei mais para trás e desci minha mão até sua boxer, fingi que ia tirar a roupa, mas parei e acabei retirando o tecido preto com a boca, seu membro pulou para fora do pano e ele gemeu em satisfação como se estivesse livre, minhas unhas passavam pela parte baixa de sua barriga, entre o umbigo e o quadril, ele me encarava com os olhos cheios de expectativa, passei a ponta de meu indicador direito por toda sua extensão, ele continuou com os olhos fixos em mim, moldei a base de seu membro com a minha mão e a movimentei vagarosamente, passei minha língua sobre meus lábios para os umedecer e toquei-os de leve na ponta de sua glande, ele arfou e segurou os lençóis com força, YongGuk empurrou o quadril contra minha boca, mas sem resultado porque eu queria tortura-lo mais, coloquei minha língua para fora e vi seu rosto se encher de desespero, toquei seu membro de leve deixando o local úmido, senti seu pré gozo sair e circulei a cabeça com a língua, soltei seu falo e lambi o mesmo de ponta a ponta, ele gemeu alto e rouco, eu sentia minha calcinha cada vez mais úmida com tudo aquilo, era muito satisfatório ver um homem daquele completamente entregue a mim, ele se sentou e levantou meu corpo.
- Vamos deixar isso mais interessante. – ele riu marotamente e me colocou de costas para ele, ele voltou a se deitar e me puxou para que minha intimidade ficasse perto de sua boca. – Continua me chupando. – ele diz de um jeito mandão, eu me abaixo ficando de quatro por cima dele o obedecendo. Ele rasga minha calcinha e a joga longe, seu polegar começa a massagear meu clitóris me fazendo gemer em seu membro. – Você está tão molhada, você fica excitada fazendo essas coisas comigo? – sinto a vergonha chegar, mas a ignoro assentindo com a cabeça para responder sua pergunta.
Continuo lambendo seu membro para tortura-lo, mas ele retruca me torturando também, desisto e abocanho toda a sua extensão fazendo Bang gemer alto e parar o que estava fazendo por um momento, logo ele me penetra com dois dedos sem aviso prévio e começa a lamber meu clitóris, fica difícil de segurar meus gemidos e continuar a chupá-lo, ele era muito bom no que fazia e estava me levando à loucura, começo a rebolar para fazê-lo aumentar a velocidade, sinto o membro dele cada vez mais quente em minha mão e minha boca, estava tão inchado e pulsando tanto que eu achei que iria explodir a qualquer momento, mas eu com certeza não estava muito diferente dele.
- Sorte que mulheres tem orgasmos múltiplos... – ele diz aumentando a velocidade me fazendo soltar seu membro e gemer alto, me levantei deixando minhas mãos ainda apoiadas na cama para não por meu peso nele e fiquei sentindo cada detalhe de cada coisa que ele me fazia, ele brincava, chupava e movia seus dedos dentro da minha intimidade sem parar em uma velocidade deliciosa, depois de alguns segundos eu senti meu orgasmo chegar de uma vez só me fazendo gemer alto, me apoiei melhor no colchão para não cair nele por causa dos tremores que teimavam em passar por meu corpo, aquela onda de prazer não parecia querer sair de mim. – ...Elas sempre estão prontas para o segundo round. – ele gira nossos corpos, se coloca por cima de mim, deixa meu rosto na direção do seu e me penetra de uma vez só, me fazendo gemer alto e sentir mais uma onda me atravessar por eu ter mal terminado de gozar. – AHH... – ele geme alto. - Você está tão quente, tão apertada, eu não vou demorar muito. – Bang diz ofegante, começou a se mover dentro de mim e o prazer estava de volta, nossos corpos estavam colados e todo cheios de suor.
- Ba...Bang. – gemi sentindo cada centímetro seu me invadir.
- Geme pra mim ________. – sua velocidade aumentou e ele abocanhou um de meus seios, sua língua desenhava minha auréola com perfeição me fazendo perder a sanidade. – Você vai gozar não vai? Eu sei que vai, estou sentindo. – ele falava com a voz entrecortada e a respiração descompassada, seus gemidos ficaram mais presentes e senti meu segundo orgasmo chegar, mordi seu ombro com força e me derramei nele mais uma vez, ele aumentou a velocidade para ele poder chegar ao seu ápice, mas quando estava perto ele saiu de dentro de mim e começou a se masturbar, tirei suas mãos dali fazendo-o gemer em reprovação e comecei a masturbá-lo com rapidez, logo ele jorrou seu líquido quente sobre meus peitos e barriga, ele me colocou deitada e se deitou de meu lado.
- Pronto pra outro round? – perguntei provocando-o.
- Me da vinte minutos que eu vou estar novinho em folha. – ele diz rindo. – Você é ótima... A melhor. – ele diz com dificuldade por ainda estar sem ar por causa do exercício.
- Sei que sou. – me levantei e fui até o banheiro limpar toda aquela meleca do meu corpo, quando eu estava quase terminando de me limpar eu vejo Bang parado no batente da porta já pronto para outro round.
- Você chamou? – ele disse se aproximando devagar com um sorriso safado e um olhar digno de caçador e naquele momento, eu era a caça.
- Eu estava brincando YongGuk. – sorrio nervosa acabando de limpar meu peito.
- Hm você me chamou pelo meu nome. – ele sussurrou contra meu pescoço me fazendo arrepiar. – Alguém está arrepiada. – ele diz depois de tocar seu peito no meu, ele me vira de frente para a pia e me deita sobre ela, eu podia ver perfeitamente a cena pelo espelho que estava bem na minha frente, seu peito estava todo arranhado e vermelho, seu cabelo bagunçado e respiração ofegante, suas mãos passeiam pela minha bunda e distribuem apertos e tapas fortes ali me fazendo gemer manhosa, ele beija minhas costas inteiras. – Eu quero gozar em você. – ele diz pegando uma camisinha da gaveta e vestindo a mesma. Tudo aquilo era tão impuro, tão proibido, mas tão bom ao mesmo tempo, eu nunca tinha feito algo daquele jeito e não estava disposta a parar agora.
Ele toca minha entrada com seu membro já rígido, agarra um de meus seios e começa a me penetrar vagarosamente, senti meu interior ser preenchido por ele mais uma vez, só que dessa vez mais torturosamente, e rebolei um pouco para ajudá-lo, ele pega minha cintura e puxa contra ele entrando em mim com tudo, ele começa as estocadas fortes e fundas, logo ele encontra meu ponto G sem muito esforço e eu gemo alto deixando claro que onde ele tinha tocado era o lugar ideal para continuar, ele sorri como se tivesse entendido sua descoberta e fica estocando em meu ponto mais sensível sem parar, vou a loucura e mal consigo respirar, ele sai de dentro de mim me fazendo amaldiçoa-lo mentalmente por isso, ele se encosta na pia, me pega no colo e vai descendo meu corpo contra seu falo me fazendo cavalgar em seu membro, eu ia cada vez mais rápido e ele mantinha sua atenção hora em meu rosto, hora em meus seios, hora em nossas intimidades se encontrando, nossos corpos liberavam sons extremamente eróticos, passei meus braços entre seu pescoço e agarrei seu cabelo sem dó, os gemidos ficaram cada vez mais altos, ele agarrou minha bunda com força, cada lado com uma mão, e me ajudou com os movimentos, me empurrando e me puxando de volta, ele me colocou deitada no chão e me estocou cada vez mais forte me fazendo chegar ao meu clímax rapidamente seguida dele que não demorou muito, ele retirou a camisinha e a jogou fora no lixo que tinha ali, ele se levantou comigo em seu colo e foi de volta para o quarto, nos deitamos em sua cama e ele acariciava meu cabelo enquanto eu estava deitada em seu peito.
- Quando vamos nos ver novamente? – ele perguntou meio que deixando no ar.
- Eu não sei. – respondi rapidamente.
- Você poderia deixar seu número de telefone.
- Quem sabe. – respondi e logo caí no sono ignorando qualquer coisa que ele poderia ter dito depois daquilo.
Acordei com um raio de luz saindo pela janela, olhei em volta e vi que Bang ainda dormia, com cuidado me levantei e procurei minhas roupas pelo apartamento gigante, peguei um papel e deixei um bilhete para que ele visse quando acordasse, sai dali rapidamente e voltei para minha casa.
Bang ON
Acordei com o barulho dos carros lá fora, olhei para meu lado e não a vi ali, me levantei rapidamente e a procurei em toda parte, quando cheguei a cozinha vi um pequeno pedaço de papel no balcão e comecei a lê-lo.
“Noite passada foi incrível, você é maravilhoso, eu me diverti muito.
_____ ________ xoxo”
Ela não deixou seu telefone, nem celular, nem endereço, por um momento fiquei triste, mas lembrei que ela tinha deixado o seu nome e sobrenome e eu tinha uma lista telefônica.
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